{"id":13386,"date":"2015-11-18T00:00:00","date_gmt":"2015-11-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/"},"modified":"2026-08-31T22:56:20","modified_gmt":"2026-08-31T22:56:20","slug":"jatoba-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/jatoba-2\/","title":{"rendered":"Jatob\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n\n<strong>Nome: <\/strong>Jatob\u00e1\n\n<strong>Nome<\/strong> <strong>Cient\u00edfico:<\/strong> Hymenaea courbaril\n\n<strong>Nomes Populares: <\/strong>jatob\u00e1, jata\u00ed, jata\u00ed-amarelo, jata\u00ed-peba, jita\u00ed, farinheira, imbi\u00fava.\n\n<strong>Sinon\u00edmia Bot\u00e2nica:<\/strong> Hymenaea stilbocarpa Hayne\n\n<strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Leguminosae &#8211; Caesalpinoideae\n\n&nbsp;\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba18.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba31.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\n<strong>Altura m\u00e9dia:<\/strong> 15-20 metros\n\n<strong>Folhas:<\/strong> Compostas de dois fol\u00edolos, lisos, brilhantes, 6- 14 cm.\n\n<strong>Flores:<\/strong> Pequenas, brancas com pedunculos marrons.\n\n<strong>Fruto:<\/strong> Casca muito dura,marrom, 15 cm.\n\n<strong>Sementes:<\/strong> Duas a quatro em cada fruto, cobertas por um p\u00f3 comest\u00edvel de cheiro peculiar e forte.\n<p align=\"left\"><strong>Etimologia<\/strong><\/p>\nA palavra Hymenaea deriva de &#8220;hymen&#8221; com o significado de &#8220;deus das uni\u00f5es&#8221; em alus\u00e3o \u00e0s duas folhas (fol\u00edolos) unidas, caracter\u00edstica das plantas deste g\u00eanero.\n\nO nome popular &#8220;jatob\u00e1&#8221; \u00e9 origin\u00e1rio da l\u00edngua guarani com o significado de &#8220;folha dura&#8221; ou &#8220;\u00e1rvore de fruto duro&#8221;.\n\nJ\u00e1 o nome &#8220;jata\u00ed&#8221; deriva da palavra guarani &#8220;jata-yva&#8221; com o significado de &#8220;fruto comest\u00edvel&#8221;.\n<h4>Caracter\u00edsticas Morfol\u00f3gicas<\/h4>\nAltura de quinze a vinte metros, com tronco de at\u00e9 um metro de di\u00e2metro. Folhas compostas de dois fol\u00edolos brilhantes, de seis a catorze cent\u00edmetros de comprimento.\n\nS\u00e3o \u00e1rvores de tamanhos vari\u00e1veis de 5 a 40 m de altura dependendo da esp\u00e9cie.\n\nA mais alta \u00e9 o <strong>jatob\u00e1<\/strong> amaz\u00f4nico (Hymenaea courbaril) e o menor \u00e9 o <strong>jatob\u00e1 do cerrado<\/strong> (Hymenaea stigonocarpa). Existem ainda mais duas esp\u00e9cies na mata atl\u00e2ntica &#8211; Hymenaea altissima (Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo) e Hymenaea rubriflora (Bahia e Esp\u00edrito Santo), mais uma esp\u00e9cie na Amaz\u00f4nia (Hymenaea parvifolia) e uma esp\u00e9cie ainda n\u00e3o descrita ou pouco conhecida no cerrado do Mato Grosso do Sul. As flores em todas as esp\u00e9cies s\u00e3o brancas, exceto na esp\u00e9cie rara Hymenaea rubriflora que s\u00e3o vermelhas.\n\nOs frutos em todas as esp\u00e9cies s\u00e3o muito semelhantes, variando um pouco apenas no tamanho. Consiste numa vagem (legume) indeiscente (que n\u00e3o se abre sozinha), de forma subcil\u00edndrica, de 7-20 cm de comprimento, com uma casca (exocarpo) dura e quebradi\u00e7a, de cor variando do marrom ao vermelho-acastanhado.\n\nCont\u00e9m 1-6 sementes duras envoltas por uma polpa seca, farin\u00e1cea, adocicada, comest\u00edvel, de sabor e cheiro muito caracter\u00edsticos.\n\n<strong>Ocorr\u00eancia:<\/strong> Piau\u00ed at\u00e9 o norte do Paran\u00e1 na floresta semidec\u00eddua, tanto em solos de alta como de m\u00e9dia fertilidade (cerrad\u00f5es).\n<h4>Madeira<\/h4>\nPesada, (densidade 0,96 g\/cm3) muito dura ao corte, de m\u00e9dia resist\u00eancia ao ataque de insetos xil\u00f3fagos sob condi\u00e7\u00f5es naturais; alburno branco-amarelado, espesso e nitidamente diferenciado do cerne.\n<h4>Fenologia<\/h4>\nFloresce durante os meses de outubro a dezembro. Os frutos amadurecem a partir do m\u00eas de julho.\n<h4>Regi\u00f5es de ocorr\u00eancia<\/h4>\nA esp\u00e9cie Hymenaea courbaril ocorre em toda a regi\u00e3o amaz\u00f4nica e nordeste do pa\u00eds, enquanto a variedade stilbocarpa \u00e9 amplamente distribu\u00edda em todo o Brasil Central, S\u00e3o Paulo e Mato Grosso do Sul, em matas ciliares e na floresta semidec\u00eddua. A outra esp\u00e9cie amaz\u00f4nica, Hymenaea parvifolia, \u00e9 mais freq\u00fcente no baixo Amazonas. J\u00e1 a esp\u00e9cie Hymenaea stigonocarpa \u00e9 caracter\u00edstica e exclusiva do cerrado. As demais esp\u00e9cies s\u00e3o exclusivas da mata atl\u00e2ntica.\n<h4>Utilidade<\/h4>\nPelo ferimento de seu tronco fornece uma resina conhecida como &#8220;jutaicica&#8221; ou &#8220;copal&#8221; empregada na ind\u00fastria de vernizes. Seu tronco tamb\u00e9m fornece madeira dura incorrupt\u00edvel, pesada (densidade m\u00e9dia de 0,95 g\/cm3), de cor vermelho-pardacenta, muito dur\u00e1vel quando fora do ch\u00e3o, utilizada para constru\u00e7\u00e3o pesada, esteios, vigas, assoalhos, carrocerias, , m\u00f3veis, ton\u00e9is, etc. Sua casca fornece corante amarelo. Sua resina, folhas e sementes s\u00e3o utilizadas na medicina caseira.\n\nA polpa das sementes \u00e9 rica em c\u00e1lcio e magn\u00e9sio e al\u00e9m de fornecer alimento a fauna, \u00e9 \u00f3tima para alimenta\u00e7\u00e3o humana. Seus frutos s\u00e3o comercializados em feiras regionais de todas as regi\u00f5es onde ocorre esta planta. A polpa \u00e9 consumida &#8220;in natura&#8221; e na forma de gel\u00e9ia, licor e farinhas para bolos p\u00e2es e mingaus.\n\nExistem dezenas de receitas para confec\u00e7\u00e3o de bolachas, p\u00e3es, bolos e mingaus com a farinha de <strong>jatob\u00e1<\/strong>.\n\nA madeira \u00e9 empregada na constru\u00e7\u00e3o civil, como ripas, caibros, vigas, para acabamentos internos, como marcos de portas, tacos, e t\u00e1buas para assoalhos, para confec\u00e7\u00e3o de artigos de esportes, cabos de ferramentas, pe\u00e7as torneadas, esquadrias e m\u00f3veis.\n\nA \u00e1rvore, de f\u00e1cil multiplica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o pode faltar na composi\u00e7\u00e3o de reflorestamentos heterog\u00eaneos e na arboriza\u00e7\u00e3o de parques e jardins. Os frutos cont\u00e9m uma farinha comest\u00edvel e muito nutritiva, consumida tanto pelo homem como pelos animais silvestres.\n\nFonte: www.clubedasemente.org.br\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n\n<h4>Nome cient\u00edfico<\/h4>\nHymenaea courbaril (sinon\u00edmia: Hymenaea stilbocarpa) \u0096 do Piau\u00ed ao norte do Paran\u00e1 em solos de m\u00e9dia a alta fertilidade; Hymenaea stignocarpa \u0096 jatob\u00e1mata atl\u00e2ntica dos Estados -do-cerrado; Hymenaea altissima \u0096 na mata atl\u00e2ntica dos Estados do Rio de Janeiro e de S\u00e3o Paulo; Hymenaea rubriflora \u0096 na da Bahia e do Esp\u00edrito Santo; Hymenaea parviflora \u0096 esp\u00e9cie da regi\u00e3o Amaz\u00f4nica\n\n<strong>Fam\u00edlia:<\/strong> Fab\u00e1ceas (sinon\u00edmia: Leguminosas)\n\n<strong>Nome comum: <\/strong>Jatob\u00e1, jata\u00ed, jita\u00ed, jata\u00ed-amarelo, jatob\u00e1-mi\u00fado, jatob\u00e1-do-cerrado\n\n<strong>Origem:<\/strong> Brasil\n<h4>Descri\u00e7\u00e3o e caracter\u00edstica da planta<\/h4>\n\u00c1rvore perene, cujo porte varia com a esp\u00e9cie e o local onde as plantas se encontram (esp\u00e9cies do cerrado crescem menos do que as outras em diferentes locais).\n\nAs de maior porte podem atingir 15 a 20 metros de altura e 1 metro de di\u00e2metro do tronco e as do cerrado, 6 a 9 metros de altura e 0,30 a 0,50 metro de di\u00e2metro do tronco. As folhas s\u00e3o compostas de 2 fol\u00edolos inteiros com 6 a 15 cent\u00edmetros de comprimento cada.\n\nOs fol\u00edolos das esp\u00e9cies do cerrado s\u00e3o \u00e1speros ao tato e de consist\u00eancia cori\u00e1cea (quebradi\u00e7os ao dobr\u00e1-lo), enquanto que as demais s\u00e3o lisas e brilhantes. As flores de todas as esp\u00e9cies s\u00e3o brancas, com exce\u00e7\u00e3o da Hymenaea rubriflora que s\u00e3o vermelhas. Os frutos variam de 7 a 20 cent\u00edmetros de comprimento e formato subcil\u00edndrico.\n\nA cor da casca dos frutos em desenvolvimento \u00e9 verde e \u00e0 medida que se aproxima da matura\u00e7\u00e3o, torna-se marrom \u00e0 vermelho-acastanhada. No interior de cada fruto cont\u00e9m 1 a 6 sementes envoltas por uma polpa seca, farin\u00e1cea, comest\u00edvel, de sabor e cheiro caracter\u00edstico. As sementes s\u00e3o arredondadas a ovais, com 1,5 a 2 cent\u00edmetros de comprimento e de cor castanho a preta.\n\nAs plantas se desenvolvem bem em condi\u00e7\u00f5es de clima ameno a quente, solos com boa drenagem e pouco exigentes em fertilidade e umidade do solo. A propaga\u00e7\u00e3o \u00e9 feita exclusivamente por sementes e a sua germina\u00e7\u00e3o ocorre 15 a 25 dias ap\u00f3s a semeadura.\n<h4>Produ\u00e7\u00e3o e produtividade<\/h4>\nO <strong>jatobazeiro<\/strong> apresenta um crescimento lento, principalmente em solos de baixa fertilidade. O florescimento ocorre de outubro a dezembro e a matura\u00e7\u00e3o dos frutos de julho a setembro. Por ser uma \u00e1rvore nativa de florestas e de cerrados n\u00e3o existem dados sobre a produtividade, mas uma \u00e1rvore adulta produz centenas a milhares de frutos anualmente.\n<h4>Utilidade<\/h4>\nA polpa farin\u00e1cea \u00e9 comest\u00edvel ao natural ou utilizada no preparo de gel\u00e9ias, licores, bolos, p\u00e3es e mingaus. Os frutos s\u00e3o apreciados pelos animais silvestres.\n\nAs folhas, os frutos e uma resina transparente s\u00e3o usados na medicina caseira. A sua madeira \u00e9 pesada, dura, muito usada nas constru\u00e7\u00f5es civis, carpintaria, marcenaria e artesanatos. Ela \u00e9 recomendada para recomposi\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e na arboriza\u00e7\u00e3o de grandes parques.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba19.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\nFonte: www.globoruraltv.globo.com\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba30.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\n\n<h4>Jatob\u00e1 &#8211; Hymenaea courbaril L. Caesalpiniaceae<\/h4>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA <\/strong>\n\nOcorre desde a Am\u00e9rica Central, estendendo-se largamente pela Amaz\u00f4nia e chegando at\u00e9 S. Paulo. Tamb\u00e9m nas Guianas, Suriname, Venezuela, Col\u00f4mbia, Antilhas e Bol\u00edvia.\n\nHabita as matas de terra firme e mais raramente no campo e nas capoeiras, onde os indiv\u00edduos s\u00e3o relativamente menores.\n\n<strong>DENOMINA\u00c7\u00d5ES VULGARES:<\/strong> Jatob\u00e1, juta\u00ed-a\u00e7\u00fa, cataqu\u00ed-iamani, j. grande, jata\u00ed, jataizinho, jata\u00ed-a\u00e7\u00fa, jata\u00edba, jata\u00ed grande, jata\u00ed-peba, jata\u00ed-uva, Jatioba, jatob\u00e1 de anta, j. de porco, j. roxo, j. trapuca, j. verdadei-ro, jatub\u00e1, ju-ta\u00ed caf\u00e9, j. mirim, j. pororoca, j. roxo, yatayba, \u00e1rvore copal, copal, c. americano, c. do Brasil, courbaril.\n<h4>CARACTER\u00cdSTICAS GERAIS DA \u00c1RVORE<\/h4>\n\u00c1rvore de grande porte, alcan\u00e7ando at\u00e9 25 metros de altura, tronco grosso, de 1,0 m de di\u00e2metro, reto, cil\u00edndrico, casca acinzentada, lisa, exudando resina.\n\nCopa frondosa. Folhas alternas, compostas, 2-folioladas; fol\u00edolos mais ou menos falciformes, glabros, lustrosos, base assim\u00e9trica, \u00e1pice acuminado e margem integra com pequenas gl\u00e2ndulas transl\u00facidas. Infloresc\u00ean-cia em cimeiras terminais curtas, com flores brancas ou avermelhadas. Fruto, vagem indeiscente, espessa, lenhosa, um pouco comprida ou achatada, castanho-avermelhada, contendo 2-4 (6) sementes envolvidas numa polpa amarelo-p\u00e1lido, adocicada, farin\u00e1cea, comest\u00edvel.\n\n<strong>As outras s\u00e3o: <\/strong>altlesima (Rio de Janeiro), Iongllolla (Bahia), e estibocarpa (Goi\u00e1s, Bahia, S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1).\n<h4>CARACTER\u00cdSTICAS GERAIS DA MADEIRA<\/h4>\nMadeira muito pesada (0,80 a 1,00 g\/cm3); alburno bege, bem distinto do cerne avermelhodo a castanho avermelhado, \u00e0s vezes com manchas escuras; gr\u00e3 direita a irregular; textu-ra m\u00e9dia a grosseira; cheiro e gosto impercept\u00edveis. Segundo a literatura \u00e9 f\u00e1cil de serrar, moderadamente dif\u00edcil de aplainar e dif\u00edcil de pregar e aparafusar. Apresenta comportamento bom na confec\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as torneadas, recebendo acabamen-to agrad\u00e1vel. \u00c9 altamente resistente a cupins e moderadamente resistente a fungos.\n\n<strong>DESCRI\u00c7\u00c3O ANAT\u00d4MICA MACROSC\u00d3PICA <\/strong>\n\nPoros vis\u00edveis a olho nu, poucos, m\u00e9dios e grandes, solit\u00e1rios e m\u00faltiplos de 2 e 3; vazios ou obstru\u00eddos. Linhas vasculares bem distintas, longas, retil\u00edneas, de conte\u00fado escuro. Raios numerosos, notados a olho desarmado; no plano tangencial s\u00e3o baixos, dispostos de maneira irregular. Par\u00eanquima axial visto mesmo sem aux\u00edlio de lente, paratraqueal aliforme e tamb\u00e9m em linhas marginais. Ca-madas de crescimento demar-cadas pelo par\u00eanquima marginal.\n<h4>PRINCIPAIS USOS<\/h4>\nConstru\u00e7\u00e3o civil, carro\u00e7aria, postes, to-n\u00e9is, ebanisteria, dormentes, m\u00f3veis finos, laminados, esteios, tacos para assoalhos, tanoaria, vigamentos, bengalas, cabos ferra-mentas, arcos de instrumentos musicais, estacas e constru\u00e7\u00e3o de pianos. marcenaria e acabamento, carpintaria em geral, compensados e faqueados decorativos.\n\nFonte: www.conhecendoamadeira.com\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba32.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\n<strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Leguminosae \u0096 Caesalpinioideae.\n\n<strong>Nomes vulgares:<\/strong> Jatob\u00e1, juta\u00ed, juta\u00ed-a\u00e7u, juta\u00ed-bravo, juta\u00ed-grande, jata\u00ed, jata\u00ed-a\u00e7u, jata\u00ed-grande, jata\u00ed-peba, jata\u00ed-uba, jata\u00ed-uva, jata\u00edba, jata\u00faba, jatioba, jati\u00faba, jupati, copal, dentre outros.\n\n<strong>Sinon\u00edmias: <\/strong>Hymenaea animifera Stokes, H. candolleana Kunth, H. courbaril var. obtusifolia Ducke, H. courbaril var. stilbocarpa (Hayne) Y. T. Lee &amp; Lang., H. multiflora Kleinhoonte, H. resinifera Salisb., H. retusa Willd. ex Hayne, H. stilbocarpa Hayne e Inga megacarpa M. E. Jones.\n<h4>Esp\u00e9cies relacionadas de maior interesse<\/h4>\n<strong>Outras esp\u00e9cies do g\u00eanero Hymenaea s\u00e3o conhecidas pelos mesmos nomes vulgares, apresentam caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas muito semelhantes e s\u00e3o utilizadas comercialmente sem distin\u00e7\u00e3o, mas podem ser diferenciadas de H. courbaril atrav\u00e9s das seguintes caracter\u00edsticas:<\/strong> H. parvifolia apresenta tronco com casca \u00e1spera; fol\u00edolos com nervura central destacada e nervuras secund\u00e1rias imersas na face abaxial; fruto de forma ov\u00f3ide a obov\u00f3ide com geralmente uma semente; ocorre em toda \u00e1rea da Bacia Amaz\u00f4nica. H. oblongifolia apresenta fruto de forma ov\u00f3ide a obov\u00f3ide com geralmente uma semente; ocorre em toda \u00e1rea da Bacia Amaz\u00f4nica. H. intermedia apresenta tronco com casca \u00e1spera; fol\u00edolos com nervura central e secund\u00e1rias salientes e pouco reticuladas na face abaxial; fruto de forma ov\u00f3ide a obov\u00f3ide com raramente mais do que 1-2 sementes; ocorre na Amaz\u00f4nica Central e Oriental. H. reticulata apresenta fol\u00edolos com nervuras terci\u00e1rias vis\u00edveis na face abaxial, formando um ret\u00edculo; fruto de forma oblonga a cil\u00edndrica com 2 a 6 sementes ou mais; ocorre na Amaz\u00f4nia Central e Ocidental.\n<h4>Usos da esp\u00e9cie<\/h4>\nA madeira apresenta alta densidade b\u00e1sica, cerne vermelho a castanho-avermelhado, alburno brancoacinzentado, gr\u00e3 regular a irregular e textura m\u00e9dia a grossa, sendo empregada em constru\u00e7\u00e3o civil, marcenaria, pe\u00e7as torneadas, instrumentos musicais e laminados.\n\nO caule exsuda uma resina, rica em terpenos e conhecida como \u0093jutaicica\u0094 ou \u0093copal-da-am\u00e9rica\u0094, que pode ser utilizada na fabrica\u00e7\u00e3o de vernizes. O endocarpo do fruto \u00e9 comest\u00edvel, podendo ser consumido \u0093in natura\u0094, usado na prepara\u00e7\u00e3o de farinhas, doces e bebidas, ou utilizado na alimenta\u00e7\u00e3o de animais dom\u00e9sticos.\n\nAs sementes s\u00e3o empregadas na fabrica\u00e7\u00e3o de j\u00f3ias e outros objetos artesanais. A casca e a seiva do tronco s\u00e3o usadas na fitoterapia popular.\n\nA \u00e1rvore pode ser plantada em monocultura ou sistemas agroflorestais, com potencial de uso na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas; devido ao seu porte e necessidade de expans\u00e3o de suas ra\u00edzes, \u00e9 recomendada para arboriza\u00e7\u00e3o de parques e como quebra-vento em pastagens.\n<h4>Descri\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica<\/h4>\nA \u00e1rvore atinge, geralmente, 30-45m de altura com di\u00e2metro \u00e0 altura do peito de at\u00e9 2m. A casca lisa (raramente \u00e1spera com fissuras e sulcos profundos), externamente de colora\u00e7\u00e3o cinza ou castanhoacinzentada, possui espessura de at\u00e9 3cm e colora\u00e7\u00e3o interna marrom-avermelhada. O sistema radicular \u00e9, geralmente, grande e superf icial. As folhas s\u00e3o pecioladas, bifoliadas e com disposi\u00e7\u00e3o alterna; os fol\u00edolos s\u00e3o subs\u00e9sseis, com disposi\u00e7\u00e3o oposta e formato oblongolanceolado e falciforme; a base \u00e9 desigual; o \u00e1pice \u00e9 atenuado a acuminado; a margem \u00e9 inteira; a l\u00e2mina \u00e9 lustrosa, glabra e cori\u00e1cea; a nervura central \u00e9 proeminente e as secund\u00e1rias s\u00e3o planas na face abaxial.\n\nAs flores s\u00e3o actinomorfas, hermafroditas, unicarpelares e uniloculares, estando dispostas em pan\u00edculas terminais; as 4 s\u00e9palas s\u00e3o verde-cremes; as 5 p\u00e9talas s\u00e3o brancas a creme-alaranjadas. O fruto \u00e9 uma vagem indeiscente, lenhosa, glabra, oblonga a cil\u00edndrica, que mede 8-15cm de comprimento; o exocarpo \u00e9 espesso e vermelho-escuro; o endocarpo \u00e9 farin\u00e1ceo, adocicado e amarelo-claro.\n\nAs sementes, em n\u00famero de 2 a 6 por fruto ou mais, apresentam formato obov\u00f3ide a elips\u00f3ide, medem 1,8- 2,8cm de comprimento, 1,4-2,0cm de largura, 0,8-1,4cm de espessura e pesam 2,1-6,2g; o tegumento \u00e9 p\u00e9treo, liso e pardo-claro a pardo-escuro. A pl\u00e2ntula glabra apresenta cotil\u00e9dones carnosos, s\u00e9sseis e com disposi\u00e7\u00e3o oposta; e\u00f3filos simples de disposi\u00e7\u00e3o oposta, formato ovado, base reniforme assim\u00e9trica, \u00e1pice obtuso, margem inteira e colora\u00e7\u00e3o verde-escura; met\u00e1filos bifoliolados com disposi\u00e7\u00e3o alterna; fol\u00edolos el\u00edptico-falcados, com base obl\u00edqua, \u00e1pice acuminado, margem inteira e colora\u00e7\u00e3o verde-clara.\n<h4>Ecologia<\/h4>\nOcorre desde o sul do M\u00e9xico at\u00e9 grande parte da Am\u00e9rica do Sul, incluindo o Brasil, Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Col\u00f4mbia, Peru e Bol\u00edvia; no Brasil, ocorre do norte at\u00e9 o sudeste. \u00c9 encontrada em altitudes de at\u00e9 900m acima do n\u00edvel do mar, em solos arenosos e argilosos bem drenados de terra firme e em v\u00e1rzeas altas, mas raramente em campos abertos. Cresce bem em zonas \u00famidas com precipita\u00e7\u00e3o anual entre 1.500 e 3.000mm.\n<h4>Flora\u00e7\u00e3o e frutifica\u00e7\u00e3o<\/h4>\nOs eventos reprodutivos s\u00e3o iniciados aos 8-12 anos de idade e n\u00e3o s\u00e3o necessariamente anuais. Em Curu\u00e1- Una\/Par\u00e1, floresce entre setembro e outubro, frutifica entre mar\u00e7o e julho e desfolha quase que totalmente entre junho e agosto. Na Amaz\u00f4nia Central, floresce de agosto a novembro e frutifica de fevereiro a setembro. Uma \u00e1rvore adulta produz, em m\u00e9dia, 800 frutos, mas pode alcan\u00e7ar at\u00e9 2.000 frutos.\n<h4>Obten\u00e7\u00e3o de sementes<\/h4>\nA coleta pode ser feita no ch\u00e3o ou diretamente na \u00e1rvore, quando os frutos apresentarem colora\u00e7\u00e3o marrom e iniciarem a queda espont\u00e2nea. O transporte dos frutos \u00e9 realizado em sacos de r\u00e1fia para evitar excesso de umidade, aquecimento e prolifera\u00e7\u00e3o de microrganismos.\n<h4>Beneficiamento<\/h4>\nA extra\u00e7\u00e3o consiste na quebra do fruto com martelo ou bast\u00e3o de madeira. A retirada do endocarpo farin\u00e1ceo \u00e9 feita com uma faca, seguida pela macera\u00e7\u00e3o das sementes, em \u00e1gua corrente sobre peneira. O teor de \u00e1gua das sementes varia de 9 a 12%. Em m\u00e9dia, 1000 sementes pesam 4-5kg, mas podem variar de 2 a 6kg e, por conseguinte, 1kg de sementes pode conter 166 a 500 unidades.\n<h4>Armazenamento das sementes<\/h4>\nAs sementes podem ser armazenadas em temperatura ambiente por, no m\u00ednimo, 2 anos. N\u00e3o existem informa\u00e7\u00f5es sobre o armazenamento de sementes com graus de umidade inferiores a 9% e sob temperatura subzero. Portanto, as sementes podem ser ortodoxas ou intermedi\u00e1rias.\n<h4>Germina\u00e7\u00e3o das sementes<\/h4>\n<strong>As sementes devem ser submetidas, antes da semeadura, a tratamento para a supera\u00e7\u00e3o da impermeabilidade do tegumento, como:<\/strong> escarifica\u00e7\u00e3o manual no lado oposto a protrus\u00e3o da rad\u00edcula, seguida de imers\u00e3o em \u00e1gua, por 24 horas; imers\u00e3o em \u00e1gua quente, at\u00e9 a temperatura voltar \u00e0 ambiente; ou imers\u00e3o em \u00e1cido sulf\u00farico concentrado, por 30 minutos, seguida por lavagem em \u00e1gua corrente, por 10 minutos.\n\nA semeadura pode ser feita, a 1cm de profundidade e 10cm de dist\u00e2ncia, em sementeira com areia peneirada lavada ou em embalagem individual. A germina\u00e7\u00e3o \u00e9 ep\u00edgea e fanerocotiledonar, iniciando aos 20 dias e finalizando aos 40 dias, com porcentagem de 80-100%.\n\n<strong>Propaga\u00e7\u00e3o vegetativa:<\/strong> \u00c9 poss\u00edvel obter material para micropropaga\u00e7\u00e3o utilizando explantes de pl\u00e2ntulas.\n\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o de mudas no viveiro:<\/strong> As mudas devem ser repicadas para sacos de polietileno, contendo terra preparada com esterco curtido, quando os e\u00f3filos tornarem-se vis\u00edveis. Devem ser mantidas em viveiro, com sombreamento parcial, e ser transplantadas quando atingirem cerca de 30cm de altura.\n\n<strong>Fitossanidade: <\/strong>A \u00e1rvore apresenta resist\u00eancia a pragas e doen\u00e7as. As sementes podem ser atacadas por alguns cole\u00f3pteros e d\u00edpteros.\n\n<strong>Maria da Gl\u00f3ria Gon\u00e7alves de Melo<\/strong>\n\n<strong>\u00c2ngela Maria da Silva Mendes<\/strong>\n\n<strong>Bibliografia<\/strong>\n\nFerreira, C.A.C. &amp; Sampaio, P.T.B. 2000. Jatob\u00e1 (Hymenaea courbaril). In: Clay, J.W. et al. Biodiversidade amaz\u00f4nica: exemplos e estrat\u00e9gias de utiliza\u00e7\u00e3o. Manaus, PDET. p.216-225.\nFlores, E.M. &amp; Benavides, C.E. 1990. Germination and morphology of the seedling of Hymeneae courbaril L. Caesalpiniaceae. Revista de Biologia Tropical, 38:91-98.\nLangenheim, J.H. et al. 1973. An evolutionary and ecological perspective of Amazonian Hylaea species of Hymenaea (Leguminosae: Caesalpinioideae). Acta Amazonica, 3: 5- 38.\nLoureiro, A.A. et al. 1979. Ess\u00eancias madeireiras da Amaz\u00f4nia. v.II. Manaus, INPA\/SUFRAMA. 187p.\n\nFonte: www.rsa.ufam.edu.br\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba20.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\n<strong>Origem do nome: <\/strong>Em tupi va-at\u00e3-yba significa \u0093\u00e1rvore de fruto duro\u0094.\n\n<b>Partes usadas: <\/b>Resina e casca\n\n<b>Fam\u00edlia: <\/b>Fabaceae\n\n<strong>Informa\u00e7\u00f5es<\/strong>\n\n\u00c1rvore de grande porte, muito esgalhada e frondosa. A casca exsuda um b\u00e1lsamo resinoso arom\u00e1tico.\n\nOs frutos se apresentam como grossas vagens que se desprendem inteiras, contendo entre 2 a 6 sementes, envolvidas por uma polpa farinosa, de cor amarela, adocicada e comest\u00edvel. Flores amareladas. Encontrada em campos e capoeiras altas da terra firme.\n\nCultivada atrav\u00e9s das sementes.\n\nA esp\u00e9cie \u00e9 recomendada para reflorestamentos heterog\u00eaneos e reposi\u00e7\u00e3o de mata ciliar, em solos bem drenados ou com inunda\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas de r\u00e1pida dura\u00e7\u00e3o.\n<h4><b>Caracter\u00edsticas<\/b><\/h4>\n\u00c1rvore grande (entre 15 e 20 m e tronco que chega a 1 m de di\u00e2metro) de folhas alternas, pecioladas. Suas flores s\u00e3o mi\u00fadas. Seu fruto s\u00e3o vagens de aproximadamente 24 cm de comprimento. Sua resina \u00e9 usada na fabrica\u00e7\u00e3o de vernizes.\n\n<b>Dicas de Cultivo: <\/b>Pouco exigente em fertilidade e umidade de solo. Floresce durante os meses de outubro-dezembro. Os frutos amadurecem a partir do m\u00eas de julho.\n\n<b>Outros Nomes: <\/b>Jata\u00ed, jata\u00ed-a\u00e7u, jata\u00edba, aboti-timbai;<strong> Ing<\/strong>.: locust-tree; <strong>Esp.<\/strong>: algarroba.\n\n<b>Princ\u00edpio ativo: <\/b>Pectina, sais minerais, proteinas, gorduras e mucilagens.\n\n<b>Propriedades: <\/b>Adstringentes, peitoral, verm\u00edfuga, estom\u00e1quica.\n\n<b>Indica\u00e7\u00f5es: <\/b>Combate cistites, dis\u00faria, an\u00faria, prostatite, blenorragia (seiva). A sua resina misturada ao mel ou a sua casca por decoc\u00e7\u00e3o, combate a tosse eficazmente.\n\nFonte: www.amazonsat.com.br\/www.cantoverde.org\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba25.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\n<strong>NOME INDIGENA: Jatob\u00e1, vem do tupi e significa:<\/strong> \u0093fruto de casca dura\u0094.\n\n<strong>Origem:<\/strong> Floresta semidecidua (que perdem as folhas numa \u00e9poca do ano) da bacia do rio Paran\u00e1 e floresta da mata atl\u00e2ntica desde Minas Gerais ao Rio grande do Sul e Floresta amaz\u00f4nica de Terra firme, Brasil\n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\nArvore de tronco reto, e casca acinzentada e lisa que cresce de 10 a 35 m de altura com copa globosa e densa. As folhas s\u00e3o compostas de dois fol\u00edolos com forma que lembra uma meia lua, s\u00e3o brilhantes e de textura coriacea (rija como couro). As flores nascem em pan\u00edculas corimbosas (pequeno cacho em que as flores saem de pontos diferentes da mesma haste) terminais. Cada flor \u00e9 formada de 4 s\u00e9palas c\u00f4ncavas, amarronzadas e pubescentes no dorso (coberta de pequenos pelos) e 5 p\u00e9talas brancas.\n\n<strong>Dicas para cultivo:<\/strong> planta subtropical e tropical que resiste a geadas de at\u00e9 \u0096 3 grau, pode ser cultivada em todo o Brasil, em qualquer altitude; adapta-se a qualquer tipo de solo, que drenem bem as \u00e1guas da chuva ou at\u00e9 solos arenosos, sujeito a inunda\u00e7\u00f5es na beira de rios.\n\n<strong>Mudas: <\/strong>Sementes s\u00e3o dormentes se forem secas, quando plantada logo, germinam em 40 a 60 dias se forem deixadas por 2 minutos em \u00e1gua com temperatura de 80 graus e resfriadas e deixadas em \u00e1gua a temperatura ambiente por 24 horas. As mudas crescem r\u00e1pido, mais apreciam ambiente sombreado para forma\u00e7\u00e3o. A frutifica\u00e7\u00e3o inicia-se com 8 a 15 anos, dependendo do solo e tratos culturais.\n\n<strong>Plantando:<\/strong> Pode ser plantada a pleno sol ou em reflorestamentos mistos para aproveitamento da madeira, de modo que deve plantar uma linha de eucalipto ou pinus e uma linha de <strong>jatob\u00e1<\/strong> um ano ap\u00f3s o plantio dos primeiros que far\u00e3o com que a planta cres\u00e7a na vertical, evitando o denso engalhamento quando a planta \u00e9 cultivada em pleno sol. No pomar planta-se num espa\u00e7amento de 10&#215;10 m, Irrigar com 10 l de \u00e1gua por semana nos primeiros 2 meses.\n\n<strong>Cultivando:<\/strong> Fazer apenas podas de forma\u00e7\u00e3o da copa e eliminar os galhos que nascerem na base do tronco se quizer que a arvore cres\u00e7a ou caso prefira que produza uma copa arredondada, pode o broto terminal e fa\u00e7a podas de modelagem a cada 2 anos. Adubar com composto org\u00e2nico, pode ser (8 litros) cama de frango + 50 gr de N-P-K 10-10-10 dobrando essa quantia a cada ano at\u00e9 o 4\u00aa ano.\n\n<strong>Usos: <\/strong>Os frutos do <strong>Jatob\u00e1<\/strong> tem polpa farinhenta e doce que pode ser consumida in-natura ou usados para fazer bolos, tortas, doces etc&#8230;\n\nFonte: frutasraras.sites.uol.com.br\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba28.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\nFam\u00edlia Leguminosae, mesma do feij\u00e3o, do baru, da copa\u00edba e do pau-brasil.\n\nA fam\u00edlia \u00e9 a primeira entre as mais importantes em termos de n\u00famero de esp\u00e9cies lenhosas (arbustos e \u00e1rvores). S\u00e3o mais de 150 esp\u00e9cies agrupadas em tr\u00eas subfam\u00edlias.\n\n<strong>Outros nomes: <\/strong>Jatob\u00e1, jatob\u00e1-do-campo, jatob\u00e1-da-serra, jatob\u00e1-cap\u00e3o, jatob\u00e1-de-casca-fina, jata\u00ed.\n\n<strong>De como, no prazo duma hora s\u00f3, careci de ir me vendo escorando rifle (&#8230;) trepado em jatob\u00e1 e pequizeiro, deitado no azul duma lage grande. Guimar\u00e3es Rosa em Grande Sert\u00e3o: <\/strong>Veredas, pg. 228, em 1956.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba21.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nA &#8211; <\/strong>Jatob\u00e1-do-cerrado com cerca de cinco metros de altura, n\u00facleo Rural Boa Esperan\u00e7a II, Distrito Federal, 14\/10\/06;<strong>\nB &#8211; <\/strong>Ritidoma (casca) do jatob\u00e1-do-cerrado;<strong>\nC: <\/strong>Folhas alternas, bifolioladas (compostas por dois fol\u00edolos) caracter\u00edsticas dos jatob\u00e1s.<\/p>\nArvoreta ou \u00e1rvore (Foto A) de at\u00e9 10 metros de altura amplamente utilizada por todas as popula\u00e7\u00f5es tradicionais do bioma Cerrado. Ocorre em cerrados e cerrad\u00f5es e mesmo sem flores pode ser identificada facilmente pelas suas folhas, que s\u00e3o alternas ecompostas por dois fol\u00edolos.\n\nDizem que a folha do <strong>jatob\u00e1<\/strong> parece um par de pulm\u00f5es, o que j\u00e1 indicaria suas propriedades medicinais no fortalecimento das vias respirat\u00f3rias superiores e aparelho cardio-vascular. As folhas e ramos mais jovens possuem pilosidade.\n\nOs bot\u00f5es s\u00e3o recobertos por vilosidade (p\u00ealos bem curtos com textura de veludo) cor de ferrugem (Fotos D e E). Suas flores brancas (Foto F) com at\u00e9 05 cm de di\u00e2metro s\u00e3o polinizadas por morcegos.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba22.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nD: <\/strong>Bot\u00e3o floral do jatob\u00e1-do-cerrado em desenvolvimento, 03\/12\/2005; <strong>\nE: <\/strong>Bot\u00e3o se abrindo em flor, 21\/12\/2005.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba23.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nF: <\/strong>Flor do jatob\u00e1-do-cerrado, com destaque para o aparelho feminino composto por ov\u00e1rio estilete e estigma, e para o aparelho masculino por 10 estames, que s\u00e3o formados por filete e antera.<\/p>\n<p class=\"imagem\" align=\"left\">Durante a poliniza\u00e7\u00e3o os gr\u00e3os de p\u00f3len s\u00e3o depositados no estigma. O p\u00f3len, ent\u00e3o, projeta um fin\u00edssimo tubo, chamado tubo pol\u00ednico, que leva o gameta masculino aos \u00f3vulos localizados no ov\u00e1rio, onde ocorre a fecunda\u00e7\u00e3o.<\/p>\nVagens de jatob\u00e1 e cocos for\u00e3o o alimento exclusivo de quase 3.000 pessoas durante oito tremendos e intermin\u00e1veis dias. Tunay em Narrativas Militares, pg. 48, de 1878.\n\nAp\u00f3s a fecunda\u00e7\u00e3o dos gametas femininos, o ov\u00e1rio come\u00e7a a se desenvolver para formar o fruto (Foto G) do jatob\u00e1.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba24.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nG: <\/strong>Frutos de jatob\u00e1-do-cerrado coletados no N\u00facleo Rural Boa Esperan\u00e7a I, DF, em 14 de outubro de 2006, detalhe de fruto aberto para obten\u00e7\u00e3o de farinha e sementes<strong>\nH: <\/strong>Farinha e 08 sementes obtidos a partir de um fruto de jatob\u00e1-do-cerrado.<\/p>\nA farinha do jatob\u00e1 do campo \u00e9 utilizada em receitas de biscoitos, bolos p\u00e3es, doces e sorvetes. Alguns benef\u00edcios da farinha de <strong>jatob\u00e1<\/strong> na alimenta\u00e7\u00e3o foram analisados em trabalho de formula\u00e7\u00e3o de biscoitos sem a\u00e7\u00facar e fonte de fibras alimentares, para diab\u00e9ticos ou pessoa sob restri\u00e7\u00e3o alimentar.\n\nOs rendimentos das farinhas do <strong>jatob\u00e1-do-cerrado<\/strong> e do<strong> jatob\u00e1-da-mata <\/strong>foram de 12,69% e 11,07%, em pesquisa realizada na regi\u00e3o de Goi\u00e2nia.\n\nA porcentagem \u00e9 o peso da farinha em rela\u00e7\u00e3o ao peso de semente e casca. O rendimento levemente superior do <strong>jatob\u00e1 do cerrado<\/strong>, possivelmente devido \u00e0 menor espessura da casca de seu fruto.\n<h4>Usos Medicinais<\/h4>\nOs usos medicinais registrados pela bibliografia para o <strong>jatob\u00e1-do-cerrado <\/strong>s\u00e3o no tratamento de problemas respirat\u00f3rios, como expectorante, verm\u00edfugo, para dores no est\u00f4mago, no peito e nas costas, pode estimular o apetite, no combate de problemas nos rins e vias urin\u00e1rias, f\u00edgado, infec\u00e7\u00e3o intestinal e como cicatrizante.\n\nAs folhas e a casca do <strong>jatob\u00e1-da-mata<\/strong> (Hymenaea silbocarpa) possuem um grupo de subst\u00e2ncias (terpenos e fen\u00f3licos) com propriedades antif\u00fangicas, antibacterianas, moluscidas comprovadas em v\u00e1rios estudos, o que valida as hist\u00f3rias de ambas esp\u00e9cies no uso contra v\u00e1rios males.\n\nO <strong>jatob\u00e1-da-mata<\/strong> \u00e9 uma esp\u00e9cie pr\u00f3xima do <strong>jatob\u00e1-do-cerrado<\/strong> e ocorre na Mata Atl\u00e2ntica, Amaz\u00f4nia e algumas forma\u00e7\u00f5es florestais no Cerrado.\n\nA seiva do<strong> jatob\u00e1<\/strong> pode ser encontrada em lojas de produtos naturais e barracas de raizeiros em sua regi\u00e3o de ocorr\u00eancia. \u00c9 importante buscarmos saber a proced\u00eancia da seiva e as condi\u00e7\u00f5es de extra\u00e7\u00e3o.\n\nO IBAMA \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por licenciar a extra\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos da flora nativa, como a seiva e outros produtos dos <strong>jatob\u00e1s da mata e do cerrado<\/strong>. Todos n\u00f3s produtores, coletores, consumidores e poder p\u00fablico devemos contribuir para a cultura do uso sustent\u00e1vel de valiosos recursos da flora do Cerrado, tal como o jatob\u00e1-do-cerrado.\n\n<strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas <\/strong>\n\nAlmeida, S.P. 1998. Cerrado: Aproveitamento Alimentar. Planaltina: EMBRAPA-CPAC. 188p.\nALMEIDA, S.P.; PROEN\u00c7A, C.E.B.; SANO, S.M.; RIBEIRO, J.F. , 1998. Cerrado: esp\u00e9cies vegetais \u00fateis. Planaltina: EMPRAPA-CEPAC.\nATTUCH, I.M. 2006. Conhecimentos Tradicionais do Cerrado: sobre a mem\u00f3ria de Dona Flor, raizeira e parteira. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado em Antropologia Social pela Universidade de Bras\u00edlia, UnB. www.unb.br\/ics\/dan\/Dissertacao205.pdf\nCunha, Ant\u00f4nio Geraldo da, 1924. Dicion\u00e1rio Hist\u00f3rico das palavras portuguesas de origem tupi \/ Ant\u00f4nio Geraldo da Cunha; pref\u00e1cio-estudo de Ant\u00f4nio Houaiss. 4 ed. S\u00e3o Paulo: Companhia Melhoramentos; Bras\u00edla: Universidade de Bras\u00edlia, 1998.\nLorenzi, H. 2000. \u00c1rvores Brasileiras: manual de identifica\u00e7\u00e3o e cultivo de plantas arb\u00f3reas nativas do Brasil, vol. 1. 3. ed. Nova Odessa, SP.\nMOBOT, Misouri Botanical Garden. http:\/\/mobot.mobot.org\/cgi-bin\/search_vast?onda=N13020524\nRamos, A.C.S. et al. Fitogeografia de Hymenaea stigonocarpa, o jatob\u00e1-do-cerrado. http:\/\/web2.sbg.org.br\/ResumosSelecionados\/14889resumoGP133.pdf\nRodrigues, V. E. G. &amp; Carvalho, D. A. 2001. Plantas Medicinais no Dom\u00ednio dos Cerrados. Lavras: UFLA. 180p.\nSilva, D.B. da; et al., 2001. Frutas do Cerrado. Bras\u00edlia: Emprapa Informa\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica.\nSilva J\u00fanior, M.C. et al. 2005. 100 \u00c1rvores do Cerrado: guia de campo. Bras\u00edlia, Ed. Rede de Sementes do Cerrado, 278p.\nSilva, M. R., et al. 2001a. UTILIZA\u00c7\u00c3O TECNOL\u00d3GICA DOS FRUTOS DE JATOB\u00c1-DO-CERRADO E DE JATOB\u00c1-DA-MATA NA ELABORA\u00c7\u00c3O DE BISCOITOS FONTES DE FIBRA ALIMENTAR E ISENTOS DE A\u00c7\u00daCARES. Cienc. Tenol. Aliment., Campinas, 21 (2): 176-182. www.scielo.br\/pdf\/cta\/v21n2\/7463.pdf\nSilva, M. R., et al. 2001b. Avalia\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica, F\u00edsica e Sensorial de Biscoitos Enriquecidos com Farinha de Jatob-a-do-cerrado e de Jatob\u00e1-da-Mata como Fonte de Fibra Alimentar. Brasilian Journal of Food Technology, 4: 163-170. www.ital.sp.gov.br\/bj\/bjft\/2001\/p0173.pdf\n\nFonte: www.biologo.com.br\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<strong>Divis\u00e3o:<\/strong> Magnoliophyta (Angiospermae)\n\n<strong>Classe:<\/strong> Magnoliopdida (Dicotiledonae)\n\n<strong>Ordem: <\/strong>Rosales\n\n<strong>Fam\u00edlia:<\/strong> Leguminoseae\n\n<strong>Nome Cient\u00edfico:<\/strong> Hymenaea stigonocarpa Mart.\n\n<strong>Nomes Populares: <\/strong>jata\u00ed-do-ampo, jata\u00ed-de-piau\u00ed, jatob\u00e1, jatob\u00e1-cap\u00e3o, jatob\u00e1-de-caatinga, jatob\u00e1-do-cerrado, jatob\u00e1-da-serra, jatob\u00e1-de-casca-fina, jatobeira, jita\u00e9, juta\u00e9, juta\u00ed, jutaicica.\n\n<strong>Ocorr\u00eancia: <\/strong>Cerrad\u00e3o, Cerrado.\n\n<strong>Distribui\u00e7\u00e3o:<\/strong> Amazonas, Bahia, Cear\u00e1, Distrito Federal, Goi\u00e1s, Maranh\u00e3o, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Par\u00e1, Piau\u00ed, S\u00e3o Paulo, Tocantins.\n\n<strong>Flora\u00e7\u00e3o:<\/strong> de outubro a abril com pico de dezembro a mar\u00e7o.\n\n<strong>Frutifica\u00e7\u00e3o:<\/strong> de julho a novembro.\n\n\u00c1rvore hermafrodita com 5 a 7 m de altura por 7 a 8 m de di\u00e2metro de copa. Tronco de casca sulcada, dura, espessa e acastanhada, ramos tortuosos, avermelhados e sem p\u00ealos (Brand\u00e3o et al., 1992). Folhas alternas, compostas bifoliadas. Flores com cerca de 2 a 3,5 cm, brancas (Figura abaixo).\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba26.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/>\nJatob\u00e1 (Hymenaea stigonocarpa Mart.) Leguminoseae Caesalpinoideae.<strong>\nA.<\/strong> ramo com fruto; <strong>B.<\/strong> polpa farin\u00e1cea comest\u00edvel;<strong> C.<\/strong> semente.<\/p>\nFruto legume indeiscente com cerca de 6 a 18 cm de comprimento por 3 a 6 cm de di\u00e2metro; externamente castanho-avermelhado ou preto; com polpa branca e amarelada, farin\u00e1cea; peso de 20 a 60g; poucas sementes (3 a 6); de cheiro acentuado(Figura abaixo).\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba27.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nFrutos de Jatob\u00e1<\/strong><\/p>\nO jatobazeiro, leguminosa arb\u00f3rea comum dos Cerrados, al\u00e9m de fornecer frutos com polpa farin\u00e1cea com emprego na culin\u00e1ria regional, \u00e9 tamb\u00e9m importante por outros aspectos. A madeira \u00e9 de boa qualidade, sendo empregada regionalmente em cercas, esteios, postes (Siqueira 1981 apud Almeida et al., 1987).\n\nDa casca do tronco s\u00e3o retiradas resinas, consideradas como alguns dos melhores copais (resinas viscosas) utilizadas na ind\u00fastria de vernizes (Tropical Legume, 1979 apud Almeida et al., 1998).\n\nA casca ainda pode ser utilizada na confec\u00e7\u00e3o de canoas (ub\u00e1s). Pelo processo de coc\u00e7\u00e3o s\u00e3o extra\u00eddas da casca tintas de cor avermelhada, utilizada na tintura de fios de algod\u00e3o pelos tecel\u00f5es regionais (Mirandola Filho &amp; Mirandola, 1991 apud Almeida et al., 1998). Para uso alimentar, a polpa farin\u00e1cea da fruta \u00e9 muito apreciada pela popula\u00e7\u00e3o rural que a ingere ao natural ou sob a forma de mingau.\n\nA farinha pode ser obtida raspando-se as sementes com faca, uma opera\u00e7\u00e3o manual lenta. Para produ\u00e7\u00e3o dos p\u00e3es, bolos e biscoitos, a farinha precisa ser triturada no pil\u00e3o ou no liq\u00fcidificador e peneirada (Almeida et al., 1990 apud Almeida et al., 1998).\n\nO aspecto medicinal relaciona-se ao uso do l\u00edquido vinoso extra\u00eddo do tronco que parece ter propriedades reconstituintes e t\u00f4nicas para o organismo (Rizzini &amp; Mors, 1976 apud Almeida et al., 1998), e \u00e9 usado para tratamento de \u00falcera estomacal (Hirschmann &amp; Arias, 1990 apud Almeida et al., 1998).\n\nA resina sob a forma de melado \u00e9 usada como peitoral, t\u00f4nica e em maiores doses como verm\u00edfuga e a casca contra cistites e prostatites (Barros, 1982; Ferreira, 1980a apud Almeida et al., 1998). A seletividade das folhas durante o per\u00edodo seco e chuvoso foi detectada atrav\u00e9s de material de f\u00edstula esof\u00e1gica de bovinos (Macedo et al., 1978 apud Almeida et al., 1998).\n\nOs frutos maduros, com tamanho m\u00e9dio de 16 x 6 cm, devem ser coletados no ch\u00e3o ou na \u00e1rvore, de setembro a novembro. Para se obter a polpa, primeiramente quebram-se os frutos com martelo, pedra, etc. Separando a casca das sementes e envolvendo-as, encontra-se a polpa amarelada, adocicada e de forte cheiro caracter\u00edstico.\n\nRaspando-se as sementes com uma faca, obt\u00e9m-se a farinha, que, depois de mo\u00edda no pil\u00e3o ou liq\u00fcidificador e peneirada, pode ser utilizada na feitura de bolos, biscoitos, p\u00e3es e licores ou conservada em sacos de pl\u00e1stico sob refrigera\u00e7\u00e3o.\n\nA extra\u00e7\u00e3o manual da polpa \u00e9 demorada e de pouco rendimento. Foi observado que, sob refrigera\u00e7\u00e3o, o material conservou a mesma consist\u00eancia e colora\u00e7\u00e3o pelo per\u00edodo de um ano, somente havendo altera\u00e7\u00e3o no sabor, que, ap\u00f3s esse per\u00edodo, se apresentou mais atenuado (Almeida et al., 1987).\n\nO jatob\u00e1-do-cerrado tem sua dissemina\u00e7\u00e3o dificultada pelo ataque de cole\u00f3pteros aos frutos e sementes durante o per\u00edodo de amadurecimento, e as sementes que escampam s\u00e3o destru\u00eddas no solo pelos cupins, quando come\u00e7a o processo de germina\u00e7\u00e3o (Heringer &amp; Ferreira, 1975 apud Almeida et al., 1998).\n\nA escarifica\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica favorece a germina\u00e7\u00e3o das sementes dessa esp\u00e9cie que ocorre dentro de 8 dias (Carneiro et al., 1986 apud Almeida et al., 1998).\n\nPara verificar se as sementes s\u00e3o vi\u00e1veis, faz-se a escarifica\u00e7\u00e3o e em seguida a imers\u00e3o em \u00e1gua. Aquelas que dentro de 24 horas aumentarem de peso ou de volume, podem ser semeadas (Heringer &amp; Ferreira, 1975 apud Almeida et al., 1998). A sementeira pode ser feita em caixotes ou diretamente no campo.\n\nAs covas com as dimens\u00f5es de 30 x 30 cm, devem ser abertas com 10 a 15 dias de anteced\u00eancia ao plantio, e transplantando-se as mudas com 8 cm de altura. A dist\u00e2ncia entre as covas deve ser de 2,50 x 2,50 m (Guia, 1986 apud Almeida et al., 1998). O crescimento da planta \u00e9 lento.\n\nFonte: www.fruticultura.iciag.ufu.br\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<strong>Nome: <\/strong>Jatob\u00e1\n<strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Hymenaea spp\n<strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Leguminosae (Caesalpinoideae)\n<strong>Nomes comuns: <\/strong>Jatob\u00e1.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba29.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1 Flores<\/strong><\/p>\nO <strong>jatob\u00e1<\/strong>, Hymenaea spp da fam\u00edlia das Leguminosae (Caesalpinoideae) \u00e9 um fruto bastante utilizado pela popula\u00e7\u00e3o que habita os cerrados brasileiros. Existem dois tipos de jatobazeiros, o do campo e o da mata. Ambos produzem frutos comest\u00edveis muito semelhantes.\n\nO<strong> jatob\u00e1-da-mata<\/strong> \u00e9 uma das maiores \u00e1rvores do cerrado. Sua madeira \u00e9 de lei e de seu tronco extrai-se uma seiva medicinal para doen\u00e7as respirat\u00f3rias.\n\nO fruto do <strong>jatob\u00e1<\/strong> \u00e9 uma vagem cuja polpa, farin\u00e1cea, tem um sabor muito marcante, doce e caracter\u00edstico.r\n\nDo <strong>jatob\u00e1<\/strong>, \u00e9 utilizado para alimenta\u00e7\u00e3o a polpa farin\u00e1cea na confec\u00e7\u00e3o de bolos, biscoitos, p\u00e3es, misturada \u00e0 farinha de trigo. Tamb\u00e9m pode ser consumida ao natural ou sob forma de mingau. Para se obter a farinha, raspam-se as sementes com uma faca atrav\u00e9s de uma opera\u00e7\u00e3o bastante lenta. A frutifica\u00e7\u00e3o ocorre de julho a novembro e \u00e9 poss\u00edvel armazenar a farinha em sacos pl\u00e1sticos em ambiente refrigerado.\n\nA farinha de <strong>jatob\u00e1<\/strong> \u00e9 um alimento excepcionalmente rico em c\u00e1lcio e fibras.\n\nFonte: www.arrozcompequi.com.br\n<h6>Jatob\u00e1<\/h6>\n<h4><strong>JATOB\u00c1 <\/strong>(Hymenaea courbaril)<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Jatob\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba33.jpg\" alt=\"Jatob\u00e1\" \/><strong>\nJatob\u00e1<\/strong><\/p>\n<strong>Ocorr\u00eancia:<\/strong> Do Piau\u00ed at\u00e9 o norte do Paran\u00e1.\n\n<strong>Outros nomes:<\/strong> Jita\u00ed, juta\u00ed, juta\u00ed a\u00e7\u00fa, jatobeiro, jatob\u00e1 mirim, jata\u00ed, jata\u00ed peba, jata\u00ed amarelo, jata\u00ed vermelho, jata\u00edba, burand\u00e3, farinheira, burand\u00e3 imbi\u00fava, jatob\u00e1 mi\u00fado, jatob\u00e1 da catinga.\n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\nEsp\u00e9cie semidec\u00eddua, com 15 a 20 m de altura, e tronco com at\u00e9 1 m de di\u00e2metro, retil\u00edneo com casca castanha-acinzentada e lisa. Folhas compostas, alternas, el\u00edpticas a ovais pergaminosas a cori\u00e1ceas de 2 fol\u00edolos brilhantes de 6 a 14 cm de comprimento.\n\nApresenta infloresc\u00eancia (cima) terminal com v\u00e1rias flores de colora\u00e7\u00e3o branca. Possui fruto (legume) oblongo, castanho , indeiscente, com cerca de l0 cm de comprimento, com 3 a 8 sementes envoltas numa polpa amarelo-p\u00e1lida, farin\u00e1cea, doce e comest\u00edvel.\n\n<strong>Habitat: <\/strong>Cerrado e cerrad\u00e3o\n\n<strong>Propaga\u00e7\u00e3o: <\/strong>Sementes\n\n<strong>Madeira:<\/strong> Vermelha-escura, muito pesada, dura, dif\u00edcil de ser trabalhada e altamente resistente ao apodrecimento.\n<h4>Utilidade<\/h4>\nO fruto \u00e9 consumido &#8220;in natura&#8221; e sua polpa \u00e9 aproveitada para fazer farinha. Apresenta uso medicinal, sua resina e entrecasca \u00e9 usada para problemas respirat\u00f3rios.\n\nA madeira pode ser u sada na confec\u00e7\u00e3o de m\u00f3veis, pe\u00e7as torneadas, engenhos, ton\u00e9is, carro\u00e7erias e vag\u00f5es; na constru\u00e7\u00e3o civil como vigas, caibros, assoalhos e esquadrias.\n\nPelo ferimento de seu tronco fornece uma resina conhecida como &#8220;jutaicica&#8221; ou &#8220;copal&#8221; empregada na ind\u00fastria de vernizes.\n\nSua casca fornece corante amarelo. Sua resina, folhas e sementes s\u00e3o utilizadas na medicina caseira. A polpa das sementes \u00e9 ricsa em c\u00e1lcio e magn\u00e9sio e al\u00e9m de fornecer alimento a fauna, \u00e9 \u00f3tima para alimenta\u00e7\u00e3o humana.\n\nSeus frutos s\u00e3o comercializados em feiras regionais de todas as regi\u00f5es onde ocorre esta planta.\n\n<strong>Florescimento:<\/strong> Outubro a dezembro\n\n<strong>Frutifica\u00e7\u00e3o: <\/strong>Julho a janeiro\n\nFonte: www.vivaterra.org.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jatob\u00e1, Fruta, Cerrado, Madeira, Brasil, Origem, Usos, \u00c1rvore, Esp\u00e9cie, Utilidade, Flores, Folhas, Fotos, Caracter\u00edsticas, Jatob\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1864,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-13386","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Jatob\u00e1 - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Jatob\u00e1 - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Jatob\u00e1, Fruta, Cerrado, Madeira, Brasil, Origem, Usos, \u00c1rvore, Esp\u00e9cie, Utilidade, Flores, Folhas, Fotos, Caracter\u00edsticas, Jatob\u00e1\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-11-18T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-08-31T22:56:20+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba18.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"348\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"290\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"31 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Jatob\u00e1\",\"datePublished\":\"2015-11-18T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-08-31T22:56:20+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/\"},\"wordCount\":6189,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/jjatoba18.jpg\",\"articleSection\":[\"Biologia\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/\",\"name\":\"Jatob\u00e1 - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/jjatoba18.jpg\",\"datePublished\":\"2015-11-18T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-08-31T22:56:20+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/jjatoba18.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/jjatoba18.jpg\",\"width\":348,\"height\":290},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/jatoba-2\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Jatob\u00e1\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Jatob\u00e1 - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Jatob\u00e1 - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Jatob\u00e1, Fruta, Cerrado, Madeira, Brasil, Origem, Usos, \u00c1rvore, Esp\u00e9cie, Utilidade, Flores, Folhas, Fotos, Caracter\u00edsticas, Jatob\u00e1","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2015-11-18T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-08-31T22:56:20+00:00","og_image":[{"width":348,"height":290,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba18.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"31 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Jatob\u00e1","datePublished":"2015-11-18T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-08-31T22:56:20+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/"},"wordCount":6189,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba18.jpg","articleSection":["Biologia"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/","name":"Jatob\u00e1 - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba18.jpg","datePublished":"2015-11-18T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-08-31T22:56:20+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba18.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/jjatoba18.jpg","width":348,"height":290},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/jatoba-2\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Jatob\u00e1"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13386","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13386"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13386\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13387,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13386\/revisions\/13387"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1864"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13386"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13386"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13386"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}