{"id":13941,"date":"2015-12-01T00:00:00","date_gmt":"2015-12-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/antiguidade-oriental-2\/"},"modified":"2015-12-01T00:00:00","modified_gmt":"2015-12-01T00:00:00","slug":"antiguidade-oriental-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/arte-2\/antiguidade-oriental-2\/","title":{"rendered":"Antiguidade Oriental"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n\n\u00c9 o per\u00edodo compreendido entre a inven\u00e7\u00e3o da escrita, ocorrida, por volta de 4000 a.C. e a queda do Imp\u00e9rio Romano, em 476 d.C..\n\nFoi nesta \u00e9poca que se desenvolveram grandes imp\u00e9rios como o eg\u00edpcio, o mesopot\u00e2mico, o persa; hebreus e fen\u00edcios. Surge,tamb\u00e9m, a escravid\u00e3o, que ir\u00e1 se desenvolver na Gr\u00e9cia e em Roma.\n\nDe uma maneira geral, o surgimento das primeiras civiliza\u00e7\u00f5es vai ocorrer no atual Oriente M\u00e9dio, lugar de solos f\u00e9rteis bastante prop\u00edcios ao desenvolvimento da agricultura.\n<h4>HIST\u00d3RIA DO EGITO ANTIGO<\/h4>\n<strong>LOCALIZA\u00c7\u00c3O:<\/strong>\u00a0Deserto do Saara -nordeste da \u00c1frica.\n<h4>Evolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/h4>\n<strong>PER\u00cdODO PR\u00c9-DIN\u00c1STICO(4000 a.C &#8211; 3200 a.C.)<\/strong>\n<blockquote>Divis\u00e3o em nomos (pequenas unidades pol\u00edticas), ou seja, as antigas vilas neol\u00edticas. Seus chefes eram chamados de nomarcas.\n<strong>Com o passar do tempo, estes nomos v\u00e3o se unindo at\u00e9 formar dois reinos<\/strong>: ALTO EGITO, ao sul e BAIXO EGITO, ao norte.\nEm 3200 a.C. Men\u00e9s, rei do Alto Egito unifica os dois reinos e se torna o primeiro fara\u00f3.<\/blockquote>\n<strong>PER\u00cdODO DIN\u00c1STICO<\/strong>\n\n<strong>ANTIGO IMP\u00c9RIO (3200 a.C. &#8211; 2300 a.C.)<\/strong>\n<blockquote>Foi a \u00e9poca em que se estruturou a organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. <strong>\nCapital do Imp\u00e9rio: <\/strong>M\u00eanfis.<\/blockquote>\n<strong>GOVERNO<\/strong>\n<blockquote>Monarquia Absoluta Teocr\u00e1tica. O fara\u00f3 \u00e9 considerado um deus vivo.<\/blockquote>\n<strong>PACIFISMO<\/strong>\n<blockquote>O Egito n\u00e3o tinha um Ex\u00e9rcito permanente.\nTrabalho obrigat\u00f3rio dos camponeses (fel\u00e1s)\nProsperidade econ\u00f4mica.<\/blockquote>\nConstru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides de Que\u00f3ps, Quefren e Miquerinos. a fialidade das pir\u00e2mides era servir de t\u00famulos para os fara\u00f3s ou nobres abastados, onde seus corpos e objetos seriam preservados para a vida ap\u00f3s a morte.\n\nPor volta de 2300 a.C., sacerdotes e nomarcas questionam o poder do fara\u00f3, gerando uma crise no Antigo Imp\u00e9rio.\n\n<strong>M\u00c9DIO IMP\u00c9RIO (2100 a.C &#8211; 1580 a.C.)<\/strong>\n<blockquote>Pr\u00edncipes do Alto Egito, reestabelecem a monarquia. \u00c9 a \u00e9poca das grandes constru\u00e7\u00f5es como a dos diques e canais de irriga\u00e7\u00e3o, que aproveitavam e distribu\u00edam a \u00e1gua das enchentes do Nilo, para a fertiliza\u00e7\u00e3o do solo.\n\nNeste per\u00edodo ocorreu a invas\u00e3o dos hicsos, povo de origem \u00e1rabe, que dominou o Egito durante quatro s\u00e9culos. Foi nesta \u00e9poca que os hebreus chegaram ao Egito.\n\nHouve o desenvolvimento da metalurgia do bronze e do ferro.\n\nEm 1580 a.C., os eg\u00edpcios conseguiram expulsar os hicsos.<\/blockquote>\n<strong>NOVO IMP\u00c9RIO (1580 a.C. &#8211; 525 a.C.)<\/strong>\n<blockquote>Per\u00edodo marcado pelo militarismo e imperialismo. Grandes conquistas militares e a invas\u00e3o dos hicsos, permitiram o desenvolvimento de uma pol\u00edtica expansionista (aumento das fronteiras do imp\u00e9rio).\n\nHouve a reestrutura\u00e7\u00e3o da sociedade, grandes fara\u00f3s como Rams\u00e9s II e Tutm\u00e9s III. Per\u00edodo onde se destacaram os militares, sacerdotes, um grande n\u00famero de camponeses, al\u00e9m dos escravos que trabalhavam na constru\u00e7\u00e3o das grandes obras arquitet\u00f4nicas.\n\nMuitas campanhas militares, invas\u00e3o de v\u00e1rios povos, causaram o enfraquecimento do Novo Imp\u00e9rio.\n\n525 a.C., os persas dominaram o Egito na batalha de Pelusa.<\/blockquote>\n<strong>ECONOMIA<\/strong>\n<blockquote>Agricultura \u00e9 a principal atividade econ\u00f4mica.\nPecu\u00e1ria \u00e9 pouco significativa.<\/blockquote>\n<strong>Trocas diretas<\/strong>\n<blockquote><strong>Artesanato e Manufatura<\/strong>: tecidos, j\u00f3ias, m\u00f3veis, ferramentas, vidros etc.\nMercado Experno controlado pelo Estado. Comerciavam com a Fen\u00edcia, Ilha de Creta, Palestina e S\u00edria.\nDesenvolveram complexo sistema hidr\u00e1ulico de diques e canais, para o aproveitamento das \u00e1guas do Nilo.<\/blockquote>\n<strong>SOCIEDADE<\/strong>\n<blockquote>Hierarquizada.<\/blockquote>\n<strong>Setor dominante<\/strong>\n<blockquote>Fam\u00edlia do fara\u00f3, nobres(grandes propriet\u00e1rios), sacerdotes e chefes militares.\n<strong>Grupo n\u00e3o-privilegiado<\/strong>:soldados, artes\u00e3os e camponeses.\nEscravos em pequeno n\u00famero.<\/blockquote>\n<strong>RELIGI\u00c3O<\/strong>\n<blockquote>Polite\u00edsta,(acreditavam em v\u00e1rios deuses e animais sagrados), seu deuses tinham uma representa\u00e7\u00e3o antropozoom\u00f3rfica (possu\u00edam formas humanas e de animais). <strong>Seus principais deuses eram:<\/strong> R\u00e1, Os\u00edris,\u00cdsis,An\u00fabis, etc.\n\nA cren\u00e7a na volta da alma para o mesmo corpo levou ao desenvolvimento de t\u00e9cnicas para a conserva\u00e7\u00e3o dos corpos, entre elas, a da mumifica\u00e7\u00e3o.\nCada cidade possu\u00eda deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.\n\n<strong>Muitos animais tamb\u00e9m eram considerados sagrados pelos eg\u00edpcios, de acordo com as caracter\u00edsticas que apresentavam<\/strong>: chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodu\u00e7\u00e3o), jacar\u00e9 (agilidade nos rios e p\u00e2ntanos), serpente (poder de ataque), \u00e1guia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurrei\u00e7\u00e3o).<\/blockquote>\n<strong>SISTEMA DE ESCRITA<\/strong>\n<blockquote>Os eg\u00edpcios desenvolveram tr\u00eas formas de escrita. Dem\u00f3tica,que era a escrita mais simples.\n\nMesmo assim, poucos a dominavam. Hier\u00e1tico, sistema mais desenvolvido nas rodas religiosas e a Hierogl\u00edfica, escrita pictogr\u00e1fica feita em papiro e paredes de pir\u00e2mides. Era muito dif\u00edcil e muito poucas pessoas sabiam decifr\u00e1-las.\n\nChegou at\u00e9 n\u00f3s atrav\u00e9s da Pedra Roseta, que al\u00e9m de hier\u00f3glifos, continha escrita em Dem\u00f3tico e em grego, o que facilitou a sua sua decifra\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do s\u00e1bio franc\u00eas Champolion.<\/blockquote>\n<strong>HIST\u00d3RIA DA MESOPOT\u00c2MIA<\/strong>\n<blockquote>V\u00e1rios povos antigos habitaram essa regi\u00e3o entre os mil\u00eanios IV e I a.C. <strong>Entre estes povos, podemos destacar <\/strong>: sum\u00e9rios, ac\u00e1dios, babil\u00f4nicos, ass\u00edrios, caldeus.\n\nLOCALIZAVA-SE entre os rios Tigre e Eufrates.\n\nCorresponde hoje ao territ\u00f3rio do Iraque.<\/blockquote>\n<h4>OS SUM\u00c9RIOS<\/h4>\n<blockquote>Foram considerados os primeiros povoadores da Mesopot\u00e2mia.Estabeleceram-se ao sul da regi\u00e3o.\n\nOrganizaram-se em cidades-estados. as principais eram Ur; Uruk; Lagash; Nipur e Eridu. Patesi era o chefe militar, pol\u00edtico e religioso destas cidades.<\/blockquote>\n<strong>GOVERNO<\/strong>\n<blockquote>Descentralizado.\n\nEste povo destacou-se na constru\u00e7\u00e3o de um complexo sistema de controle da \u00e1gua dos rios. Constru\u00edram canais de irriga\u00e7\u00e3o, barragens e diques. A armazenagem da \u00e1gua era de fundamental import\u00e2ncia para a sobreviv\u00eancia das comunidades.\n\nAgricultura era a atividade econ\u00f4mica b\u00e1sica.<\/blockquote>\n<strong>SISTEMA DE ESCRITA<\/strong>\n<blockquote>Desenvolveram a escrita cuneiforme, ou seja, os sinais tinham formas de cunhas. Desenvolvida por volta de 4000 a.C.\n\nUsavam placas de barro, onde cunhavam esta escrita. Muito do que sabemos hoje sobre este per\u00edodo da hist\u00f3ria, devemos as placas de argila com registros cotidianos, administrativos, econ\u00f4micos e pol\u00edticos da \u00e9poca.\n\nOs sum\u00e9rios, excelentes arquitetos e construtores, desenvolveram os zigurates. Estas constru\u00e7\u00f5es eram em formato de pir\u00e2mides, com sete andares e serviam como torres de observa\u00e7\u00e3o, locais de armazenagem de produtos agr\u00edcolas, al\u00e9m de servirem tamb\u00e9m como templos religiosos.\n\nA rivalidade entre as cidades-estados acabou provocando o enfraquecimento deste povo, que foi invadido pelos ac\u00e1dios.\n\nFunda\u00e7\u00e3o da cidade de Acad. Seu rei SARG\u00c3O I dominou os sum\u00e9rios e unificou a Mesopot\u00e2mia. O Imp\u00e9rio Ac\u00e1dio foi destru\u00eddo quando da invas\u00e3o do povo guti.<\/blockquote>\n<h4>AMORITAS ou BABIL\u00d4NIOS<\/h4>\n<blockquote>Por volta do ano 2000 a.C., os amoritas dominaram o sul da Mesopot\u00e2mia, mas acabaram se fixando no norte,junto a margem do Rio Eufrates. Fundaram a cidade de Babil\u00f4nia, que se tornou a capital do Imp\u00e9rio.\n\n<strong>Seu principal rei foi HAMURABI, ele elaborou o primeiro c\u00f3digo de leis escritas da humanidade<\/strong>: O C\u00d3DIGO DE HAMURABI. Baseado nas Leis de Tali\u00e3o(&#8220;olho por olho, dente por dente&#8221;). De acordo com o C\u00f3digo de Hamurabi, todo criminoso deveria ser punido de forma proporcional ao delito cometido.\n\nOs babil\u00f4nios tamb\u00e9m desenvolveram um rico e preciso calend\u00e1rio, cujo objetivo principal era conhecer mais sobre as cheias do rio Eufrates e tamb\u00e9m obter melhores condi\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento da agricultura. Excelentes observadores dos astros e com grande conhecimento de astronomia, desenvolveram um preciso rel\u00f3gio de sol.\n\nRevoltas e invas\u00f5es levaram \u00e0 decad\u00eancia do imp\u00e9rio.<\/blockquote>\n<h4>ASS\u00cdRIOS<\/h4>\n<blockquote>Ocupavam o planalto de Assur, no norte da Mesopot\u00e2mia. Eram guerreiros e fundaram um imp\u00e9rio, por volta de 1300 a.C.. Estabeleceram sua capital em N\u00ednive. Este povo destacou-se pela organiza\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de uma cultura militar.\n\nEncaravam a guerra como uma das principais formas de conquistar poder e desenvolver a sociedade. Eram violentos e impiedosos com os povos dominados. Impunham aos vencidos, castigos e crueldades como uma forma de manter respeito e espalhar o medo entre os outros povos.\n\nO Imp\u00e9rio Ass\u00edrio dominou toda a Mesopot\u00e2mia, a S\u00edria, a Fen\u00edcia, o Egito e o Reino de Israel.\n\nA decad\u00eancia do Imp\u00e9rio foi provocada por constantes rebeli\u00f5es dos povos dominados.<\/blockquote>\n<h4>CALDEUS<\/h4>\n<blockquote>Segundo Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico, abrangeu toda a Mesopot\u00e2mia, a S\u00edria e a Palestina.\n\nSeu principal rei foi NABUCODONOSOR, que dominou o Reino de Jud\u00e1 e edificou os Jardins Suspensos da Babil\u00f4nia e a famosa Torre de Babel.\n\nLutas internas enfraqueceram o imp\u00e9rio, que foi dominado pelos persas, em 539 a.C.<\/blockquote>\n<strong>RELIGI\u00c3O<\/strong>\n<blockquote>Eram polite\u00edstas, acreditavam em v\u00e1rias divindades de origem c\u00f3smica.\n\nA devo\u00e7\u00e3o mais apreciada era para ISHTAR, deusa do amor. Suas devotas eram obrigadas a demonstrar sua devo\u00e7\u00e3o no templo, pelo menos por quinze dias ao ano. Os homens \u00e9 que apreciavam mais esta devo\u00e7\u00e3o pois eram eles que recebiam o afeto das mulheres. na real, as mulheres deveriam se prostituir como forma de adora\u00e7\u00e3o \u00e0 deusa.\n\nA religi\u00e3o ass\u00edria admitia sacrif\u00edcios humanos, devido a sua crueldade e servia como forma de divertimento para o povo.<\/blockquote>\n<strong>ASPECTOS GERAIS<\/strong>\n<blockquote>Vale dizer que os povos da antiguidade buscavam regi\u00f5es f\u00e9rteis, pr\u00f3ximas a rios, para desenvolverem suas comunidades. <strong>Dentro desta perspectiva, a regi\u00e3o da mesopot\u00e2mia era uma excelente op\u00e7\u00e3o, pois garantia a popula\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u00e1gua para consumo, rios para pescar e via de transporte.\n\nOutro benef\u00edcio oferecido pelos rios eram as cheias que fertilizavam as margens, garantindo um \u00f3timo local para a agricultura.\n\nNo que se refere \u00e0 pol\u00edtica, tinham uma forma de organiza\u00e7\u00e3o baseada na centraliza\u00e7\u00e3o de poder, onde apenas uma pessoa ( imperador ou rei )comandava tudo.<\/blockquote>\n<h4>HIST\u00d3RIA DA FEN\u00cdCIA<\/h4>\n<blockquote>A regi\u00e3o da fen\u00edcia corresponde, hoje, ao L\u00edbano.\n\nOs fen\u00edcios dedicaram-se ao com\u00e9rcio e a navega\u00e7\u00e3o<\/blockquote>\n<strong>ASPECTOS GERAIS<\/strong>\n<blockquote>Desenvolveram-se, por volta de 3.000 a.C.\n\nLocalizavam-se numa estreita faixa do litoral do mar mediterr\u00e2neo.\n\nFundaram povoados-como Cartago, importante cidade do norte da \u00e1frica.<\/blockquote>\n<strong>GOVERNO<\/strong>\n<blockquote>Descentralizado.\n\nDividida em cidades-estados .As principais eram b\u00edblos, s\u00eddon e tiro.<\/blockquote>\n<strong>ECONOMIA<\/strong>\n<blockquote><strong>Atividade b\u00e1sica<\/strong>: com\u00e9rcio.\n\n<strong>Desenvolveram tamb\u00e9m<\/strong>: ind\u00fastria naval, produ\u00e7\u00e3o de tecidos e a metalurgia.<\/blockquote>\n<strong>SOCIEDADE<\/strong>\n<blockquote><strong>Camada dominante<\/strong>: comerciantes, aristocratas e sacerdotes.\n\n<strong>Classe intermediaria<\/strong>: pequenos comerciantes e artes\u00e3os\n\n<strong>Classe dominada<\/strong>: trabalhadores rurais e urbanos.<\/blockquote>\n<strong>RELIGI\u00c3O<\/strong>\n<blockquote>Polite\u00edsta.<\/blockquote>\n<strong>Principais deuses:<\/strong>\n<blockquote>Baal, deus do trov\u00e3o, da tempestade, da chuva.\n\nAstart\u00e9ia, deusa da fertilidade.<\/blockquote>\nAlguns rituais eram bastante cru\u00e9is, tendo inclusive sacrif\u00edcios humanos.\n\n<strong>CONTRIBUI\u00c7\u00c3O<\/strong>\n<blockquote>Foi a inven\u00e7\u00e3o do alfabeto, sinais usados para representar o som das palavras.\n\nCriaram 22 sinais correspondentes ao som das consoantes. Mais tarde, os gregos inventaram as vogais, aperfei\u00e7oando o alfabeto.<\/blockquote>\n<strong>Decl\u00ednio<\/strong>\n<blockquote>Os fen\u00edcios foram dominados em 330 a.C. , por Alexandre Magno, rei da Maced\u00f4nia<\/blockquote>\n<h4>HIST\u00d3RIA DO IMP\u00c9RIO PERSA<\/h4>\n<blockquote>Se localizava a leste da mesopot\u00e2mia\n\nAtualmente \u00e9 o ir\u00e3.<\/blockquote>\n<h2>Ocupa\u00e7\u00e3o..<\/h2>\n<blockquote>Por volta de 1300 a.c., os medas (origin\u00e1rios da \u00e1sia central ) e os persas ( sul da R\u00fassia )ocuparam a regi\u00e3o , dando origem a dois reinos indenpendentes.. os Medas ao norte e os persas ao sul.<\/blockquote>\n<strong>Imp\u00e9rio persa<\/strong>\n<blockquote>Fundado por Ciro, o grande,(560-530 a.C..), tornou-se rei dos medos e persas, ap\u00f3s haver conquistado Ecb\u00e1tana e destronado Ast\u00edages (555 a.C..). Conquistou tamb\u00e9m a Babil\u00f4nia (539 a.C.), as cidades gregas da \u00c1sia Menor, Fen\u00edcia e Palestina.\n\nCambises (filho de Ciro ) conquistou o Egito.\n\nDario I, primeiro estendeu o imp\u00e9rio at\u00e9 a \u00edndia. Organizou o imp\u00e9rio pol\u00edtica e adiministrativamente. Dividiu o imp\u00e9rio em satrap\u00edas,que eram governadas pelos s\u00e1trapas, construiu uma rede de estradas, integrando todo o imp\u00e9rio, criou um sistema de correio e a moeda-padr\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Decad\u00eancia<\/strong>\n<blockquote>Inicia no governo de Dario; na tentativa de conquistar a Gr\u00e9cia ( Guerra Medicas ) Enfraquecido , \u00e9 invadido por Alexandre Magno , rei maced\u00f4nico.<\/blockquote>\n<strong>Religi\u00e3o<\/strong>\n<blockquote>Zoroastro, reformador religioso.\n\nDuas divindades opostas; Ormus-Mazda e Arim\u00e3.\n\nCren\u00e7a na imortalidade da alma, na ressurei\u00e7\u00e3o dos mortos e no ju\u00edzo final.<\/blockquote>\n<strong>Artes<\/strong>\n\nA arquitetura foi a arte mais desenvolvida.\n\nCiro, o Grande (560-530 a.C..), tornou-se rei dos medos e persas, ap\u00f3s haver conquistado Ecb\u00e1tana e destronado Ast\u00edages (555 a.C..). Conquistou tamb\u00e9m a Babil\u00f4nia (539 a.C.). O imp\u00e9rio ia desde o Helesponto at\u00e9 as fronteiras da \u00cdndia.\n\nNo Imp\u00e9rio persa a grande fonte do direito era a vontade do soberano de direito divino. Transgredir a lei emanada do soberano era ofender a pr\u00f3pria divindade. Os crimes de menor import\u00e2ncia eram punidos com chibatada que podia ser, em parte, substitu\u00edda pela multa pecuni\u00e1ria.\n\nOs crimes mais graves eram severamente punidos com castigos b\u00e1rbaros como a marca a fogo, a mutila\u00e7\u00e3o, a cegueira e a pr\u00f3pria morte.\n\nA pena de morte era aplicada em casos de homic\u00eddio, estupro, aborto, grave desrespeito \u00e0 pessoa do rei, e trai\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Os rebeldes recebiam puni\u00e7\u00e3o exemplar<\/strong>: &#8220;eram levados \u00e0 corte real onde lhes cortavam o nariz e as orelhas; mostravam-no ao povo e em seguida eram conduzidos \u00e0 capital da prov\u00edncia em que se haviam revoltado e a\u00ed eram executados.\n\n<strong>Havia diversos processos de executar a pena m\u00e1xima<\/strong>: o veneno, a impala\u00e7\u00e3o, a crucifix\u00e3o, o enforcamento, o apedrejamento, etc.\n\n<strong>Apesar desses castigos severos, conv\u00e9m notar que a lei n\u00e3o permitia que se punisse com a pena de morte algu\u00e9m que houvesse cometido um \u00fanico crime; nem mesmo um escravo deveria ser punido com atrocidade por causa de uma \u00fanica falta: <\/strong>seus m\u00e9ritos deveriam ser levados em considera\u00e7\u00e3o.\n\nO rei era o supremo juiz, sobretudo em mat\u00e9ria penal. Em mat\u00e9ria civil encontramos, j\u00e1 sob o reinado de Cambises, filho de Ciro, ju\u00edzes nomeados pelo soberano.\n\n<strong>\u00c9 conhecido o caso de Sesamn\u00e9s, juiz real condenado \u00e0 morte por haver recebido dinheiro a fim de pronunciar uma senten\u00e7a injusta<\/strong>: ap\u00f3s a sua morte, arrancaram-lhe a pele e forraram com a mesma cadeira em que se costumava sentar para exercer suas fun\u00e7\u00f5es. Puni\u00e7\u00e3o aplicada por Cambises (530-522 a.C.).\n\n<strong>Outra pena tipicamente persa foi a do escafismo, ou seja, o supl\u00edcio dos botes<\/strong>: &#8220;tomavam-se dois botes ajust\u00e1veis, deitava-se de costa num deles o malfeitor, cobria-se com o outro. A cabe\u00e7a, as m\u00e3os e os p\u00e9s ficavam de fora, e o resto do corpo fechado.\n\nFaziam-no comer a for\u00e7a e picavam-lhe os olhos, passando-lhe na face uma mistura de leite e mel, deixando-o com o rosto exposto ao sol, que ficava coberto de moscas e formigas, restava no meio de seus pr\u00f3prios excrementos e os vermes que iam surgindo no meio da podrid\u00e3o de suas entranhas iam-lhe devorando o corpo.\n\nEvid\u00eancia a Hist\u00f3ria que Mitr\u00edades (quem teria criado tal pena) foi v\u00edtima desta pena, obra de sua pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o, morrendo depois de dezessete dias de doloroso mart\u00edrio&#8221;\n<h4>Antiguidade Oriental &#8211; Civiliza\u00e7\u00e3o<\/h4>\nAs principais civiliza\u00e7\u00f5es da Antiguidade oriental s\u00e3o a sum\u00e9ria, ass\u00edria, acadiana, eg\u00edpcia, hebraica, fen\u00edcia, hitita e persa.\n\nOs cretenses, apesar de estarem localizados no ocidente, apresentam caracter\u00edsticas comuns a outros povos da Antiguidade oriental.\n<h4>Mesopot\u00e2mia<\/h4>\nCompreende a regi\u00e3o entre os rios Tigre e Eufrates (atualmente parte do Iraque) conhecida como Mesopot\u00e2mia &#8211; terra entre rios, em grego. \u00c9 habitada desde 5.000 a.C. por tribos de origem semita. Entre 3.200 e 2.000 a.C. povos de outras origens, como os sum\u00e9rios, acadianos, ass\u00edrios, elamitas e caldeus, migram para a regi\u00e3o e fundam cidades-Estado independentes. Em 331 a.C. a regi\u00e3o \u00e9 dominada por Alexandre, o Grande, da Maced\u00f4nia.\n<h4>Sum\u00e9rios<\/h4>\nInstalam-se ao sul da Mesopot\u00e2mia entre 3.200 e 2.800 a.C. T\u00eam origem incerta. Surgem possivelmente no vale do rio Indo. Fundam cidades-Estado como Nippur, Kish, Ur, Uruk e Lagash. Dominam os semitas at\u00e9 2.300 a.C., quando s\u00e3o vencidos pelos acadianos. Restabelecem sua hegemonia em 2.050 a.C., mas n\u00e3o resistem \u00e0 invas\u00e3o dos semitas do deserto, em 1.950 a.C.\n\n<strong>Economia e sociedade sum\u00e9rias<\/strong>\n\nDesenvolvem a agricultura, com t\u00e9cnicas de irriga\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o de canais, diques e reservat\u00f3rios e a utiliza\u00e7\u00e3o de instrumentos de tra\u00e7\u00e3o animal. Empregam a metalurgia do bronze. Utilizam carros com rodas e desenvolvem atividades comerciais com outras cidades.\n\n<strong>Organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica sum\u00e9ria<\/strong>\n\nO centro pol\u00edtico e religioso \u00e9 representado pelo templo, que funciona tamb\u00e9m como n\u00facleo econ\u00f4mico (fabrica\u00e7\u00e3o de tijolos e ladrilhos, dep\u00f3sito de tributos e oferendas, empr\u00e9stimos). Sua autoridade m\u00e1xima \u00e9 o rei, tamb\u00e9m sumo sacerdote, com poder pol\u00edtico e militar heredit\u00e1rio. Os sacerdotes s\u00e3o respons\u00e1veis pela administra\u00e7\u00e3o do templo.\n\n<strong>Cultura e religi\u00e3o sum\u00e9rias<\/strong>\n\nCriam a escrita cuneiforme (grava\u00e7\u00e3o com estilete sobre t\u00e1bua de argila) e desenvolvem a cer\u00e2mica e a estatu\u00e1ria de pedra e metal. Possuem um sistema num\u00e9rico sexagesimal para medir o dia (24 horas, 60 minutos e 60 segundos). Dividem o c\u00edrculo em 360 graus e o ano em 12 meses. Praticam uma religi\u00e3o polite\u00edsta, na qual coexistem os deuses da natureza e os deuses ligados aos sentimentos.\n<h4>Acadianos<\/h4>\nOriginam-se de tribos semitas que habitam o vale mesopot\u00e2mico desde 2.400 a.C. Infiltram-se nas cidades-Estado sum\u00e9rias, at\u00e9 conquistar Kish. Estabelecem Akad como cidade hegem\u00f4nica e ampliam seu dom\u00ednio sobre a Mesopot\u00e2mia meridional, Elam e parte da \u00c1sia Menor, formando os Estados de Isin, Larsa e Babil\u00f4nia.\n<h4>Primeiro Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico<\/h4>\nForma-se a partir de 1.728 a.C., sob o reinado de Hamurabi, depois de campanhas militares contra cidades e povos vizinhos. Babel torna-se a capital do imp\u00e9rio e p\u00f3lo econ\u00f4mico e cultural.\n\nAs principais obras liter\u00e1rias mesopot\u00e2micas s\u00e3o transcritas para o acadiano. Em 1.513 a.C., o imp\u00e9rio babil\u00f4nico \u00e9 derrotado e saqueado pelos hititas, povo procedente da Capad\u00f3cia, na \u00c1sia Menor. Depois s\u00e3o dominados pelos cassitas, elamitas e ass\u00edrios.\n\nHamurabi (1.728 a.C.-1.686 a.C.), sexto rei da primeira dinastia babil\u00f4nica (amorritas), \u00e9 o fundador do Primeiro Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico. Consegue unificar os semitas e os sum\u00e9rios. Durante seu governo, cerca a capital com muralhas, impulsiona a agricultura, restaura os templos mais importantes e institui impostos e tributos em benef\u00edcio das obras p\u00fablicas.\n\n\u00c9 autor do famoso c\u00f3digo penal, o mais antigo da Hist\u00f3ria, que leva seu nome. O C\u00f3digo de Hamurabi estabelece regras de vida e de propriedade, estendendo a lei a todos os s\u00faditos do imp\u00e9rio. Determina penas para as infra\u00e7\u00f5es, baseadas na lei de tali\u00e3o (olho por olho, dente por dente).\n\n<strong>Sociedade acadiana<\/strong>\n\nNa pol\u00edtica, os acadianos criam um Estado centralizado e avan\u00e7am na arte militar. Desenvolvem a t\u00e1tica do deserto, com armamento leve, como o ven\u00e1bulo (lan\u00e7a), e grande mobilidade. Na religi\u00e3o, estabelecem novos deuses e passam a divinizar tamb\u00e9m o rei.\n<h4>Segundo Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico<\/h4>\nEntre 2.000 e 700 a.C, o imp\u00e9rio ass\u00edrio, de grande poder b\u00e9lico, estende seus limites ao Mediterr\u00e2neo, \u00e0s montanhas arm\u00eanias, \u00e0s costas do mar Negro, Chipre, Egito e N\u00fabia. Em 625 a.C., a Babil\u00f4nia, Estado acadiano, invade o territ\u00f3rio ass\u00edrio, destr\u00f3i todas as cidades e extermina seus habitantes.\n\nA conquista da Ass\u00edria aumenta o poder da Babil\u00f4nia, que se torna a mais not\u00e1vel cidade do oriente. O progresso econ\u00f4mico permite o seu embelezamento, com a constru\u00e7\u00e3o de pal\u00e1cios, templos e dos famosos jardins suspensos. Em 539 a.C., Ciro, rei dos Persas, conquista a Babil\u00f4nia.\n\nNabucodonosor (604 a.C-562 a.C), tamb\u00e9m conhecido como Nebuchadrezar II, filho do general Nabopolasar. D\u00e1 continuidade \u00e0 \u00e9poca de prosperidade e hegemonia babil\u00f4nicas. Durante seu reinado de 42 anos, a Babil\u00f4nia atinge seu per\u00edodo mais glorioso e fica conhecida como a &#8220;Rainha da \u00c1sia&#8221;. Constr\u00f3i a Torre de Babel e os famosos Jardins Suspensos.\n\nL\u00edder militar de grande energia e crueldade, aniquila os fen\u00edcios, derrota os eg\u00edpcios e obt\u00e9m a hegemonia no Oriente M\u00e9dio. Em 598 a.C. conquista Jerusal\u00e9m e realiza a primeira deporta\u00e7\u00e3o de judeus, que seguem para a Mesopot\u00e2mia, no epis\u00f3dio conhecido como &#8220;o cativeiro da Babil\u00f4nia&#8221;.\n<h4>Ass\u00edrios<\/h4>\nResultam da mesti\u00e7agem entre povos semitas, que emigram da Samaria (regi\u00e3o da Palestina), e povos que habitam o Tigre superior, por volta de 2.500 a.C. Constroem Assur e N\u00ednive, suas principais cidades-Estado.\n\n<strong>Economia e religi\u00e3o dos ass\u00edrios<\/strong>\n\nA propriedade da terra \u00e9 repartida entre a casta sacerdotal, rei e nobreza. Escravos e servos semilivres realizam o trabalho na agricultura e no artesanato. A agricultura se desenvolve com o surgimento da horticultura e com o aperfei\u00e7oamento t\u00e9cnico do arado. Polite\u00edstas, possuem um deus supremo, Assur. Constroem imensos pal\u00e1cios e esculturas monumentais.\n<h4>Eg\u00edpcios<\/h4>\nO vale do rio Nilo, com terras negras e f\u00e9rteis, \u00e9 a base da civiliza\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia. A fertilidade resulta da inunda\u00e7\u00e3o anual do rio (julho a outubro) e da deposi\u00e7\u00e3o do h\u00famus quando as \u00e1guas baixam.\n\n<strong>Unifica\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia<\/strong>\n\nA agricultura e o interc\u00e2mbio de produtos estimulam a sedentariza\u00e7\u00e3o e a miscigena\u00e7\u00e3o das tribos, que formam, no vale do Nilo, um \u00fanico povo, diferente dos bedu\u00ednos que habitam o deserto. Durante o Neol\u00edtico, s\u00e3o constru\u00eddas cidades-Estado sobre o eixo fluvial, como Tebas, M\u00eanfis e T\u00e2nis, que se relacionam ativamente.\n\nElas se unificam por volta de 3.000 a.C., introduzindo uma monarquia centralizada na figura do fara\u00f3, soberano heredit\u00e1rio e absoluto, considerado uma encarna\u00e7\u00e3o divina. As cidades-Estado s\u00e3o transformadas em nomos, divis\u00f5es administrativas da monarquia, governadas por nomarcas.\n\n<strong>Expans\u00e3o e decl\u00ednio do Egito<\/strong>\n\nAt\u00e9 2.700 a.C. o Egito se mant\u00e9m relativamente isolado de outros povos. As incurs\u00f5es contra os bedu\u00ednos do Sinai e a conquista das minas de cobre e pedras preciosas, por volta de 2.000 a.C., constituem os primeiros passos para romper esse isolamento. Entretanto, disputas internas e a invas\u00e3o dos hicsos, povo de origem caucasiana, interrompem essa expans\u00e3o.\n\nS\u00f3 ap\u00f3s a expuls\u00e3o dos hicsos, em 1.600 a.C., os eg\u00edpcios se lan\u00e7am na conquista de territ\u00f3rios da Mesopot\u00e2mia, S\u00edria, Palestina, Chipre, Creta e ilhas do mar Egeu. Em sentido contr\u00e1rio, o Egito sofre o ass\u00e9dio de gregos, filisteus, et\u00edopes, ass\u00edrios, persas, maced\u00f4nios e romanos. Em 332 a.C., Alexandre, o Grande, invade o Egito. Em 30 a.C. tem in\u00edcio o dom\u00ednio romano.\n\n<strong>Economia e sociedade eg\u00edpcias<\/strong>\n\nA agricultura e o interc\u00e2mbio de produtos naturais s\u00e3o a base da economia. Ap\u00f3s a unifica\u00e7\u00e3o, a terra passa dos cl\u00e3s \u00e0 propriedade do fara\u00f3, nobres e sacerdotes. Os membros dos cl\u00e3s s\u00e3o transformados em servos. As incurs\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 N\u00fabia, Som\u00e1lia, Sinai e Biblos introduzem o trabalho escravo nas minas e na constru\u00e7\u00e3o dos pal\u00e1cios, templos e pir\u00e2mides.\n\n<strong>Ci\u00eancia e cultura eg\u00edpcias<\/strong>\n\nDestacam-se na astronomia (elaboram o primeiro calend\u00e1rio lunar), arquitetura, engenharia e matem\u00e1tica, lan\u00e7ando os fundamentos da geometria e do c\u00e1lculo complexo. Criam as escritas hierogl\u00edfica (com ideogramas), hier\u00e1tica (para uso religioso) e dem\u00f3tica (para fins comuns). Desenvolvem t\u00e9cnicas de irriga\u00e7\u00e3o e de constru\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es.\n\n<strong>Religi\u00e3o eg\u00edpcia<\/strong>\n\nPolite\u00edsta e antropozoom\u00f3rfica (deuses representados por corpo ou cabe\u00e7a de animais). Aos poucos ganha predomin\u00e2ncia o culto ao deus Sol, com diferentes simbologias nas cidades-Estado. Acreditam no julgamento ap\u00f3s a morte e na reencarna\u00e7\u00e3o, fazendo oferendas aos defuntos. Entre 1.377 e 1.358 a.C., Amen\u00f3fis IV introduz o monote\u00edsmo, representado no culto a Aton, excluindo as divindades locais. O monote\u00edsmo \u00e9 abolido ap\u00f3s sua morte.\n\nFonte: www.conhecimentosgerais.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antiguidade Oriental, Per\u00edodo, Organiza\u00e7\u00e3o, Hist\u00f3ria, Artes, Civiliza\u00e7\u00e3o, Cultura, Economia, Religi\u00e3o, Imp\u00e9rio, Egito, Caracter\u00edsticas, Antiguidade Oriental<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-13941","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Antiguidade Oriental - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Antiguidade Oriental - 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