{"id":13519,"date":"2015-11-24T00:00:00","date_gmt":"2015-11-24T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/teorias-da-evolucao-2\/"},"modified":"2026-08-31T22:57:48","modified_gmt":"2026-08-31T22:57:48","slug":"teorias-da-evolucao-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/teorias-da-evolucao-2\/","title":{"rendered":"Teorias da Evolu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<strong>Defini\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nA defini\u00e7\u00e3o cient\u00edfica formal da teoria \u00e9 bem diferente do significado comum da palavra. Refere-se a uma explica\u00e7\u00e3o detalhada de alguns aspectos da natureza, que \u00e9 suportado por um vasto conjunto de evid\u00eancias.\n\nMuitas teorias cient\u00edficas s\u00e3o t\u00e3o bem estabelecida que nenhuma nova evid\u00eancia \u00e9 prov\u00e1vel para alter\u00e1-los substancialmente.\n\nPor exemplo, nenhuma nova evid\u00eancia demonstrar\u00e1 que a Terra n\u00e3o orbitam em torno do Sol (teoria helioc\u00eantrica), ou que os seres vivos n\u00e3o s\u00e3o feitos de c\u00e9lulas (teoria celular), que a mat\u00e9ria n\u00e3o \u00e9 composta de \u00e1tomos, ou que a superf\u00edcie da Terra n\u00e3o \u00e9 dividido em placas s\u00f3lidas que se mudaram em escalas de tempo geol\u00f3gicas (a teoria das placas tect\u00f4nicas).\n\nComo essas outras teorias cient\u00edficas fundamentais, a\u00a0<strong>teoria da evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0\u00e9 suportada por muitas observa\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias que confirmam que os cientistas est\u00e3o confiantes de que os componentes b\u00e1sicos da teoria n\u00e3o vai ser derrubada por novas provas.\n\nNo entanto, como todas as teorias cient\u00edficas, a\u00a0<strong>teoria da evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0est\u00e1 sujeita a cont\u00ednua refinamento como novas \u00e1reas de ci\u00eancia ou como surgem novas tecnologias permitem observa\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias que n\u00e3o eram poss\u00edveis anteriormente.\n\nUma das propriedades mais \u00fateis dos teorias cient\u00edficas \u00e9 que elas podem ser usadas para fazer previs\u00f5es sobre eventos naturais ou fen\u00f3menos que ainda n\u00e3o foram observados. Por exemplo, a teoria da gravita\u00e7\u00e3o previu o comportamento dos objetos na Lua e em outros planetas muito antes de as atividades de naves espaciais e astronautas confirmados eles.\n\nOs bi\u00f3logos evolucionistas que descobriram Tiktaalik previu que eles iriam encontrar f\u00f3sseis intermedi\u00e1rios entre peixes e animais terrestres limbed em sedimentos que eram cerca de 375 milh\u00f5es de anos.\n\nA descoberta confirma a previs\u00e3o feita com base na teoria evolutiva. Por sua vez, a confirma\u00e7\u00e3o de uma previs\u00e3o aumenta a confian\u00e7a em que a teoria.\n\nNa ci\u00eancia, um \u201cfato\u201d normalmente se refere a uma observa\u00e7\u00e3o, medi\u00e7\u00e3o, ou outro meio de prova que pode ser esperado para ocorrer da mesma forma em circunst\u00e2ncias semelhantes. No entanto, os cientistas tamb\u00e9m usam o termo \u201cverdade\u201d para se referir a uma explica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que foi testado e confirmado tantas vezes que n\u00e3o h\u00e1 mais uma raz\u00e3o para manter test\u00e1-lo ou \u00e0 procura de exemplos adicionais.\n\nA esse respeito, o passado ea ocorr\u00eancia cont\u00ednua da evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 um fato cient\u00edfico. Porque os elementos de prova que \u00e9 t\u00e3o forte, os cientistas n\u00e3o mais questionar se a evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica ocorreu e continua a ocorrer.\n\nEm vez disso, investigar os mecanismos da evolu\u00e7\u00e3o, a rapidez com que a evolu\u00e7\u00e3o pode acontecer, e quest\u00f5es relacionadas.\n\n<strong>O que \u00e9 a evolu\u00e7\u00e3o?<\/strong>\n\n<strong>Evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0\u00e9 o processo de transforma\u00e7\u00e3o gradual que se opera ao longo de determinado per\u00edodo de tempo que se traduz pela altera\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas dos seres vivos.\n\n<strong>Evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>, teoria em biologia que postula que os v\u00e1rios tipos de plantas, animais e outros seres vivos na Terra t\u00eam sua origem em outros tipos preexistentes e que as diferen\u00e7as distingu\u00edveis s\u00e3o devidas a modifica\u00e7\u00f5es em gera\u00e7\u00f5es sucessivas.\n\nA\u00a0<strong>teoria da evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0\u00e9 um dos pilares fundamentais da teoria biol\u00f3gica moderna.\n\nA\u00a0<strong>evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica<\/strong>\u00a0\u00e9 a mudan\u00e7a gen\u00e9tica em uma popula\u00e7\u00e3o de uma gera\u00e7\u00e3o para outra. A velocidade e a dire\u00e7\u00e3o da mudan\u00e7a s\u00e3o vari\u00e1veis com linhas de esp\u00e9cies diferentes e em momentos diferentes.\n\nA evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua ao longo de muitas gera\u00e7\u00f5es pode resultar no desenvolvimento de novas variedades e esp\u00e9cies. Da mesma forma, a incapacidade de evoluir em resposta \u00e0s mudan\u00e7as ambientais pode levar \u00e0 extin\u00e7\u00e3o, e geralmente leva.\n\nQuando os cientistas falam da evolu\u00e7\u00e3o como uma teoria, n\u00e3o querem dizer que \u00e9 uma mera especula\u00e7\u00e3o.\n\n\u00c9 uma teoria no mesmo sentido que as proposi\u00e7\u00f5es de que a Terra \u00e9 redonda em vez de plana ou de que nossos corpos s\u00e3o feitos de \u00e1tomos s\u00e3o teorias.\n\nA maioria das pessoas consideraria tais teorias fundamentais suficientemente testadas por evid\u00eancias emp\u00edricas para concluir que s\u00e3o de fato fatos.\n\nComo resultado da enorme quantidade de evid\u00eancias da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica acumulada nos \u00faltimos dois s\u00e9culos, podemos concluir com seguran\u00e7a que a evolu\u00e7\u00e3o ocorreu e continua ocorrendo.\n\nTodas as formas de vida, incluindo os humanos, evolu\u00edram de esp\u00e9cies anteriores, e todas as esp\u00e9cies de organismos ainda vivos continuam a evoluir hoje. Eles n\u00e3o s\u00e3o produtos finais imut\u00e1veis.\n\nPara aqueles que t\u00eam dificuldade em aceitar a evolu\u00e7\u00e3o por causa do que percebem como contradi\u00e7\u00f5es com suas cren\u00e7as religiosas fundamentais, pode ser \u00fatil distinguir a origem \u00faltima da vida de sua evolu\u00e7\u00e3o posterior.\n\nMuitos, sen\u00e3o a maioria dos cientistas biol\u00f3gicos aceitam que a vida primordial na Terra come\u00e7ou como resultado de ocorr\u00eancias naturais casuais 3,5-4 bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s. No entanto, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio acreditar nessa vis\u00e3o para aceitar que as criaturas vivas evolu\u00edram por meios naturais ap\u00f3s a origem da primeira vida.\n\nCharles Darwin modificou suas cren\u00e7as religiosas, como muitos outros, como resultado da descoberta de provas convincentes da evolu\u00e7\u00e3o.\n\nA f\u00e9 religiosa de Darwin tamb\u00e9m foi severamente desafiada pela morte de sua filha Annie, de 10 anos, em 1851. Aparentemente, ele passou a acreditar que seu Deus criou a ordem do universo, incluindo as regras da natureza que resultam na evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica.\n\nSeu famoso livro, On the Origin of Species (A Origem das Esp\u00e9cies), n\u00e3o era uma nega\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia de Deus. No entanto, ele rejeitou uma interpreta\u00e7\u00e3o literal da B\u00edblia judaico-crist\u00e3.\n\nSuas cren\u00e7as religiosas eram provavelmente muito semelhantes \u00e0s que defendem a &#8220;evolu\u00e7\u00e3o te\u00edsta&#8221; hoje.\n\n<strong>Ideias evolutivas pr\u00e9-darwinistas<\/strong>\n\nOs fil\u00f3sofos gregos, na antiguidade, explicavam a exist\u00eancia de fosseis como sendo de seres que se tinham extinguido devido a cat\u00e1strofes naturais.\n\nArist\u00f3teles (384-322 a. C.) referiu que os organismos se encontravam organizados de acordo com um plano; referiu tamb\u00e9m que os organismos apareceriam por gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea, isto \u00e9 a partir de mat\u00e9ria inerte, por a\u00e7\u00e3o de um princ\u00edpio ativo.\n\nAntes do s\u00e9c. XVIII existiam ideias sobre a origem dos seres vivos baseadas em mitos, supersti\u00e7\u00f5es e na ideia de um deus que tinha criado o mundo como o conhecemos.\n\nA religi\u00e3o difundia a vers\u00e3o b\u00edblica da cria\u00e7\u00e3o do mundo por deus como um dogma de f\u00e9. Esta \u00faltima vers\u00e3o designa-se por Criacionismo.\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Teorias da Evolu\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/tteoria19.jpg\" alt=\"Teorias da Evolu\u00e7\u00e3o\" width=\"174\" height=\"189\" \/>Carl Linn\u00e9<\/strong><\/p>\n<strong>Carl Linn\u00e9<\/strong>\u00a0(1707-1778) (conhecido por Lineu), bot\u00e2nico sueco, estabeleceu um sistema hier\u00e1rquico de classifica\u00e7\u00e3o dos seres vivos.\n\nLineu defendia que cada esp\u00e9cie possu\u00eda um conjunto de caracter\u00edsticas que correspondiam aos des\u00edgnios de Deus. Foi o criador da nomenclatura binominal.\n\n<strong>Linn\u00e9 prop\u00f4s que os animais e plantas fossem baptizados com um nome sempre com duas palavras:\u00a0<\/strong>a primeira ser\u00e1 o g\u00e9nero, e a segunda ser\u00e1 o restritivo espec\u00edfico.\n\nEste sistema ainda hoje \u00e9 utilizado da\u00ed que muitos o consideram o pai da taxonomia moderna.\n\n(Taxonomia \u00e9 o estudo e classifica\u00e7\u00e3o dos seres vivos com determinados princ\u00edpios)\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Teorias da Evolu\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/tteoria20.jpg\" alt=\"Teorias da Evolu\u00e7\u00e3o\" width=\"217\" height=\"321\" \/>Lamarck<\/strong><\/p>\n<strong>Jean Baptiste Lamarck<\/strong>\u00a0(1744-1829) explica os f\u00f3sseis como animais que no decurso do tempo se tinham extinguido.\n\nLamarck refere que as modifica\u00e7\u00f5es dos seres vivos dependem do ambiente em que se desenvolveram. Os animais t\u00eam capacidade de adapta\u00e7\u00e3o.\n\nO mecanismo que leva a essas adapta\u00e7\u00f5es \u00e9 explicado pela Lei do uso e do desuso e pela teoria das caracter\u00edsticas adquiridas.\n\nA\u00a0<strong>teoria de Lamarck<\/strong>\u00a0fica conhecida como Lamarckismo.\n\n<strong>Lei do uso e do desuso<\/strong>\n\nEsta lei estabelece que a necessidade cria o \u00f3rg\u00e3o e a fun\u00e7\u00e3o modifica-o. Ou seja se o \u00f3rg\u00e3o \u00e9 muito usado tem tend\u00eancia a desenvolver-se, se \u00e9 pouco usado atrofiase.\n\nLamarck d\u00e1 v\u00e1rios exemplos sendo o da girafa muito conhecido.\n\n<strong>Teoria das caracter\u00edsticas adquiridas<\/strong>\n\nLamarck afirmava que o meio ambiente estava permanentemente a sofrer altera\u00e7\u00f5es. Os seres vivos possu\u00edam a capacidade de transforma\u00e7\u00e3o com o objetivo de se adaptarem a essas mudan\u00e7as.\n\nAs transforma\u00e7\u00f5es adquiridas por uma esp\u00e9cie seriam transmitidas para aos seus descendentes. Com o passar do tempo (v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es) as esp\u00e9cies iam acumulando transforma\u00e7\u00f5es, dando origem a novas esp\u00e9cies.\n\n<strong>Exemplos em que se baseou:<\/strong>\n<blockquote>As cobras perderam as pernas por estas representarem uma dificuldade na sua movimenta\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da vegeta\u00e7\u00e3o. Como n\u00e3o eram utilizadas foram atrofiando-se at\u00e9 desaparecer.\nA girafa habita locais onde o solo \u00e9 seco e com pouca vegeta\u00e7\u00e3o de modo que para se alimentar tem de comer brotos de \u00e1rvores. Para isso a girafa foi se esticando para cima. Esse h\u00e1bito levou a que desenvolve-se o enorme pesco\u00e7o e as pernas anteriores, mais longas do que as posteriores.\nNas aves aqu\u00e1ticas as membranas existentes entre os dedos resultariam do uso das patas durante a nata\u00e7\u00e3o.<\/blockquote>\nA\u00a0<strong>teoria de Lamarck<\/strong>\u00a0foi posta em causa por Weissman (1880) que fez a experi\u00eancia de cortar as caudas a um grupo de ratos brancos, tendo a descend\u00eancia apresentado a cauda com o comprimento habitual.\n\nRepetiu a experi\u00eancia com os mesmos resultados ao longo de 22 gera\u00e7\u00f5es de ratos.\n\nAtualmente reconhece-se que o uso e desuso de determinado \u00f3rg\u00e3o afeta o seu desenvolvimento, mas essa caracter\u00edstica n\u00e3o \u00e9 transmitida \u00e0 descend\u00eancia.\n\n<strong>Evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 uma teoria ou um fato?<\/strong>\n\n\u00c9 ao mesmo tempo. Mas essa resposta exige olhar mais profundamente os significados das palavras \u201cteoria\u201d e \u201cfato\u201d\n\nNo uso cotidiano, \u201cteoria\u201d muitas vezes refere-se a um palpite ou uma especula\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Quando as pessoas dizem:<\/strong>\u00a0\u201cEu tenho uma teoria sobre por que isso aconteceu\u201d, eles chegam muitas vezes a uma conclus\u00e3o com base em evid\u00eancias fragment\u00e1rias ou inconclusivo.\n\n<strong>Evid\u00eancias da Teoria de Darwin<\/strong>\n\n<strong>Mudan\u00e7a continua<\/strong>\n\nUma das principais premissas em que assenta a teoria de Darwin \u00e9 que existe uma mudan\u00e7a cont\u00ednua do mundo vivo que n\u00e3o \u00e9 c\u00edclica.\n\nO estudo da paleontologia permite verificar que no passado a Terra foi habitada por seres diferentes dos atuais.\n\nA an\u00e1lise dos estratos das rochas sedimentares que cont\u00eam os f\u00f3sseis permitem nalguns casos perceber como era o ambiente na altura.\n\nO registo f\u00f3ssil permite observar as mudan\u00e7as evolutivas atrav\u00e9s da hist\u00f3ria da Terra. Pode-se estudar o aparecimento duma esp\u00e9cie desde o seu aparecimento at\u00e9 \u00e0 sua extin\u00e7\u00e3o.\n\nUma evolu\u00e7\u00e3o bem estudada \u00e9 a do cavalo, desde o Eoceno at\u00e9 \u00e0 atualidade.\n\n<strong>Origem comum<\/strong>\n\nDarwin prop\u00f4s que os animais e as plantas descendem de uma forma de vida ancestral comum. A hist\u00f3ria da vida representa-se como uma \u00e1rvore ramificada, chamada filogenia, que proporciona a todo o ser vivo uma hist\u00f3ria evolutiva comum.\n\nDarwin identificou a origem comum e designou-a por homologia.\n\nHomologia \u00e9 a semelhan\u00e7a de partes e \u00f3rg\u00e3os de organismos diferentes devido a uma origem embrion\u00e1ria semelhante. Estas estruturas podem ter ou n\u00e3o a mesma fun\u00e7\u00e3o.\n\nAs estruturas hom\u00f3logas sugerem ancestralidade comum.\n\nExistem diferentes graus de homologia que podem servir para apreciar a maior ou menor afinidade entre organismos.\n\nOs padr\u00f5es de homologias formados por uma origem comum com modifica\u00e7\u00f5es permitem-nos classificar os organismos de acordo com as suas rela\u00e7\u00f5es evolutivas.\n\n<strong>Multiplica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies<\/strong>\n\nDarwin referia que iam aparecendo novas esp\u00e9cies. O n\u00famero de esp\u00e9cies aumenta com o tempo mas por outro lado ocorre a extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies.\n\n<strong>Por esp\u00e9cie entende-se:\u00a0<\/strong>Descender de uma popula\u00e7\u00e3o ancestral comum Compatibilidade reprodutora interna mas incompat\u00edvel com outras esp\u00e9cies Exist\u00eancia dentro da esp\u00e9cie de coes\u00e3o fen\u00f3tipica e genotipica.\n\nQuando existem barreiras geogr\u00e1ficas impedindo os indiv\u00edduos de se reproduzirem entre si por vezes a evolu\u00e7\u00e3o de cada grupo d\u00e1 origem a uma nova esp\u00e9cie. Este tipo designa-se por especia\u00e7\u00e3o alop\u00e1trica.\n\nH\u00e1 possibilidade de haver especia\u00e7\u00e3o sem isolamento geogr\u00e1fico.\n\nAs diferentes popula\u00e7\u00f5es de uma esp\u00e9cie podem especializar-se para ocupar diferentes nichos. Designa-se esta especia\u00e7\u00e3o de especia\u00e7\u00e3o simp\u00e1trica.\n\nA produ\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ecologicamente distintas ou diversas a partir de uma origem ancestral comum designa-se radia\u00e7\u00e3o adaptativa.\n\nAcontece por exemplo associado a lagos e ilhas jovens que constituem novas oportunidades evolutivas para os organismos aqu\u00e1ticos e terrestres, respectivamente.\n\n<strong>Gradualismo<\/strong>\n\nEste conceito \u00e9 que grandes diferen\u00e7as fenotipicas entre esp\u00e9cies se produzem por acumula\u00e7\u00e3o de muitas mudan\u00e7as individuais ao longo do tempo evolutivo.\n\nO gradualismo estabelece a mudan\u00e7a \u00e9 gradual, portanto seriam de esperar encontrar esta evolu\u00e7\u00e3o nos f\u00f3sseis. Ora isto n\u00e3o acontece, faltam muitas formas interm\u00e9dias.\n\nSurge ent\u00e3o a ideia, em 1972, do equil\u00edbrio pontuado que estabelece que prop\u00f5e que a maior parte das popula\u00e7\u00f5es de organismos de reprodu\u00e7\u00e3o sexuada experimentam pouca mudan\u00e7a ao longo do tempo geol\u00f3gico, e quando ocorrem mudan\u00e7as evolutivas no fen\u00f3tipo, elas se d\u00e3o de forma rara e localizada em eventos r\u00e1pidos.\n\n<strong>Teorias evolutivas &#8211; Lamarckismo<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-152426 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Teoria3-300x154.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"154\" \/><strong>Teorias da Evolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<strong>Lamarck<\/strong>\u00a0foi quem primeiro sugeriu uma teoria de evolu\u00e7\u00e3o fundamentada, que explicava o modo de altera\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Assim, ao contr\u00e1rio dos seus contempor\u00e2neos, que se limitavam a defender as ideias evolucionistas, Lamarck desenvolveu um estudo acerca do modo como funciona a evolu\u00e7\u00e3o. A teoria resultante de tal estudo chama-se Lamarckismo.\n\n<strong>Lamarck estabeleceu duas leis para explicar a evolu\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0A lei do uso e do desuso; a lei da heran\u00e7a dos caracteres adquiridos. Para Lamarck, os seres tinham de se adaptar ao ambiente onde viviam. Assim, a adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 mais uma capacidade de se desenvolver de acordo com o ambiente onde vive e de transmitir tal desenvolvimento, do que um acontecimento.\n\nSegundo este autor, a fun\u00e7\u00e3o faz o \u00f3rg\u00e3o, isto \u00e9, se ocorre uma mudan\u00e7a brusca no ambiente, e o indiv\u00edduo passa a utilizar muito um determinado \u00f3rg\u00e3o, ent\u00e3o esse \u00f3rg\u00e3o vai desenvolver-se, tornando-se maior, mais forte ou mais sens\u00edvel. Caso o indiv\u00edduo deixe de utilizar esse \u00f3rg\u00e3o, ent\u00e3o vai ocorrer a sua atrofia.\n\n<strong>\u00c9 isto que explica e lei do uso e do desuso:<\/strong>\u00a0se o ambiente faz com que haja a necessidade do desenvolvimento de certo \u00f3rg\u00e3o, ou vice-versa, vai ocorrer o desenvolvimento ou atrofia desse \u00f3rg\u00e3o.\n\nA lei da heran\u00e7a dos caracteres heredit\u00e1rios diz que os \u00f3rg\u00e3os que se adaptaram em determinado indiv\u00edduo s\u00e3o transmitidos geneticamente. Assim, todos os indiv\u00edduos, desde que necessitem, sofrem altera\u00e7\u00f5es que transmitem aos descendentes. Deste modo, a transmiss\u00e3o gen\u00e9tica dos caracteres adquirido leva \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o,relativamente aos fatores ambientais. Isto equivale a dizer que a finalidade faz o \u00f3rg\u00e3o \u2013 lei da adapta\u00e7\u00e3o.\n\nEsta teoria Lamarckista foi fortemente criticada, por um lado, devido \u00e0 ideia que transmitia, de que a evolu\u00e7\u00e3o era o caminho para a perfei\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, tendo assim um objetivo; por outro lado, a teoria n\u00e3o foi comprovada experimentalmente, pois um indiv\u00edduo que fa\u00e7a uso dos seus m\u00fasculos pode n\u00e3o ter como descenentes indiv\u00edduos com a musculatura desenvolvida.\n\nApesar de a lei do uso e do desuso estar parcialmente correta, as altera\u00e7\u00f5es que ocorrem a n\u00edvel som\u00e1tico (do corpo) n\u00e3o s\u00e3o transmitidas geneticamente, pelo que a lei da heran\u00e7a dos caracteres adquiridos est\u00e1 comprovada como sendo errada, uma vez que as \u00fanicas altera\u00e7\u00f5es que s\u00e3o transmitidas \u00e0 descend\u00eancia s\u00e3o as que ocorrem nos g\u00e2metas, ou c\u00e9lulas sexuais, mas que n\u00e3o se manifestam no progenitor.\n\nLamarck ficou conhecido pela primeiro cientista que tentou explicar a evolu\u00e7\u00e3o, sem recorrer a ideias criacionistas.\n\n<strong>Teorias evolutivas &#8211; Darwinismo<\/strong>\n\nNa sua viagem \u00e0 volta do mundo no Beagle\u00a0<strong>Darwin<\/strong>\u00a0recolheu os dados suficientes para desenvolver uma teoria da evolu\u00e7\u00e3o, que se viria a demonstrar correta.\n\nOs f\u00f3sseis observados por Darwin, tal como aqueles f\u00f3sseis de conchas encontrados por estes em montanhas bastante altas, e o livro de Lyell fizeram permitir a explica\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios aspectos que ainda n\u00e3o estavam esclarecidos na teoria de Darwin. Segundo Lyell, os processos geol\u00f3gicos ocorrem lentamente, pelo que a Terra dever\u00e1 ter milh\u00f5es de anos. Deste modo, tamb\u00e9m a vida se encontra em constante mudan\u00e7a e, para ocorrer evolu\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio tempo (a idade que Lyell previu para a Terra veio permitir a quantidade de tempo necess\u00e1ria para ocorrer evolu\u00e7\u00e3o).\n\nA diversidade de seres que se podem observar consoante o continente inspirou Darwin a pensar que alguns daqueles seres deveriam ter antepassados comuns.\n\nIsto \u00e9, apesar da enorme diversidade de seres, alguns apresentam caracter\u00edsticas muito semelhantes, que levam a crer na sua origem comum.\n\nDarwin tomou como exemplo as tartarugas existentes nas ilhas Gal\u00e1pagos pois, apesar de se ocuparem territ\u00f3rios muito pr\u00f3ximos, apresentam diferen\u00e7as que permitem que cada esp\u00e9cie de tartaruga esteja melhor adaptada ao ambiente onde vive.\n\nDarwin observou que, ao longo de gera\u00e7\u00f5es, o Homem foi seleccionando esp\u00e9cies com caracter\u00edsticas desej\u00e1veis, perpetuando-as atrav\u00e9s de cruzamentos planeados. No entanto, ao longo das gera\u00e7\u00f5es, as esp\u00e9cies v\u00e3o apresentando cada vez mais diferen\u00e7as dos seus ancestrais selvagens.\n\nDarwin foi tamb\u00e9m influenciado pelas reflex\u00f5es de Malthus, segundo as quais as popula\u00e7\u00f5es t\u00eam tend\u00eancia a crescer exponencialmente.\n\n<strong>Apoiado nisto, Darwin desenvolve uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es que influenciam o aumento e diminui\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n\n<strong>Disponibilidade de alimento<\/strong>\n<blockquote>Fornecimento de energia radiante\nTeor h\u00eddrico do solos\nRela\u00e7\u00e3o presa\/predador\nDura\u00e7\u00e3o de vida (quanto mais tempo viver um indiv\u00edduo, maior a descend\u00eancia)\nCompeti\u00e7\u00e3o (pelo territ\u00f3rio, pelo alimento, pela f\u00eamea)\nParasitismo\nCoopera\u00e7\u00e3o (conduz ao aumento da popula\u00e7\u00e3o)\nEstas condi\u00e7\u00f5es foram o ponto de partida para a explica\u00e7\u00e3o da necessidade de haver indiv\u00edduos mais bem adaptados.<\/blockquote>\n<strong>A partir disto, Darwin desenvolveu a teoria da sele\u00e7\u00e3o natural, que se baseia nos seguintes pontos:<\/strong>\n\nCada popula\u00e7\u00e3o tem tend\u00eancia a crescer exponencialmente se se verificarem condi\u00e7\u00f5es \u00f3ptimas no ambiente. Isto leva a uma superprodu\u00e7\u00e3o de descendentes.\n\nComo o ambiente n\u00e3o comporta todos os descendentes, ocorrer\u00e1 uma luta pela sobreviv\u00eancia entre os indiv\u00edduos da popula\u00e7\u00e3o sobrevivendo apenas alguns \u2013 os mais aptos.\n\nQualquer popula\u00e7\u00e3o \u00e9 caracterizada pela exist\u00eancia de grande variabilidade entre os indiv\u00edduos que a ela pertencem.\n\nOs indiv\u00edduos que apresentam caracter\u00edsticas que lhes conferem vantagem competitiva num determinado ambiente s\u00e3o mantidas por sele\u00e7\u00e3o, ocorrendo assim uma sobreviv\u00eancia e reprodu\u00e7\u00e3o diferenciais.\n\nOs que n\u00e3o apresentam vantagem s\u00e3o eliminados ou apresentam menor n\u00famero de descendentes.\n\nA sobreviv\u00eancia e reprodu\u00e7\u00e3o diferenciais conduzem a uma gradual altera\u00e7\u00e3o nas caracter\u00edsticas da popula\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Teorias evolutivas &#8211; Neodarwinismo<\/strong>\n\nAs ideias de\u00a0<strong>Darwin<\/strong>, embora experimentalmente comprovadas, ainda n\u00e3o haviam sido explicadas, faltava saber como \u00e9 que ocorrem as altera\u00e7\u00f5es que levam \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o, e qual o processo que as permite passar de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o.\n\nA primeira quest\u00e3o p\u00f4de ser resolvida ao definir-se o conceito de muta\u00e7\u00e3o. No entanto, s\u00f3 se p\u00f4de explicar a sele\u00e7\u00e3o natural quando surgiu a gen\u00e9tica. Assim, \u00e0 jun\u00e7\u00e3o das ideias de Darwin com os fatos descobertos atrav\u00e9s da gen\u00e9tica chamamos Neodarwinismo ou teoria sint\u00e9tica da evolu\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Esta nova corrente baseia-se em dois fatores vitais:<\/strong>\u00a0a variabilidade gen\u00e9tica e a sele\u00e7\u00e3o natural.\n\n<strong>Variabilidade gen\u00e9tica<\/strong>\n\nA sele\u00e7\u00e3o natural, para ocorrer, requer que haja variabilidade. Esta variabilidade ocorre quando se d\u00e1 uma muta\u00e7\u00e3o \u2013 fator mais importante \u2013 ou devido a uma recombina\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica.\n\n<strong>Causas da variabilidade:<\/strong>\n<blockquote><strong>Ocorr\u00eancia de muta\u00e7\u00f5es nas c\u00e9lulas germinativas:<\/strong>\u00a0introduzem novidade gen\u00e9tica no fundo gen\u00e9tico de uma popula\u00e7\u00e3o, pois quando a muta\u00e7\u00e3o for dominante e ben\u00e9fica altera profundamente o fundo gen\u00e9tico da popula\u00e7\u00e3o.<strong>\nReprodu\u00e7\u00e3o sexuada:<\/strong>\u00a0\u2013 Meiose -Crossing-over\nDisjun\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria dos cromossomas hom\u00f3logos em Anafase I (determinada pela distribui\u00e7\u00e3o na placa equatorial)<strong>\nFecunda\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Pela jun\u00e7\u00e3o ao acaso dos g\u00e2metas<\/blockquote>\n<strong>Sele\u00e7\u00e3o natural e evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nA sele\u00e7\u00e3o ocorre, n\u00e3o devido \u00e0 ocorr\u00eancia de altera\u00e7\u00f5es no gen\u00f3tipo de determinado indiv\u00edduo, mas sim devido \u00e0 ocorr\u00eancia de alter\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas no fundo gen\u00e9tico de uam popula\u00e7\u00e3o.\n\nPara definir a quantidade de alelos e de gen\u00f3tipos fala-se em frequ\u00eancia gen\u00e9tica, que se relaciona com a frequ\u00eancia dos alelos, e em frequ\u00eancia genot\u00edpica, que diz respeito \u00e0 frequ\u00eancia dos gen\u00f3tipos.\n\nHardy e Weinberg formularam uma lei que diz que em popula\u00e7\u00f5es muito grandes em que ocorre panmixia (cruzamentos ao acaso) \u2013 popula\u00e7\u00f5es panm\u00edticas \u2013 e que n\u00e3o estejam sujeitas a press\u00f5es seletivas, a frequ\u00eancia gen\u00e9tica (de cada alelo) tende a manter-se constante, de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Quando h\u00e1 de fato, em popula\u00e7\u00f5es muito grandes, press\u00f5es seletivas que levem a uma adapta\u00e7\u00e3o de deetrminadas esp\u00e9cies, tanto a frequ\u00eancia gen\u00e9tica como genot\u00edpica v\u00e3o alterar-se:<\/strong>\n<blockquote>Frequ\u00eancia gen\u00e9tica (p ou q)= n\u00ba de cada alelo\/n\u00ba total de genes\nFrequ\u00eancia genot\u00edpica = n\u00ba de cada gen\u00f3tipo\/ n\u00ba total de indiv\u00edduos<\/blockquote>\nCada popula\u00e7\u00e3o possui um conjunto de alelos que a caracterizam, ocorrendo, segundo a lei de Hardy- Weinberg, que a frequ\u00eancia de cada um dos alelos se mant\u00e9m, caso se mantenham as consci\u00e7\u00f5es ambientais.\n\nEste cunjunto de alelos, o fundo gen\u00e9tico da popula\u00e7\u00e3o, confere aos indiv\u00edduos da popula\u00e7\u00e3o capacidades adaptativas para determinado espa\u00e7o em determinado per\u00edodo de tempo.\n\n<strong>No entanto, o gen\u00f3tipo dos indiv\u00edduos da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 igual:<\/strong>\u00a0h\u00e1 variabilidade. Esta variabilidade vai permitir a adapta\u00e7\u00e3o de alguns indiv\u00edduos, aqueles que possuam maiores capacidades adaptativas para determinado ambiente, no caso de ocorrer uma altera\u00e7\u00e3o brusca no ambiente, que venha a tornar a frequ\u00eancia de alelos do fundo gen\u00e9tico desadaptado.\n\nAssim, quando ocorre uma altera\u00e7\u00e3o no ambiente, os indiv\u00edduos que possuam caracter\u00edsticas que os permitam adaptar-se \u00e0s novas condi\u00e7\u00f5es sobrevivem e deixam maior descend\u00eancia, e aqueles que tiverem estas caracter\u00edsticas deixar\u00e3o menor descend\u00eancia.\n\nPode ent\u00e3o afirmar-se que quanto maior a diversidade de indiv\u00edduos, maior a probabilidade de adapta\u00e7\u00e3o a um novo ambiente, pois pelo menos um dos indiv\u00edduos possuir\u00e1 as caracter\u00edsticas necess\u00e1rias para sobreviver a este novo desafio.\n\n<strong>Naturalmente, o conceito de mais apto varia consoante o tempo:<\/strong>\u00a0o indiv\u00edduo que se conseguiu adaptar ao novo ambiente podia n\u00e3o estar muito bem adaptado ao ambiente anterior.\n\nVai ent\u00e3o haver uma tend\u00eancia para o aumento da frequ\u00eancia g\u00e9nica do alelo que permitir melhor adapta\u00e7\u00e3o ao novo ambiente, ocorrendo, aos poucos, o desapareciento do alelo que determinava as caracter\u00edsticas mais aptas ao ambiente anterior.\n\n\u00c9 de salientar a influ\u00eancia do Homem na sele\u00e7\u00e3o natural, pois este, nos \u00faltimos 50 anos tem provocado altera\u00e7\u00f5es significativas no ambiente, alterando a frequ\u00eancia dos genes de certas esp\u00e9cies.\n\nFa\u00e7amos ainda a distin\u00e7\u00e3o entre aptid\u00e3o evolutiva, que se trata da contribui\u00e7\u00e3o de um indiv\u00edduo para a distribui\u00e7\u00e3o dos seus alelos \u00e0 gera\u00e7\u00e3o seguinte, e adapta\u00e7\u00e3o evolutiva, que se trata de cada um dos v\u00e1rios meios de aumentar a aptid\u00e3o evolutiva, portanto o n\u00famero de descendentes.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.biologia-ar.hpg.ig.com.br\/www.geocities.com\/www2.palomar.edu\/plato.stanford.edu\/www.valerio.bio.br\/ucmp.berkeley.edu\/www.open.edu\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teorias da Evolu\u00e7\u00e3o, Humana, Tipos, Defini\u00e7\u00e3o, Adapta\u00e7\u00e3o, Processo, Evid\u00eancias, Seres, Caracter\u00edsticas, Sele\u00e7\u00e3o, O que \u00e9, Teorias da Evolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2562,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-13519","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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