{"id":13126,"date":"2015-11-18T00:00:00","date_gmt":"2015-11-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/destino-das-embalagens-de-agrotoxicos-3\/"},"modified":"2026-08-31T22:52:36","modified_gmt":"2026-08-31T22:52:36","slug":"destino-das-embalagens-de-agrotoxicos-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/destino-das-embalagens-de-agrotoxicos-3\/","title":{"rendered":"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n<h4>EMBALAGENS VAZIAS DE AGROT\u00d3XICOS: ORGANIZA\u00c7\u00c3O DOS FABRICANTES E SUAS OBRIGA\u00c7\u00d5ES (LEI FEDERAL 9.974)<\/h4>\nEm 1999 foi elaborada a Lei Federal 9.974 que visa dar uma destina\u00e7\u00e3o ambientalmente adequada as embalagens vazias de agrot\u00f3xicos utilizadas no Brasil.\n\nEsta Lei estipula obriga\u00e7\u00f5es a todos os segmentos envolvidos diretamente com os agrot\u00f3xicos, que s\u00e3o os fabricantes que produzem estes produtos, as revendas que s\u00e3o os canais de comercializa\u00e7\u00e3o e os agricultores que s\u00e3o os usu\u00e1rios.\n\nSegundo esta lei cabe ao agricultor realizar a triplice lavagem das embalagens vazias e posteriormente encaminhar estas embalagens com as respectivas tampas a uma unidade de recebimento no prazo de um ano apartir da data de compra do produto. J\u00e1 o revendedor deve disponibilizar e gerenciar as unidades de recebimento de embalagens vazias, informar aos agricultores sobre os procedimentos de lavagem no ato da venda do produto e informar o endere\u00e7o da unidade de recebimento de embalagens vazias mais pr\u00f3xima para o usu\u00e1rio. A ind\u00fastria tem como obriga\u00e7\u00e3o recolher as embalagens devolvidas pelo agricultor, dando um destino adequado a este material, implementando em colabora\u00e7\u00e3o com o Poder P\u00fablico, programas educativos de controle e est\u00edmulo \u00e0 lavagem e \u00e0 devolu\u00e7\u00e3o das embalagens vazias por parte dos usu\u00e1rios (inpEV, s.d.).\n\nCom o objetivo de atender a nova legisla\u00e7\u00e3o as ind\u00fastrias se organizaram e criaram um \u00f3rg\u00e3o a n\u00edvel nacional chamado de inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) que cuida unicamente da destina\u00e7\u00e3o adequada das embalagens vazias de agrot\u00f3xicos.\n<h4><strong>O inpEV<\/strong><\/h4>\nFoi instalado formalmente no dia 14 de dezembro de 2001, durante assembl\u00e9ia nos sal\u00f5es da Casa da Fazenda, no Bairro do Morumbi, em S\u00e3o Paulo-SP, e entrou em opera\u00e7\u00e3o em janeiro de 2002. Com a cria\u00e7\u00e3o do Instituto, a hist\u00f3ria dos produtos fitossanit\u00e1rios no Brasil ganhou um novo cap\u00edtulo, marcado pela uni\u00e3o de for\u00e7as de todos os agentes ligados ao agroneg\u00f3cio em torno de um objetivo comum, implantar um sistema \u00e1gil e eficiente de processamento de embalagens vazias de defensivos agr\u00edcolas.\n\nA meta do inpEV e de seus parceiros como \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, agricultores, revendedores, entidades e empresas privadas, cooperativas, ONGs, associa\u00e7\u00f5es de classe, patronais e de trabalhadores \u00e9 oferecer apoio log\u00edstico a essa a\u00e7\u00e3o de \u00e2mbito nacional, fazendo com que todos os elos envolvidos na cadeia do agroneg\u00f3cio contribuam, de maneira efetiva, para a sustentabilidade ambiental.\n\nO Instituto nasceu como resultado de um amplo processo de debates entre os representantes do setor, enfatizando a import\u00e2ncia de uma organiza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para tratar da quest\u00e3o das embalagens vazias de forma aut\u00f4noma, pr\u00f3-ativa, eficiente e que dispusesse de uma estrutura especializada, focada exclusivamente no tema do processamento de embalagens (RANDO, 2004a).\n\nParticiparam ativamente das discuss\u00f5es para a cria\u00e7\u00e3o do inpEV as empresas produtoras e revendedores de fitossanit\u00e1rios, representantes de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, universidades, cooperativas, entidades de classe e escrit\u00f3rios de advocacia.\n\nMiss\u00e3o do inpEV: 0 inpEV \u00e9 uma entidade sem fins lucrativos dedicada a gerir o processo de destina\u00e7\u00e3o de embalagens vazias de fitossanit\u00e1rios no Brasil, dar apoio e orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 ind\u00fastria, canais de distribui\u00e7\u00e3o e agricultores no cumprimento das responsabilidades definidas pela legisla\u00e7\u00e3o, promover a educa\u00e7\u00e3o e a consci\u00eancia de prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente e \u00e0 sa\u00fade humana e apoiar o desenvolvimento tecnol\u00f3gico de embalagens de fitossanit\u00e1rios.\n\nInvestimento: Com investimento previsto de US$ 25 milh\u00f5es ao longo do per\u00edodo 2002-2006, o inpEV j\u00e1 est\u00e1 conseguindo antecipar algumas de suas metas. O Instituto j\u00e1 ter\u00e1 implantadas e em funcionamento mais de 250 unidades de recebimento, situadas nas regi\u00f5es de maior consumo at\u00e9 final deste ano (2005), meta que havia sido estabelecida anteriormente para o ano 2006 (RANDO, 2004a e RANDO, 2004b).\n\nPara assegurar o cumprimento de sua miss\u00e3o, o inpEV segue uma linha de atua\u00e7\u00e3o clara e bem definida de modo a abranger com efic\u00e1cia todas as etapas do processo de gerenciamento de embalagens vazias. A entidade funciona como um Centro de Intelig\u00eancia que coordena os fluxos e a\u00e7\u00f5es, fornecendo orienta\u00e7\u00e3o sobre normas, leis e procedimentos, coletando e analisando informa\u00e7\u00f5es, incentivando e premiando as melhores pr\u00e1ticas e garantindo o bom funcionamento de toda a log\u00edstica reversa das embalagens vazias de produtos fitossanit\u00e1rios no Pa\u00eds.\n\n<strong>Para isto o inpEV apresenta diversas ger\u00eancias, distribu\u00eddas da seguinte maneira:<\/strong>\n<blockquote><strong>Administrativa e Financeira:<\/strong> Acompanha as execu\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias do inpEV, fornecendo subs\u00eddios a todas as demais \u00e1reas para seu melhor gerenciamento e controle. <strong>\nDesenvolvimento Tecnol\u00f3gico:<\/strong> Incentiva o desenvolvimento tecnol\u00f3gico das embalagens de produtos fitossanit\u00e1rios, por meio da busca e da cria\u00e7\u00e3o de est\u00edmulos internos e externos, identificando oportunidades de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica.<strong>\nDestina\u00e7\u00e3o Final<\/strong>: Indica os requisitos de seguran\u00e7a e armazenamento quanto a aspectos toxicol\u00f3gicos dos produtos e embalagens de fitossanit\u00e1rios. Mant\u00e9m os associados informados sobre a destina\u00e7\u00e3o das embalagens vazias recolhidas nas unidades de recebimento e audita, em conjunto com o Departamento Jur\u00eddico, a conformidade das licen\u00e7as ambientais das unidades de destino final em rela\u00e7\u00e3o ao recebimento das embalagens vazias de fitossanit\u00e1rios.<strong>\nEduca\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o: <\/strong>Desenvolve um extenso programa de treinamento e comunica\u00e7\u00e3o visando alcan\u00e7ar os t\u00e9cnicos, vendedores, propriet\u00e1rios rurais, agricultores em geral e aplicadores, com a finalidade de capacitar a todos para o uso correto e seguro de produtos e as pr\u00e1ticas adequadas de lavagem e devolu\u00e7\u00e3o das embalagens vazias. Elabora campanhas educativas de alcance nacional e programas de forma\u00e7\u00e3o de instrutores e multiplicadores que atuam diretamente junto aos aplicadores dos produtos no campo.<strong>\nLog\u00edstica:<\/strong> Est\u00e1 organizada de modo a abranger todos os aspectos envolvidos na operacionaliza\u00e7\u00e3o da log\u00edstica reversa ou seja na quest\u00f5es relacionadas ao transporte das embalagens vazias.<strong>\nJur\u00eddica: <\/strong>Atua proativamente junto aos legisladores, \u00f3rg\u00e3os reguladores, fiscalizadores e Minist\u00e9rio P\u00fablico no desenho e na aplica\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o, procurando adequ\u00e1-la \u00e0 realidade. Analisa as solicita\u00e7\u00f5es de associados e de auditores internos e externos e analisa permanentemente a legisla\u00e7\u00e3o.<strong>\nGer\u00eancia de Opera\u00e7\u00f5es<\/strong>: Auxilia no licenciamento, constru\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a e normas legais para as Centrais e Postos, bem como gerir as atividades dos Coordenadores do inpEV nas diferentes regi\u00f5es do Brasil.<strong>\nVis\u00e3o do inpEV:<\/strong> Ser refer\u00eancia mundial como centro de excel\u00eancia na recupera\u00e7\u00e3o e destina\u00e7\u00e3o final de embalagens vazias de produtos fitossanit\u00e1rios, preserva\u00e7\u00e3o do meio- ambiente e da sa\u00fade humana.<\/blockquote>\nIsto mostra a responsabilidade social e ambiental que o setor de agroqu\u00edmicos apresenta. Nenhum outro setor faz com tanta efici\u00eancia o que este setor esta fazendo, e a grande beneficiaria de tudo isto \u00e9 a natureza.\n\n<strong>Douglas Daniel Grutzmacher <\/strong>\n\n<strong>C\u00e2ndida Renata Farias<\/strong>\n\n<strong>Anderson Dionei Grutzmacher<\/strong>\n\n<strong>Arno Andr\u00e9 Poisl<\/strong>\n\n<strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong>\n\nINPEV (INSTITUTO NACIONAL DE PROCESSAMENTO DE EMBALAGENS VAZIAS). Destina\u00e7\u00e3o final de embalagens vazias de agrot\u00f3xicos. 24 p. s.d. (Manual de Orienta\u00e7\u00e3o).\nRANDO, J. C. Todos por um. Atualidades Agr\u00edcolas, S\u00e3o Bernardo do Campo, p.34 \u0096 39, 2004a.\nRANDO, J. C. Recolhimento de embalagens vazias cresce 159% neste ano. Cultivar, Pelotas, n. 64, p.40, 2004b.\n\nFonte: www.ufpel.tche.br\n<h6>Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n<strong>Apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nO principal motivo para darmos a destina\u00e7\u00e3o final correta para as embalagens vazias dos agrot\u00f3xicos \u00e9 diminuir o risco para a sa\u00fade das pessoas e de contamina\u00e7\u00e3o do meio ambiente.\n\nDurante v\u00e1rios anos, o Governo vem trabalhando em conjunto com a iniciativa privada num programa nacional para o destino final das embalagens, e hoje sabemos que os principais ensinamentos sobre o tema abordado t\u00eam surgido atrav\u00e9s de iniciativas da ind\u00fastria e da participa\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de diversos segmentos da sociedade. As parcerias estabelecidas e os conv\u00eanios firmados com empresas e entidades permitiram a implanta\u00e7\u00e3o de diversas centrais de recebimento de embalagens no Brasil, que hoje ajudam a reduzir o n\u00famero de embalagens abandonadas na lavoura, estradas e \u00e0s margens de mananciais d\u0092\u00e1gua. Atualmente o Brasil j\u00e1 recicla de forma controlada 20% das embalagens pl\u00e1sticas monocamadas (PEAD) que s\u00e3o comercializadas.\n\nCom a experi\u00eancia adquirida nestes anos e a necessidade de atendermos as exig\u00eancias estabelecidas pela Lei Federal n.\u00ba 9.974 de 06\/06\/00 e Decreto n.\u00ba 3.550 de 27\/07\/00, a ANDEF e a ANDAV redigiram este manual de orienta\u00e7\u00e3o para os revendedores a fim de facilitar o entendimento da nova legisla\u00e7\u00e3o.\n\nA nova legisla\u00e7\u00e3o federal disciplina a destina\u00e7\u00e3o final de embalagens vazias de agrot\u00f3xicos e determina as responsabilidades para o agricultor, o revendedor e para o fabricante. O n\u00e3o cumprimento destas responsabilidades poder\u00e1 implicar em penalidades previstas na legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica e na lei de crimes ambientais (Lei 9.605 de 13\/02\/98), como multas e at\u00e9 pena de reclus\u00e3o.\n\nN\u00e3o poder\u00edamos deixar de mencionar nesta publica\u00e7\u00e3o o importante apoio do GT1 (grupo de trabalho educacional) para desenvolver planos de a\u00e7\u00e3o e implementar programas educativos que estimulem a devolu\u00e7\u00e3o correta e segura das embalagens vazias de agrot\u00f3xicos por parte dos usu\u00e1rios nas unidades de recebimentos.\n\n<strong>As entidades que participaram do GT1, at\u00e9 o presente momento, s\u00e3o: <\/strong>AENDA \u0096 Associa\u00e7\u00e3o das Empresas Nacionais de Defensivos Agr\u00edcolas; ANDAV &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Distribuidores de Defensivos Agr\u00edcolas e Veterin\u00e1rios; ANDEF &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Defesa Vegetal; ANVISA\/MS \u0096 Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria\/Minist\u00e9rio da Sa\u00fade; CNA &#8211; Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura; EMBRAPA\/CNPMA &#8211; Centro Nacional de Pesquisa sobre Monitoramento e Impacto Ambiental; Faculdade de Agronomia Francisco Maeda &#8211; FAFRAM; FNSA &#8211; F\u00f3rum Nacional de Secret\u00e1rios de Agricultura; IAP &#8211; Instituto Ambiental do Paran\u00e1; IBAMA &#8211; Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis; INCRA &#8211; Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria; INFC &#8211; Instituto Novas Fronteiras da Coopera\u00e7\u00e3o; MA &#8211; Minist\u00e9rio da Agricultura; MDA &#8211; Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio; MMA &#8211; Minist\u00e9rio do Meio Ambiente; OCB &#8211; Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras; SEACOOP \u0096 Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo; SENAR &#8211; Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural e o SINDAG &#8211; Sindicato Nacional da Ind\u00fastria de Produtos para a Defesa Agr\u00edcola.\n\n<strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nA destina\u00e7\u00e3o final das embalagens vazias de agrot\u00f3xicos \u00e9 um procedimento complexo que requer a participa\u00e7\u00e3o efetiva de todos os agentes envolvidos na fabrica\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o, utiliza\u00e7\u00e3o, licenciamento, fiscaliza\u00e7\u00e3o e monitoramento das atividades relacionadas com o manuseio, transporte, armazenamento e processamento dessas embalagens.\n\nConsiderando a grande diversifica\u00e7\u00e3o de embalagens e de formula\u00e7\u00f5es de agrot\u00f3xicos com caracter\u00edsticas f\u00edsicas e composi\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas diversas e as exig\u00eancias estabelecidas pela Lei Federal n.\u00ba 9.974 de 06\/06\/00 e Decreto n.\u00ba 3.550 de 27\/07\/00, foi elaborado este manual contendo procedimentos, m\u00ednimos e necess\u00e1rios, para a destina\u00e7\u00e3o final segura das embalagens vazias de agrot\u00f3xicos, com a preocupa\u00e7\u00e3o de que os eventuais riscos decorrentes de sua manipula\u00e7\u00e3o sejam minimizados a n\u00edveis compat\u00edveis com a prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade humana e meio ambiente.\n\nTodos os pormenores dos procedimentos deste manual foram elaborados com o intuito de orientar os revendedores nesta fase de estrutura\u00e7\u00e3o para as opera\u00e7\u00f5es de recebimento e armazenamento das embalagens vazias. Dessa forma, evitaremos a\u00e7\u00f5es isoladas de recep\u00e7\u00e3o inadequada (sem crit\u00e9rios pr\u00e9-estabelecidos para embalagens lavadas e contaminadas) das embalagens vazias nas revendas e, conseq\u00fcentemente, o manuseio e a armazenagem irregulares de embalagens contaminadas em \u00e1reas urbanas.\n\nCom a colabora\u00e7\u00e3o de todos os envolvidos, brevemente poderemos estar estruturados para expandir de forma padronizada as unidades de recebimento em todo Brasil e, conseq\u00fcentemente, contribuir para a adequa\u00e7\u00e3o e uniformidade das atividades relacionadas ao manuseio de embalagens vazias \u00e0 nova legisla\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Objetivo<\/strong>\n\nEste manual esclarece, inicialmente, algumas d\u00favidas dos revendedores e t\u00e9cnicos que atuam na comercializa\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos e afins, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 nova regulamenta\u00e7\u00e3o sobre destina\u00e7\u00e3o final de embalagens.\n\nDivulga, tamb\u00e9m, com base na nova legisla\u00e7\u00e3o, as principais responsabilidades dos fabricantes, revendedores e usu\u00e1rios e amplia a discuss\u00e3o com os setores envolvidos para facilitar a sua implementa\u00e7\u00e3o.\n<h4><strong>Responsabilidades<\/strong><\/h4>\n<strong>Do Usu\u00e1rio:\u00a0<\/strong>\n\n<strong>Os Usu\u00e1rios dever\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>a) Preparar as embalagens vazias para devolv\u00ea-las nas unidades de recebimento<\/strong>\n<blockquote><strong>Embalagens r\u00edgidas lav\u00e1veis:<\/strong> efetuar a lavagem das embalagens (Tr\u00edplice Lavagem ou Lavagem sob Press\u00e3o);<strong>\nEmbalagens r\u00edgidas n\u00e3o lav\u00e1veis:<\/strong> mant\u00ea-las intactas, adequadamente tampadas e sem vazamento;<strong>\nEmbalagens flex\u00edveis contaminadas:<\/strong> acondicion\u00e1-las em sacos pl\u00e1sticos padronizados.<\/blockquote>\n<strong>b) Armazenar, temporariamente, as embalagens vazias na propriedade<\/strong>\n\n<strong>c) <\/strong>Transportar e devolver as embalagens vazias, com suas respectivas tampas, para a unidade de recebimento mais pr\u00f3xima (procurar orienta\u00e7\u00e3o junto aos revendedores sobre os locais para devolu\u00e7\u00e3o das embalagens), no prazo de at\u00e9 um ano, contado da data de sua compra\n\n<strong>d) <\/strong>Manter em seu poder os comprovantes de entrega das embalagens e a nota fiscal de compra do produto.\n<h4><strong>Do Revendedor<\/strong><\/h4>\n<strong>Os Revendedores dever\u00e3o: <\/strong>\n<blockquote><strong>a)<\/strong> Disponibilizar e gerenciar unidades de recebimento (postos) para a devolu\u00e7\u00e3o de embalagens vazias pelos usu\u00e1rios\/agricultores1<strong>\nb) <\/strong>No ato da venda do produto, informar aos usu\u00e1rios\/agricultores sobre os procedimentos de lavagem, acondicionamento, armazenamento, transporte e devolu\u00e7\u00e3o das embalagens vazias<strong>\nc) <\/strong>Informar o endere\u00e7o da unidade de recebimento de embalagens vazias mais pr\u00f3xima para o usu\u00e1rio, fazendo constar esta informa\u00e7\u00e3o na Nota Fiscal de venda do produto;<strong>\nd)<\/strong> Fazer constar dos receitu\u00e1rios que emitirem, as informa\u00e7\u00f5es sobre destino final das embalagens;<strong>\ne)<\/strong> Implementar, em colabora\u00e7\u00e3o com o Poder P\u00fablico, programas educativos e mecanismos de controle e est\u00edmulo \u00e0 LAVAGEM (Tr\u00edplice ou sob Press\u00e3o) e \u00e0 devolu\u00e7\u00e3o das embalagens vazias por parte dos usu\u00e1rios.<\/blockquote>\n<strong>(1) Sugest\u00e3o: <\/strong>os revendedores podem formar parcerias entre si ou com outras entidades, para a implanta\u00e7\u00e3o e gerenciamento de Postos de Recebimento de Embalagens.\n<h4><strong>Do Fabricante<\/strong><\/h4>\n<strong>Os Fabricantes dever\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>a)<\/strong> Providenciar o recolhimento, a reciclagem ou a destrui\u00e7\u00e3o das embalagens vazias devolvidas \u00e0s unidades de recebimento em, no m\u00e1ximo, um ano, a contar da data de devolu\u00e7\u00e3o pelos usu\u00e1rios\/agricultores<strong>\nb) <\/strong>Informar os Canais de Distribui\u00e7\u00e3o sobre os locais onde se encontram instaladas as Centrais de Recebimento de embalagens para as opera\u00e7\u00f5es de prensagem e redu\u00e7\u00e3o de volume<strong>\nc) <\/strong>Implementar, em colabora\u00e7\u00e3o com o Poder P\u00fablico, programas educativos e mecanismos de controle e est\u00edmulo \u00e0 LAVAGEM (Tr\u00edplice e sob Press\u00e3o) e \u00e0 devolu\u00e7\u00e3o das embalagens vazias por parte dos usu\u00e1rios<strong>\nd)<\/strong> Implementar, em colabora\u00e7\u00e3o com o Poder P\u00fablico, medidas transit\u00f3rias para orienta\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios quanto ao atendimento das exig\u00eancias previstas no Decreto n.\u00ba 3550, enquanto se realizam as adequa\u00e7\u00f5es dos estabelecimentos comerciais e dos r\u00f3tulos e bulas<strong>\ne) <\/strong>Alterar os modelos de r\u00f3tulos e bulas para que constem informa\u00e7\u00f5es sobre os procedimentos de lavagem, armazenamento, transporte, devolu\u00e7\u00e3o e destina\u00e7\u00e3o final das embalagens vazias.<\/blockquote>\n<h4><strong>Prepara\u00e7\u00e3o das Embalagens<\/strong><\/h4>\n<strong>Embalagens Lav\u00e1veis:<\/strong>\n\n<strong>Defini\u00e7\u00e3o: <\/strong>\n\nS\u00e3o aquelas embalagens r\u00edgidas (pl\u00e1sticas, met\u00e1licas e de vidro) que acondicionam formula\u00e7\u00f5es l\u00edquidas de agrot\u00f3xicos para serem dilu\u00eddas em \u00e1gua (de acordo com a norma t\u00e9cnica NBR-13.968).\n\n<strong>1. Procedimentos para o Preparo e Movimenta\u00e7\u00e3o das Embalagens:<\/strong>\n\n<strong>1.1. Lavagem das embalagens:<\/strong>\n\n<strong>Procedimentos de lavagem das embalagens r\u00edgidas <\/strong>\n\n<strong>(pl\u00e1sticas, met\u00e1licas e de vidro):<\/strong>\n\n<strong>Como fazer a Tr\u00edplice Lavagem<\/strong>\n<blockquote><strong>a) <\/strong>Esvazie completamente o conte\u00fado da embalagem no tanque do pulverizador;<strong>\nb)<\/strong> Adicione \u00e1gua limpa \u00e0 embalagem at\u00e9 \u00bc do seu volume;<strong>\nc) <\/strong>Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;<strong>\nd)<\/strong> Despeje a \u00e1gua de lavagem no tanque do pulverizador;<strong>\ne)<\/strong> Fa\u00e7a esta opera\u00e7\u00e3o 3 vezes;<strong>\nf) <\/strong>Inutilize a embalagem pl\u00e1stica ou met\u00e1lica, perfurando o fundo.<\/blockquote>\n<p class=\"imagem\"><strong>Repetir 3 vezes<\/strong><\/p>\n\n<h4><strong>Embalagens n\u00e3o lav\u00e1veis<\/strong><\/h4>\n<strong>Defini\u00e7\u00e3o: <\/strong>\n\nS\u00e3o todas as embalagens flex\u00edveis e aquelas embalagens r\u00edgidas que n\u00e3o utilizam \u00e1gua como ve\u00edculo de pulveriza\u00e7\u00e3o. Incluem-se nesta defini\u00e7\u00e3o as embalagens secund\u00e1rias n\u00e3o contaminadas r\u00edgidas ou flex\u00edveis.\n<p class=\"imagem\">.<strong>Embalagens flex\u00edveis:<\/strong><\/p>\n\n<blockquote>Sacos ou saquinhos pl\u00e1sticos, de papel, metalizadas, mistas ou de outro material flex\u00edvel\n\n<strong>Embalagens r\u00edgidas que n\u00e3o utilizam \u00e1gua como ve\u00edculo de pulveriza\u00e7\u00e3o:<\/strong> embalagens de produtos para tratamento de sementes, Ultra Baixo Volume &#8211; UBV e formula\u00e7\u00f5es oleosas<\/blockquote>\n<strong>Embalagens secund\u00e1rias:<\/strong>\n\nRefere-se \u00e0s embalagens r\u00edgidas ou flex\u00edveis que acondicionam embalagens prim\u00e1rias, n\u00e3o entram em contato direto com as formula\u00e7\u00f5es de agrot\u00f3xicos, sendo consideradas embalagens n\u00e3o contaminadas e n\u00e3o perigosas, tais como caixas coletivas de papel\u00e3o, cartuchos de cartolina, fibrolatas e as embalagens termomold\u00e1veis.\n<h4><strong>Sugest\u00f5es T\u00e9cnicas para Instala\u00e7\u00e3o de Unidades de Recebimento de Embalagens Vazias<\/strong><\/h4>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" width=\"325\" height=\"38\"><strong>Necessidades<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"276\" height=\"38\"><strong>Posto de Recebimento<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Localiza\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Zona Rural ou Industrial<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"24\">\u00c1rea necess\u00e1ria<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"24\">Al\u00e9m da \u00e1rea necess\u00e1ria para o barrac\u00e3o, observar\nmais 10 metros para movimenta\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"24\">\u00c1rea cercada<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"24\">A \u00e1rea deve ser toda cercada com altura\nm\u00ednima de 1,5 metros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Port\u00e3o de duas folhas<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">2 metros cada folha<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">\u00c1rea para movimenta\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Com brita ou outro material<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Dimens\u00e3o do Galp\u00e3o<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">8,0 x 10 x 4,5 metros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">\u00c1rea total do Galp\u00e3o<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">80 m2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">P\u00e9 direito<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">4,5 metros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Funda\u00e7\u00f5es<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">A crit\u00e9rio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"24\">Estrutura<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"24\">A crit\u00e9rio (defini\u00e7\u00e3o regional) Ex: met\u00e1lico,\nalvenaria, eucaliptos, etc.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Cobertura<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">A crit\u00e9rio, com beiral de 1 metro<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Piso do Galp\u00e3o<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Piso cimentado (m\u00ednimo de 5 cm com malha de ferro)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Mureta lateral<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">2 metros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Telado acima da mureta<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Cal\u00e7ada lateral<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">1 metro de largura<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Instala\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Balan\u00e7a<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Opcional<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">EPI (Equipamento de Prote\u00e7\u00e3o Individual)<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Sinaliza\u00e7\u00e3o de toda a \u00e1rea<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"325\" height=\"19\">Gerenciamento<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"276\" height=\"19\">Sim<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4><strong>Como Gerenciar o Posto<\/strong><\/h4>\n<strong>Crit\u00e9rios para o Gerenciamento das Unidades de Recebimento <\/strong>\n\n<strong>1. Implanta\u00e7\u00e3o da Unidade de Recebimento:<\/strong>\n<blockquote><strong>a) Identificar parceiros e definir responsabilidades: <\/strong>O gerenciamento do posto dever\u00e1 ser de responsabilidade dos revendedores ou de uma outra entidade parceira sediada no mesmo munic\u00edpio;<strong>\nb) Preparar e implantar campanhas de orienta\u00e7\u00e3o ao usu\u00e1rio: <\/strong>O agricultor dever\u00e1 ser orientado sobre o endere\u00e7o e per\u00edodo\/calend\u00e1rio de funcionamento do posto de recebimento mais pr\u00f3ximo na ocasi\u00e3o em que estiver adquirindo o produto. Palestras, dias de campo e outros eventos poder\u00e3o ser utilizados para distribui\u00e7\u00e3o de material informativo;<strong>\nc) Consultar os \u00f3rg\u00e3os ambientais competentes sobre a autoriza\u00e7\u00e3o ambiental:<\/strong> Alguns estados exigem que os Postos de Recebimento de Embalagens Vazias, lavadas ou n\u00e3o (contaminadas), tenham o licenciamento ambiental para serem implantados;<strong>\nd) Adequar os postos de recebimento para o preparo das embalagens e trabalho dos operadores: <\/strong>Dotar as unidades de recebimento de equipamentos e instala\u00e7\u00f5es adequadas para o manuseio das embalagens lavadas ou n\u00e3o (contaminadas) e trabalho seguro dos operadores (g\u00f4ndolas para a separa\u00e7\u00e3o e armazenamento destas embalagens por tipo de material, EPI\u0092s, vesti\u00e1rios, etc.);<strong>\ne) Treinar a equipe de trabalho:<\/strong> O supervisor e os operadores dever\u00e3o ser treinados para as atividades de uso de equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual, recebimento, inspe\u00e7\u00e3o, triagem, e armazenamento das embalagens. E dever\u00e3o estar informados sobre o destino final de cada tipo de embalagem.<\/blockquote>\n<h4><strong>Destino Final de Res\u00edduos<\/strong><\/h4>\nA aplica\u00e7\u00e3o de um produto fitossanit\u00e1rio deve ser planejada de modo a evitar desperd\u00edcios e sobras. Para isto, pe\u00e7a sempre ajuda de um engenheiro agr\u00f4nomo para calcular a dose a ser aplicada em fun\u00e7\u00e3o da \u00e1rea a ser tratada.\n<h4><strong>O que fazer com a sobra da calda no tanque do pulverizador ?<\/strong><\/h4>\n<blockquote>Volume da calda deve ser calculado adequadamente para evitar grandes sobras no final de uma jornada de trabalho;\nPequeno volume de calda que sobrar no tanque do pulverizador deve ser dilu\u00eddo em \u00e1gua e aplicado nas bordaduras da \u00e1rea tratada ou nos carreadores;\nSe o produto que estiver sendo aplicado for um herbicida o repasse em \u00e1reas tratadas poder\u00e1 causar fitotoxicidade e deve ser evitado;\nNunca jogue sobras ou restos de produtos em rios, lagos ou demais cole\u00e7\u00f5es de \u00e1gua.<\/blockquote>\n<h4><strong>O que fazer com a sobra do produto concentrado ?<\/strong><\/h4>\n<blockquote>O produto concentrado deve ser mantido em sua embalagem original;\nCertifique-se de que a embalagem est\u00e1 fechada adequadamente;\nArmazene a embalagem em local seguro.<\/blockquote>\n<h4><strong>Produto Vencido ou Impr\u00f3prio para Comercializa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\nProblemas com produtos vencidos ou impr\u00f3prios para a utiliza\u00e7\u00e3o normalmente s\u00e3o causados por erros no manuseio.\n\nOs produtos fitossanit\u00e1rios normalmente apresentam prazo de validade de 2 a 3 anos, tempo suficiente para que sejam comercializados e aplicados. A compra de quantidades desnecess\u00e1rias ou falha na rota\u00e7\u00e3o de estoque poder\u00e3o fazer com que expirem os prazos de validade.\n\nAs embalagens dos produtos fitossanit\u00e1rios s\u00e3o dimensionadas para resistir com seguran\u00e7a \u00e0s etapas de transporte e armazenamento. Avarias nas informa\u00e7\u00f5es de r\u00f3tulo e bula ou danos nas embalagens normalmente s\u00e3o causados pelo manuseio impr\u00f3prio durante o transporte e ou armazenamento.\n<h4><strong>O que o revendedor deve fazer com o produto vencido ou impr\u00f3prio para comercializa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/h4>\n<blockquote>O revendedor deve comunicar ao fabricante qualquer avaria ou irregularidade que deixe o produto impr\u00f3prio para a comercializa\u00e7\u00e3o;\nO produto dever\u00e1 ser devolvido \u00e0 f\u00e1brica para destina\u00e7\u00e3o adequada;\nOs custos envolvidos na devolu\u00e7\u00e3o do produto para o fabricante, como o transporte, s\u00e3o de responsabilidade do revendedor ou propriet\u00e1rio. Podendo haver negocia\u00e7\u00e3o entre as partes.<\/blockquote>\nEstas informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o devem ser entendidas como o \u00fanico crit\u00e9rio para o destino final de res\u00edduos de produtos fitossanit\u00e1rios. Consulte as disposi\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o estadual e municipal.\n\nFonte: www.agrobyte.com.br\n<h6>Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos<\/h6>\nA aplica\u00e7\u00e3o de um produto fitossanit\u00e1rio deve ser planejada de modo a evitar desperd\u00edcios e sobras. Para isto, pe\u00e7a sempre ajuda de um Engenheiro Agr\u00f4nomo para calcular a dose a ser aplicada em fun\u00e7\u00e3o da praga e da \u00e1rea a ser tratada.\n\nO principal motivo para darmos a destina\u00e7\u00e3o final correta para as embalagens vazias dos agrot\u00f3xicos \u00e9 diminuir o risco para a sa\u00fade das pessoas e de contamina\u00e7\u00e3o do meio ambiente. Trata-se de um procedimento complexo que requer a participa\u00e7\u00e3o efetiva de todos os agentes envolvidos na fabrica\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o, utiliza\u00e7\u00e3o, licenciamento, fiscaliza\u00e7\u00e3o e monitoramento das atividades relacionadas com o manuseio, transporte, armazenamento e processamento dessas embalagens.\n\nA nova legisla\u00e7\u00e3o federal disciplina a destina\u00e7\u00e3o final de embalagens vazias de agrot\u00f3xicos e determina as responsabilidades para o agricultor, o revendedor, o fabricante e para o Governo na quest\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o. O n\u00e3o cumprimento destas responsabilidades poder\u00e1 implicar em penalidades previstas na legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica e na lei de crimes ambientais (Lei 9.605 de 13\/02\/98), como multas e at\u00e9 pena de reclus\u00e3o.\n\nA Lei No. 7.802 de 11\/07\/1989 disp\u00f5e sobre a pesquisa, a produ\u00e7\u00e3o, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercializa\u00e7\u00e3o, a utiliza\u00e7\u00e3o, a importa\u00e7\u00e3o, a exporta\u00e7\u00e3o, o destino final dos res\u00edduos e embalagens, o registro, a classifica\u00e7\u00e3o, o controle, a inspe\u00e7\u00e3o e a fiscaliza\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos, seus componentes e afins, e d\u00e1 outras provid\u00eancias.\n\n<strong>No que diz respeito ao destino das embalagens vazias de agrot\u00f3xicos, o site da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Defesa Vegetal &#8211; ANDEF diz que:<\/strong>\n\n<strong>Compete ao Agricultor:<\/strong>\n<blockquote>Preparar as embalagens vazias para devolv\u00ea-las nas unidades de recebimento;\nEmbalagens r\u00edgidas lav\u00e1veis: efetuar a lavagem das embalagens (Tr\u00edplice Lavagem ou Lavagem sob Press\u00e3o);\nEmbalagens r\u00edgidas n\u00e3o lav\u00e1veis: mant\u00ea-las intactas, adequadamente tampadas e sem vazamento;\nEmbalagens flex\u00edveis contaminadas: acondicion\u00e1-las em sacos pl\u00e1sticos padronizados.\nArmazenar na propriedade, em local apropriado, as embalagens vazias at\u00e9 a sua devolu\u00e7\u00e3o;\nTransportar e devolver as embalagens vazias, com suas respectivas tampas e r\u00f3tulos, para a unidade de recebimento indicada na Nota Fiscal pelo canal de distribui\u00e7\u00e3o, no prazo de at\u00e9 um ano, contado da data de sua compra. Se, ap\u00f3s esse prazo, permanecer produto na embalagem, \u00e9 facultada sua devolu\u00e7\u00e3o em at\u00e9 6 meses ap\u00f3s o t\u00e9rmino do prazo de validade ; e\nManter em seu poder, para fins de fiscaliza\u00e7\u00e3o, os comprovantes de entrega das embalagens (um ano), a receita agron\u00f4mica (dois anos) e a nota fiscal de compra do produto.\nEmbalagens lav\u00e1veis s\u00e3o aquelas r\u00edgidas (pl\u00e1sticas, met\u00e1licas e de vidro) que acondicionam formula\u00e7\u00f5es l\u00edquidas de agrot\u00f3xicos para serem dilu\u00eddas em \u00e1gua (de acordo com a norma t\u00e9cnica NBR-13.968).\nEmbalagens n\u00e3o lav\u00e1veis s\u00e3o todas aquelas flex\u00edveis e r\u00edgidas que n\u00e3o utilizam \u00e1gua como ve\u00edculo de pulveriza\u00e7\u00e3o. Incluem-se nesta defini\u00e7\u00e3o as embalagens secund\u00e1rias n\u00e3o contaminadas r\u00edgidas ou flex\u00edveis.<\/blockquote>\n<h4><strong>O que fazer com as sobras da aplica\u00e7\u00e3o ?<\/strong><\/h4>\n<blockquote>No caso da calda no tanque do pulverizador o seu volume deve ser calculado adequadamente para evitar grandes sobras no final de uma jornada de trabalho.\nO pequeno volume de calda que sobrar deve ser dilu\u00eddo em \u00e1gua e aplicado nas bordaduras da \u00e1rea tratada ou nos carreadores.\nSe o produto que estiver sendo aplicado for um herbicida o repasse em \u00e1reas tratadas poder\u00e1 causar fitotoxicidade e deve ser evitado.\nNunca jogue sobras ou restos de produtos em rios, lagos ou demais cole\u00e7\u00f5es de \u00e1gua. Se a sobra for um produto concentrado, este deve ser mantido em sua embalagem original.\nCertifique-se de que a embalagem est\u00e1 fechada adequadamente e armazene a embalagem em local seguro.\nCaso o produto venha a se tornar impr\u00f3prio para utiliza\u00e7\u00e3o ou em desuso, consulte o registrante atrav\u00e9s do telefone indicado no r\u00f3tulo para sua devolu\u00e7\u00e3o e destina\u00e7\u00e3o final.<\/blockquote>\n<h4><strong>O que vem a ser Tr\u00edpice Lavagem ?<\/strong><\/h4>\n<strong>A tr\u00edpice lavagem consiste em:<\/strong>\n<blockquote>a) Esvazie completamente o conte\u00fado da embalagem no tanque do pulverizador;\nb) Adicione \u00e1gua limpa \u00e0 embalagem at\u00e9 \u00bc do seu volume;\nc) Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;\nd) Despeje a \u00e1gua de lavagem no tanque do pulverizador;\ne) Fa\u00e7a esta opera\u00e7\u00e3o 3 vezes; e\nf) Inutilize a embalagem pl\u00e1stica ou met\u00e1lica, perfurando o fundo.<\/blockquote>\n<strong>A lavagem sob press\u00e3o somente pode ser realizada em pulverizadores com acess\u00f3rios adaptados para esta finalidade:<\/strong>\n<blockquote>a) Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;\nb) Acione o mecanismo para liberar o jato de \u00e1gua;\nc) Direcione o jato de \u00e1gua para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;\nd) A \u00e1gua de lavagem deve ser transferida para o interior do tanque do pulverizador; e\ne) Inutilize a embalagem pl\u00e1stica ou met\u00e1lica, perfurando o fundo<\/blockquote>\n<strong>Compete ao Vendedor\/Distribuidor:<\/strong>\n<blockquote>Disponibilizar e gerenciar unidades de recebimento para a devolu\u00e7\u00e3o de embalagens vazias pelos usu\u00e1rios\/agricultores;\nNo ato da venda do produto, informar aos usu\u00e1rios\/agricultores sobre os procedimentos de lavagem, acondicionamento, armazenamento, transporte e devolu\u00e7\u00e3o das embalagens vazias;\nInformar o endere\u00e7o da sua unidade de recebimento de embalagens vazias para o usu\u00e1rio, fazendo constar esta informa\u00e7\u00e3o no corpo da Nota Fiscal de venda do produto;\nFazer constar dos receitu\u00e1rios que emitirem, as informa\u00e7\u00f5es sobre destino final das embalagens; e\nImplementar, em colabora\u00e7\u00e3o com o Poder P\u00fablico e empresas registrantes, programas educativos e mecanismos de controle e est\u00edmulo \u00e0 LAVAGEM (Tr\u00edplice ou sob Press\u00e3o) e \u00e0 devolu\u00e7\u00e3o das embalagens vazias por parte dos usu\u00e1rios.<\/blockquote>\nTodo comerciante de agrot\u00f3xico \u00e9 obrigado (Lei 9.974 de 06\/00) a disponibilizar seu local de recebimento de embalagens vazias, devidamente licenciado.\n\n\u00c9 recomend\u00e1vel, por quest\u00f5es pr\u00e1ticas e financeiras, pertencer ou formar associa\u00e7\u00f5es regionais montadas para construir e gerenciar as unidades de recebimento, atendendo, assim, o que determina a legisla\u00e7\u00e3o. Para maiores informa\u00e7\u00f5es, entrar em contato com a ANDAV, com a OCB ou com o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias &#8211; INPEV.\n\n<strong>Compete ao Fabricante:<\/strong>\n<blockquote>Providenciar o recolhimento, e dar a destina\u00e7\u00e3o final adequada \u00e0s embalagens vazias devolvidas \u00e0s unidades de recebimento em, no m\u00e1ximo, um ano, a contar da data de devolu\u00e7\u00e3o pelos usu\u00e1rios\/agricultores;\nImplementar, em colabora\u00e7\u00e3o com o Poder P\u00fablico, programas educativos e mecanismos de controle e est\u00edmulo \u00e0 LAVAGEM (Tr\u00edplice e sob Press\u00e3o) e \u00e0 devolu\u00e7\u00e3o das embalagens vazias por parte dos usu\u00e1rios\/agricultores; e\nAlterar os modelos de r\u00f3tulos e bulas para que constem informa\u00e7\u00f5es sobre os procedimentos de lavagem, armazenamento, transporte, devolu\u00e7\u00e3o e destina\u00e7\u00e3o final das embalagens vazias.<\/blockquote>\nFonte: www.ufrrj.br\n<h6>Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos<\/h6>\n<h4>MANUAL DE SEGURAN\u00c7A E SA\u00daDE DO APLICADOR DE PRODUTOS FITOSSANIT\u00c1RIOS<\/h4>\n<strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nDe acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), \u0093Sa\u00fade \u00e9 o estado de completo bem-estar f\u00edsico, mental, espiritual e social, e n\u00e3o apenas a aus\u00eancia de doen\u00e7a ou enfermidade\u0094.\n\nO trabalhador rural est\u00e1 exposto a diversas situa\u00e7\u00f5es de risco \u00e0 sa\u00fade durante o desempenho de suas atividades no campo, como acidentes com ve\u00edculos motorizados, ferramentas e objetos cortantes, n\u00edvel de ru\u00eddo excessivo, raios ultravioleta (c\u00e2ncer de pele), predisposi\u00e7\u00e3o \u00e0 artrite, doen\u00e7as respirat\u00f3rias, zoonoses (brucelose, leptospirose, t\u00e9tano, tuberculose, raiva, encefalite, micoses, mal\u00e1ria etc), exposi\u00e7\u00e3o a gases t\u00f3xicos, picadas de animais pe\u00e7onhentos, choques el\u00e9tricos, raios, inc\u00eandios e exposi\u00e7\u00e3o a subst\u00e2ncias qu\u00edmicas.\n\nNesta publica\u00e7\u00e3o, vamos nos dedicar \u00e0s a\u00e7\u00f5es preventivas para reduzir os riscos de exposi\u00e7\u00e3o e contamina\u00e7\u00e3o com produtos fitossanit\u00e1rios, tal como o uso de EPI.\n\nOs produtos fitossanit\u00e1rios foram desenvolvidos com o objetivo de reduzir as perdas causadas pelo ataque de pragas, doen\u00e7as e plantas daninhas que infestam as lavouras.\n\nPortanto, s\u00e3o importantes insumos agr\u00edcolas que s\u00e3o utilizados para ajudar a produzir economicamente alimentos saud\u00e1veis. Quando utilizados incorretamente, os produtos fitossanit\u00e1rios podem provocar contamina\u00e7\u00f5es dos aplicadores, dos consumidores de alimentos, assim como de animais e do meio ambiente.\n\n<strong>Para evitar acidentes e contamina\u00e7\u00f5es, os cuidados com os produtos fitossanit\u00e1rios devem ser observados em todas as etapas, a saber:<\/strong> aquisi\u00e7\u00e3o, transporte, armazenamento, manuseio (principalmente preparo da calda), aplica\u00e7\u00e3o e o destino final de sobras e de embalagens vazias. A ANDEF possui uma cole\u00e7\u00e3o completa de manuais que abordam detalhadamente cada uma destas etapas, os quais podem ser visualizados e impressos por meio do site da ANDEF (www.andef.com.br).\n\nDe acordo com a Norma NR 31, o empregador rural ou equiparado deve proporcionar capacita\u00e7\u00e3o sobre preven\u00e7\u00e3o de acidentes com produtos fitossanit\u00e1rios a todos os trabalhadores expostos diretamente.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas da capacita\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>P\u00fablico:<\/strong> trabalhadores em exposi\u00e7\u00e3o direta.<strong>\nPrograma:<\/strong> carga hor\u00e1ria m\u00ednima de vinte horas, distribu\u00eddas em no m\u00e1ximo oito horas di\u00e1rias, durante o expediente normal de trabalho, com conte\u00fado program\u00e1tico definido.<\/blockquote>\nS\u00e3o considerados v\u00e1lidos os programas de capacita\u00e7\u00e3o desenvolvidos por \u00f3rg\u00e3os e servi\u00e7os oficiais de extens\u00e3o rural, institui\u00e7\u00f5es de ensino de n\u00edvel m\u00e9dio e superior em ci\u00eancias agr\u00e1rias e Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural &#8211; SENAR, entidades sindicais, associa\u00e7\u00f5es de produtores rurais, cooperativas de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria ou florestal e associa\u00e7\u00f5es de profissionais, desde que obedecidos os crit\u00e9rios estabelecidos pela NR 31, garantindo-se a livre escolha de quaisquer destes pelo empregador.\n\n<strong>1. Conhecimento das formas de exposi\u00e7\u00e3o direta e indireta aos produtos fitossanit\u00e1rios.<\/strong>\n\nA exposi\u00e7\u00e3o pode ser entendida como o simples contato do produto fitossanit\u00e1rio com qualquer parte do organismo humano.\n\n<strong>As vias de exposi\u00e7\u00e3o mais comuns s\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\"><strong>Ocular &#8211; <\/strong>pelos olhos<strong>\nRespirat\u00f3ria &#8211; <\/strong>nariz e pulm\u00f5es<strong>\nD\u00e9rmica &#8211; <\/strong>pela pele<strong>\nOral &#8211; <\/strong>pela boca<\/p>\n<\/blockquote>\nA exposi\u00e7\u00e3o pode ser classificada em exposi\u00e7\u00e3o direta e indireta.\n\n<strong>1.1. Exposi\u00e7\u00e3o direta<\/strong>\n\nA exposi\u00e7\u00e3o direta ocorre quando o produto fitossanit\u00e1rio entra em contato direto com a pele, olhos, boca ou nariz. Os acidentes pela exposi\u00e7\u00e3o direta normalmente ocorrem com os trabalhadores que manuseiam ou aplicam produtos fitossanit\u00e1rios sem usar corretamente os equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual. A NR 31 define \u0093trabalhadores em exposi\u00e7\u00e3o direta\u0094, os que manipulam os produtos fitossanit\u00e1rios e afins, em qualquer uma das etapas de armazenamento, transporte, preparo, aplica\u00e7\u00e3o, destina\u00e7\u00e3o e descontamina\u00e7\u00e3o de equipamentos e vestimentas.\n\n<strong>1.2. Exposi\u00e7\u00e3o indireta<\/strong>\n\nA exposi\u00e7\u00e3o indireta ocorre quando as pessoas, que n\u00e3o est\u00e3o aplicando ou manuseando produtos fitossanit\u00e1rios, entram em contato com plantas, alimentos, roupas ou qualquer outro objeto contaminado. A NR 31 considera \u0093trabalhadores em exposi\u00e7\u00e3o indireta\u0094, os que n\u00e3o manipulam diretamente os produtos fitossanit\u00e1rios, adjuvantes e produtos afins, mas circulam e desempenham suas atividades de trabalho em \u00e1reas vizinhas aos locais onde se faz a manipula\u00e7\u00e3o dos produtos em qualquer uma das etapas de armazenamento, transporte, preparo, aplica\u00e7\u00e3o etc, e ou ainda, os que desempenham atividades de trabalho em \u00e1reas rec\u00e9m-tratadas.\n\n<strong>2. Risco<\/strong>\n\nO risco de intoxica\u00e7\u00e3o \u00e9 definido como a probabilidade estat\u00edstica de uma subst\u00e2ncia qu\u00edmica causar efeito t\u00f3xico. \u00c9 fun\u00e7\u00e3o da toxicidade do produto e da exposi\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Risco = <\/strong>f (toxicidade ; exposi\u00e7\u00e3o).\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Destin1.jpg\" alt=\"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos\" width=\"438\" height=\"179\" \/><\/p>\nA toxicidade \u00e9 a capacidade potencial de uma subst\u00e2ncia causar efeito adverso \u00e0 sa\u00fade. Em tese, todas as subst\u00e2ncias s\u00e3o t\u00f3xicas e a toxicidade depende basicamente da dose e da sensibilidade do organismo exposto. Quanto menor a dose de um produto capaz de causar um efeito adverso, mais t\u00f3xico \u00e9 o produto.\n\nSabendo-se que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ao usu\u00e1rio alterar a toxicidade do produto, a \u00fanica maneira concreta de reduzir o risco \u00e9 atrav\u00e9s da diminui\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o. Para reduzir a exposi\u00e7\u00e3o, o trabalhador deve manusear os produtos com cuidado, usar equipamentos de aplica\u00e7\u00e3o calibrados e em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de vestir os equipamentos de prote\u00e7\u00e3o adequados.\n\nMuitas vezes, a intoxica\u00e7\u00e3o por produtos fitossanit\u00e1rios \u00e9 resultado de erros nas etapas de transporte, armazenamento, preparo da calda, aplica\u00e7\u00e3o, enfim, manipula\u00e7\u00e3o do produto, causados por displic\u00eancia ou ignor\u00e2ncia. Se as regras de seguran\u00e7a forem seguidas, muitos casos de intoxica\u00e7\u00e3o ser\u00e3o evitados.\n\n<strong>3. Conhecimento de sinais e sintomas de intoxica\u00e7\u00e3o e medidas de primeiros socorros.<\/strong>\n\nA absor\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia depende da via pela qual ela penetra no organismo.\n\nNo caso de produtos fitossanit\u00e1rios, a absor\u00e7\u00e3o d\u00e9rmica (atrav\u00e9s da pele) \u00e9 a mais importante, podendo ser mais intensa quando se utilizam formula\u00e7\u00f5es oleosas. A absor\u00e7\u00e3o por via respirat\u00f3ria (pelos pulm\u00f5es) \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia da aspira\u00e7\u00e3o de part\u00edculas, gases ou vapores.\n\nNa exposi\u00e7\u00e3o ocupacional, a contamina\u00e7\u00e3o oral (pela boca) \u00e9 menos freq\u00fcente e s\u00f3 ocorre por acidente ou descuido. Este tipo de contamina\u00e7\u00e3o \u00e9 quase sempre respons\u00e1vel pelas intoxica\u00e7\u00f5es mais graves.\n\n<strong>3.1. Tipos de intoxica\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nQuando um produto fitossanit\u00e1rio \u00e9 absorvido pelo corpo humano, o organismo entra num processo de autodefesa e tenta neutralizar sua a\u00e7\u00e3o t\u00f3xica.\n\nEssa a\u00e7\u00e3o t\u00f3xica somente se manifesta quando o n\u00edvel da subst\u00e2ncia atinge certos limites e permanece enquanto esse n\u00edvel n\u00e3o for reduzido.\n\n<strong>Isso permite considerar dois tipos de intoxica\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>a. Intoxica\u00e7\u00e3o aguda: <\/strong>ocorre normalmente quando h\u00e1 exposi\u00e7\u00e3o a grandes quantidades por um per\u00edodo curto de tempo.<strong>\nb. Intoxica\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica: <\/strong>ocorre usualmente quando h\u00e1 exposi\u00e7\u00e3o a pequenas quantidades por um per\u00edodo longo de tempo.<\/blockquote>\nEstas s\u00e3o as regras gerais, mas dependem de outros fatores como, por exemplo, a sensibilidade individual, fatores gen\u00e9ticos etc.\n\nO trabalhador que apresentar sintomas de intoxica\u00e7\u00e3o deve ser imediatamente afastado das atividades e transportado para atendimento m\u00e9dico, acompanhado das informa\u00e7\u00f5es contidas nos r\u00f3tulos e bulas dos produtos fitossanit\u00e1rios aos quais tenha sido exposto e contactar o 0800 de Emerg\u00eancia M\u00e9dica do fabricante do produto, para orientar o atendimento m\u00e9dico local.\n\n<strong>3.2. Principais sintomas de intoxica\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nA exposi\u00e7\u00e3o a n\u00edveis t\u00f3xicos de produtos fitossanit\u00e1rios resulta numa variedade de sintomas e sinais que dependem do produto usado, da dose absorvida e das condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade do indiv\u00edduo.\n\n<strong>De maneira geral, as rea\u00e7\u00f5es mais comuns s\u00e3o:<\/strong>\n\n<strong>Contamina\u00e7\u00e3o por contato com a pele (via d\u00e9rmica)<\/strong>\n<blockquote>Irrita\u00e7\u00e3o (pele seca e rachada)\nMudan\u00e7a de colora\u00e7\u00e3o da pele (\u00e1reas amareladas ou avermelhadas)\nDescama\u00e7\u00e3o (pele escamosa ou com aspecto de sarna).<\/blockquote>\n<strong>Contamina\u00e7\u00e3o por inala\u00e7\u00e3o (via respirat\u00f3ria)<\/strong>\n<blockquote>Ardor na garganta e pulm\u00f5es\nTosse\nRouquid\u00e3o\nCongestionamento das vias respirat\u00f3rias.<\/blockquote>\n<strong>Contamina\u00e7\u00e3o por ingest\u00e3o (via oral)<\/strong>\n<blockquote>Irrita\u00e7\u00e3o da boca e garganta\nDor no peito\nN\u00e1useas\nDiarr\u00e9ia\nTranspira\u00e7\u00e3o anormal\nDor de cabe\u00e7a\nFraqueza e c\u00e3imbra.<\/blockquote>\n<strong>3.3. Procedimentos b\u00e1sicos para casos de intoxica\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nNormalmente, as lavouras ficam muito afastadas dos hospitais e o atendimento por um m\u00e9dico poder\u00e1 demorar bastante. As medidas de primeiros socorros representam o esfor\u00e7o inicial para socorrer uma v\u00edtima enquanto n\u00e3o se disp\u00f5e de assist\u00eancia m\u00e9dica profissional. H\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que outras pessoas poder\u00e3o identificar e realizar as primeiras medidas de socorro numa situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia.\n\nEstando diante de um intoxicado, a primeira medida \u00e9 observar e avaliar a presen\u00e7a de anormalidades que possam representar risco de vida imediato, como parada ou dificuldade respirat\u00f3ria, parada circulat\u00f3ria, estado de choque, convuls\u00e3o ou coma.\n\nSomente um m\u00e9dico, enfermeiro ou socorrista treinado poder\u00e1 intervir para manter as fun\u00e7\u00f5es vitais, pois isto exige conhecimento m\u00e9dico e\/ou de enfermagem. Todo produto fitossanit\u00e1rio possui obrigatoriamente informa\u00e7\u00f5es sobre primeiros socorros no r\u00f3tulo e na bula do produto.\n\n<strong>3.3.1.1. Exposi\u00e7\u00e3o via d\u00e9rmica<\/strong>\n\nMuitos produtos fitossanit\u00e1rios s\u00e3o prontamente absorvidos pela pele, quer pelo contato com roupas contaminadas ou diretamente quando derramados sobre o corpo.\n\nMesmo que o produto seja pouco t\u00f3xico, recomenda-se que a exposi\u00e7\u00e3o seja reduzida ao m\u00ednimo o quanto antes. Para tanto, retire imediatamente as roupas contaminadas e remova o produto com jato de \u00e1gua corrente. A seguir, verifique as recomenda\u00e7\u00f5es de primeiros socorros do produto e, se n\u00e3o houver contra indica\u00e7\u00e3o, lave com \u00e1gua e sab\u00e3o as partes expostas, evitando esfregar com for\u00e7a para n\u00e3o causar irrita\u00e7\u00f5es. Seque e envolva num pano limpo.\n\nSe uma grande superf\u00edcie do corpo foi contaminada, a lavagem por ducha \u00e9 mais indicada. Aten\u00e7\u00e3o especial deve ser dada ao couro cabeludo, atr\u00e1s das orelhas, axilas, unhas e regi\u00e3o genital. Nenhum ant\u00eddoto ou agente neutralizador deve ser adicionado \u00e0 \u00e1gua de lavagem.\n\n<strong>3.3.1. Medidas de primeiros socorros<\/strong>\n\nUma das a\u00e7\u00f5es mais importantes para socorrer uma v\u00edtima intoxicada \u00e9 prestar os primeiros socorros com o objetivo de interromper a absor\u00e7\u00e3o do produto t\u00f3xico pelo organismo. O procedimento \u00e9 f\u00e1cil e est\u00e1 ao alcance de todos. Quanto antes a vitima for descontaminada, maior ser\u00e1 a sua chance de recupera\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>3.3.1.2. Exposi\u00e7\u00e3o via ocular<\/strong>\n\nO respingo de um produto fitossanit\u00e1rio nos olhos, faz com que o produto seja prontamente absorvido. A irrita\u00e7\u00e3o que surge pode ser devida ao pr\u00f3prio ingrediente ativo ou a outras subst\u00e2ncias presentes na formula\u00e7\u00e3o. A assist\u00eancia imediata nesses casos \u00e9 a lavagem dos olhos com \u00e1gua corrente e limpa, que deve ser realizada de acordo com instru\u00e7\u00f5es constantes na bula.\n\nA \u00e1gua de lavagem poder\u00e1 ser fria ou morna, mas nunca quente ou contendo outras subst\u00e2ncias usadas como ant\u00eddoto ou neutralizantes. O jato de lavagem deve ser suave para n\u00e3o provocar maior irrita\u00e7\u00e3o. N\u00e3o dispondo de jato d\u0092\u00e1gua, deite a v\u00edtima de costas com a cabe\u00e7a apoiada sobre suas pernas, inclinando-lhe a cabe\u00e7a para tr\u00e1s e mantendo as p\u00e1lpebras abertas, derrame com aux\u00edlio de caneca, um filete de \u00e1gua limpa.\n\nN\u00e3o coloque col\u00edrio ou outras subst\u00e2ncias. Persistindo dor ou irrita\u00e7\u00e3o, tape os olhos com pano limpo e encaminhe o paciente ao oftalmologista, levando o r\u00f3tulo ou bula do produto.\n\n<strong>3.3.1.3. Exposi\u00e7\u00e3o via respirat\u00f3ria<\/strong>\n\nOcorrendo intoxica\u00e7\u00e3o por inala\u00e7\u00e3o, leve imediatamente a v\u00edtima para local fresco e ventilado, afrouxe as roupas para facilitar a passagem do ar e n\u00e3o se esque\u00e7a de retirar as roupas, se elas estiverem contaminadas.\n\nAntes de entrar em local fechado com a possibilidade da presen\u00e7a de contaminantes no ar ambiente, certifique-se de ventil\u00e1-lo. Se poss\u00edvel, o socorrista deve usar o respirador apropriado.\n\n<strong>3.3.1.4. Exposi\u00e7\u00e3o via oral<\/strong>\n\nAo atender uma v\u00edtima intoxicada por ingest\u00e3o, a decis\u00e3o mais importante a tomar \u00e9 se o v\u00f4mito deve ou n\u00e3o ser provocado. Por isso \u00e9 importante ler r\u00f3tulo\/bula para verificar o procedimento a ser adotado, pois se a subst\u00e2ncia ingerida for c\u00e1ustica ou corrosiva, provocar\u00e1 novas queimaduras ao ser regurgitada. Formula\u00e7\u00f5es de produtos fitossanit\u00e1rios que utilizam como ve\u00edculo solventes derivados do petr\u00f3leo, normalmente tem em suas bulas, indica\u00e7\u00f5es de restri\u00e7\u00e3o ao v\u00f4mito, uma vez que esses solventes podem ser aspirados pelos pulm\u00f5es provocando pneumonite.\n\nSe a indica\u00e7\u00e3o \u00e9 de regurgitar a subst\u00e2ncia t\u00f3xica imediatamente, nunca provoque v\u00f4mito se a v\u00edtima estiver inconsciente ou em convuls\u00e3o, pois poder\u00e1 sufoc\u00e1-la.\n\nAntes de induzir ao v\u00f4mito, aumente o volume do conte\u00fado estomacal da v\u00edtima, dando-lhe um ou dois copos de \u00e1gua.\n\n<strong>O v\u00f4mito pode ser provocado por processo mec\u00e2nico, colocando um dedo ou a extremidade do cabo de uma colher na garganta; ou qu\u00edmico, dando-se ao paciente:<\/strong>\n<blockquote><strong>Detergente comum (usado para lavar lou\u00e7as):<\/strong> 1 colher das de sopa em 1 copo d\u0092\u00e1gua\nDurante o v\u00f4mito, posicione o paciente com o tronco ereto e inclinado para frente, evitando a entrada do l\u00edquido nos pulm\u00f5es\nQuando o v\u00f4mito n\u00e3o for aconselhado, procure reduzir a absor\u00e7\u00e3o do produto, neutralizando sua a\u00e7\u00e3o com carv\u00e3o ativado, na dosagem de at\u00e9 50 gramas dilu\u00eddos num copo d\u0092\u00e1gua\nO carv\u00e3o ativado poder\u00e1 tamb\u00e9m ser administrado como tratamento auxiliar ap\u00f3s o v\u00f4mito provocado.\nN\u00e3o use carv\u00e3o ativado ou qualquer outro medicamento por via oral se o paciente estiver vomitando espontaneamente.<\/blockquote>\n<strong>3.3.2. Resumo dos procedimentos para casos de intoxica\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>De uma forma geral, podemos resumir as principais medidas de primeiros socorros em quatro a\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas:<\/strong>\n<blockquote><strong>I.<\/strong> Preste atendimento \u00e0 pessoa de acordo com as instru\u00e7\u00f5es de primeiros socorros descritas no r\u00f3tulo e\/ou na bula do produto<strong>\nII. <\/strong>D\u00ea banho com \u00e1gua corrente e vista roupas limpas na v\u00edtima, levando-a imediatamente para o servi\u00e7o de sa\u00fade mais pr\u00f3ximo. N\u00e3o esque\u00e7a de mostrar a bula ou r\u00f3tulo do produto ao m\u00e9dico ou enfermeira.<strong>\nIII.<\/strong> Assim que chegar ao servi\u00e7o de sa\u00fade, ligue para o telefone de emerg\u00eancia do fabricante, informando o nome e idade do paciente, o nome do m\u00e9dico e o telefone do servi\u00e7o de sa\u00fade, pois desta forma, o fabricante poder\u00e1 passar mais informa\u00e7\u00f5es sobre\na toxicologia do produto para o profissional que estiver fazendo o atendimento da v\u00edtima<strong>\nIV. <\/strong>Toda pessoa com suspeita de intoxica\u00e7\u00e3o deve receber atendimento m\u00e9dico imediato. Nunca espere os sintomas se intensificarem.<\/blockquote>\nOs produtos fitossanit\u00e1rios devem ser considerados suspeitos de causar uma intoxica\u00e7\u00e3o aguda, somente quando se sabe que o paciente foi recentemente exposto a esses produtos. Sintomas que se iniciam mais de 24 horas ap\u00f3s a utiliza\u00e7\u00e3o, quase sempre excluem a possibilidade de intoxica\u00e7\u00e3o aguda por produtos fitossanit\u00e1rios, a n\u00e3o ser que se trate de um caso cr\u00f4nico, resultante da exposi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua a pequenas doses.\n\n<strong>4. Informa\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a<\/strong>\n\nA regra fundamental de seguran\u00e7a \u00e9 LER O R\u00d3TULO e SEGUIR AS INSTRU\u00c7\u00d5ES DA BULA, pois ali est\u00e3o colocados os conhecimentos do fabricante a respeito do produto, informando sobre manuseio, precau\u00e7\u00f5es, primeiros socorros, destina\u00e7\u00e3o de embalagens, equipamentos de prote\u00e7\u00e3o etc.\n\n<strong>4.1. Informa\u00e7\u00f5es aos trabalhadores<\/strong>\n\n<strong>\u00c9 dever do empregador rural ou equiparado, disponibilizar a todos os trabalhadores informa\u00e7\u00f5es sobre o uso de produtos fitossanit\u00e1rios no estabelecimento, abordando os seguintes aspectos:<\/strong>\n<blockquote><strong>\u00c1rea tratada:<\/strong> descri\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas gerais da \u00e1rea, da localiza\u00e7\u00e3o e do tipo de aplica\u00e7\u00e3o a ser feita, incluindo o equipamento a ser utilizado\nAs instru\u00e7\u00f5es devem ser compreens\u00edveis e suficientes aos que manipulam agrot\u00f3xicos\nNome comercial do produto utilizado\nClassifica\u00e7\u00e3o toxicol\u00f3gica\nData e hora da aplica\u00e7\u00e3o\nIntervalo de reentrada\nIntervalo de seguran\u00e7a\/per\u00edodo de car\u00eancia\nMedidas de prote\u00e7\u00e3o necess\u00e1rias aos trabalhadores em exposi\u00e7\u00e3o direta e indireta\nMedidas a serem adotadas em caso de intoxica\u00e7\u00e3o.<\/blockquote>\nDevem ser treinadas e protegidas as pessoas que fazem conserva\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o, limpeza, al\u00e9m das que utilizam os equipamentos de aplica\u00e7\u00e3o.\n\nOs manuais das m\u00e1quinas, equipamentos e implementos devem ser mantidos no estabelecimento, devendo o empregador dar conhecimento aos operadores do seu conte\u00fado e disponibiliz\u00e1-los sempre que necess\u00e1rio.\n\nO empregador deve garantir a realiza\u00e7\u00e3o dos exames m\u00e9dicos citados na NR 31 e o trabalhador se submeter a eles.\n\n\u00c9 dever do trabalhador ler os r\u00f3tulos e bulas dos produtos antes de manuse\u00e1-los.\n\n<strong>4.1.1. R\u00f3tulo<\/strong>\n\n<strong>Os r\u00f3tulos possuem as seguintes informa\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Destin2.jpg\" alt=\"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos\" width=\"659\" height=\"276\" \/><\/p>\nOs pictogramas s\u00e3o s\u00edmbolos gr\u00e1ficos, internacionalmente aceitos, que possuem uma comunica\u00e7\u00e3o exclusivamente visual, podendo ser entendidos por qualquer pessoa, mesmo que n\u00e3o saiba ler. Eles visam dar informa\u00e7\u00f5es para proteger a sa\u00fade das pessoas e o meio ambiente.\n\n<strong>4.2. Restri\u00e7\u00f5es para entrar em \u00e1rea rec\u00e9m tratadas<\/strong>\n\nO empregador rural ou equiparado deve sinalizar as \u00e1reas tratadas, informando o per\u00edodo de reentrada, que \u00e9 o per\u00edodo ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o em que \u00e9 vedada a entrada de pessoas sem uso de EPI adequado. Esta informa\u00e7\u00e3o consta no r\u00f3tulo\/bula do produto. A NR 31 exige que haja uma sinaliza\u00e7\u00e3o na \u00e1rea (consulte a fiscaliza\u00e7\u00e3o do seu Estado).\n\nDurante a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea, a entrada e perman\u00eancia de qualquer pessoa na \u00e1rea a ser tratada \u00e9 proibida.\n\n<strong>4.1.2. Bula<\/strong>\n\n<strong>As bulas tamb\u00e9m possuem informa\u00e7\u00f5es importantes sobre cuidados no manuseio e na aplica\u00e7\u00e3o de defensivos agr\u00edcolas, como:<\/strong> instru\u00e7\u00f5es de uso, armazenamento, transporte, modo e \u00e9poca de aplica\u00e7\u00e3o, intervalo de seguran\u00e7a etc, bem como o telefone de emerg\u00eancia das empresas.\n\n<strong>4.3. Intervalo de seguran\u00e7a ou per\u00edodo de car\u00eancia<\/strong>\n\n\u00c9 o n\u00famero de dias que deve ser respeitado entre a \u00faltima aplica\u00e7\u00e3o e a colheita. O per\u00edodo de\ncar\u00eancia vem escrito na bula do produto. Este prazo \u00e9 importante para garantir que o alimento\ncolhido n\u00e3o possua res\u00edduos acima do limite m\u00e1ximo permitido.\n\n<strong>5. Meio ambiente e res\u00edduos<\/strong>\n\nOs res\u00edduos provenientes dos processos produtivos devem ser eliminados dos locais de trabalho, segundo m\u00e9todos e procedimentos adequados que n\u00e3o provoquem contamina\u00e7\u00e3o ambiental. A limpeza dos equipamentos de aplica\u00e7\u00e3o deve ser executada de forma a n\u00e3o contaminar po\u00e7os, rios, c\u00f3rregos ou quaisquer outras cole\u00e7\u00f5es de \u00e1gua.\n\n<strong>6. Destino final das embalagens vazias<\/strong>\n\n\u00c9 vedada a reutiliza\u00e7\u00e3o de embalagens de produtos fitossanit\u00e1rios, cuja destina\u00e7\u00e3o final deve atender \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o vigente (Lei Federal n\u00ba 9.974 de 06.06.2000 e Decreto n\u00ba 4.074 de 04.01.2002).\n\nO agricultor deve devolver todas as embalagens vazias dos produtos na unidade de recebimento\nde embalagens indicada na Nota Fiscal pelo revendedor.\n\nAntes de devolver, o agricultor dever\u00e1 preparar as embalagens, ou seja, separar as embalagens lavadas das embalagens contaminadas. O agricultor que n\u00e3o devolver as embalagens no prazo de 1 (um) ano ou n\u00e3o prepar\u00e1-las adequadamente, poder\u00e1 ser multado, al\u00e9m de ser enquadrado na Lei de Crimes Ambientais. Caso o produto n\u00e3o tenha sido totalmente utilizado decorrido 1 (um) ano da compra, a devolu\u00e7\u00e3o da embalagem poder\u00e1 ser feita em at\u00e9 6 (seis) meses ap\u00f3s o t\u00e9rmino do prazo de validade. Embalagens flex\u00edveis n\u00e3o lav\u00e1veis devem ser armazenadas, transportadas e\ndevolvidas dentro de embalagens de resgate (saco pl\u00e1stico transparente padronizado).\n\n<strong>7. Medidas higi\u00eanicas durante e ap\u00f3s o trabalho<\/strong>\n\n<strong>Contamina\u00e7\u00f5es podem ser evitadas com h\u00e1bitos simples de higiene, como:<\/strong>\n<blockquote>Lavar bem as m\u00e3os e o rosto antes de comer, beber ou fumar\nAp\u00f3s o trabalho, tomar banho com bastante \u00e1gua e sabonete, lavando bem o couro cabeludo, axilas, unhas e regi\u00f5es genitais\nUsar sempre roupas limpas\nManter sempre a barba bem feita, unhas e cabelos bem cortados.<\/blockquote>\n<strong>O empregador rural ou equiparado, deve:<\/strong>\n<blockquote>Disponibilizar um local adequado para a guarda da roupa de uso pessoal\nFornecer \u00e1gua, sab\u00e3o e toalhas para higiene pessoal\nGarantir que nenhum dispositivo de prote\u00e7\u00e3o ou vestimenta contaminada seja levado para fora do ambiente de trabalho\nGarantir que nenhum dispositivo ou vestimenta de prote\u00e7\u00e3o seja reutilizado antes da devida descontamina\u00e7\u00e3o\nVedar o uso de roupas pessoais na aplica\u00e7\u00e3o de produtos fitossanit\u00e1rios.<\/blockquote>\n<strong>8. Equipamentos de Prote\u00e7\u00e3o Individual \u0096 EPI<\/strong>\n\nS\u00e3o ferramentas de trabalho que visam proteger a sa\u00fade do trabalhador rural, que utiliza os Produtos Fitossanit\u00e1rios. O objetivo do EPI \u00e9 evitar a exposi\u00e7\u00e3o do trabalhador ao produto, reduzindo os riscos de intoxica\u00e7\u00f5es decorrentes da contamina\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>8.1. Deveres do empregador rural ou equiparado<\/strong>\n<blockquote>Fornecer Equipamento de Prote\u00e7\u00e3o Individual (EPI) e vestimentas adequadas aos riscos, que n\u00e3o propiciem desconforto t\u00e9rmico prejudicial ao trabalhador\nFornecer os EPI e vestimentas de trabalho em perfeitas condi\u00e7\u00f5es de uso e devidamente higienizados, responsabilizando-se pela descontamina\u00e7\u00e3o dos mesmos ao final de cada jornada de trabalho e substituindo-os sempre que necess\u00e1rio\nOrientar quanto ao uso correto dos dispositivos de prote\u00e7\u00e3o.\nExigir que os trabalhadores utilizem EPI.<\/blockquote>\n<strong>8.2. Deveres do trabalhador<\/strong>\n\nUsar os EPI e seguir as regras de seguran\u00e7a.\n\n<strong>8.3. Componentes do EPI<\/strong>\n\nAbaixo est\u00e3o listados os principais itens de EPI dispon\u00edveis no mercado, al\u00e9m de informa\u00e7\u00f5es e descri\u00e7\u00f5es importantes para assegurar a sua identifica\u00e7\u00e3o e o uso.\n\nOs EPI devem possuir o n\u00famero do Certificado de Aprova\u00e7\u00e3o \u0096 C. A. emitido pelo Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego. N\u00e3o \u00e9 permitido o uso de EPI sem o C. A.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Destin3.jpg\" alt=\"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos\" width=\"372\" height=\"318\" \/><\/p>\n<strong>8.3.1. Luvas<\/strong>\n\nDe modo geral, recomenda-se a aquisi\u00e7\u00e3o das luvas de \u0093borracha NITRILICA ou NEOPRENE\u0094, materiais que podem ser utilizados com qualquer tipo de formula\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>8.3.2. Respiradores<\/strong>\n\n<strong>Existem basicamente dois tipos de respiradores:<\/strong>\n<blockquote><strong>Sem manuten\u00e7\u00e3o (chamados de descart\u00e1veis):<\/strong> possuem uma vida \u00fatil relativamente curta e recebem a sigla PFF (Pe\u00e7a Facial Filtrante)<strong>\nBaixa manuten\u00e7\u00e3o: <\/strong>possuem filtros especiais para reposi\u00e7\u00e3o, normalmente mais dur\u00e1veis.<\/blockquote>\nOs respiradores mais utilizados nas aplica\u00e7\u00f5es de produtos fitossanit\u00e1rios s\u00e3o os que possuem filtros P2 ou P3.\n\n<strong>8.3.3. Viseira facial<\/strong>\n\n<strong>A viseira deve:<\/strong>\n<blockquote>Ter maior transpar\u00eancia poss\u00edvel e n\u00e3o distorcer as imagens\nSer de boa qualidade\/acabamento para evitar cortes\nA esponja que atua como suporte na testa deve impedir o contato com o rosto do trabalhador para evitar o emba\u00e7amento\nN\u00e3o proporcionar desconforto ao usu\u00e1rio\nPermitir o uso simult\u00e2neo do respirador, quando necess\u00e1rio.<\/blockquote>\n<strong>8.3.4. Jaleco e cal\u00e7a hidro-repelentes<\/strong>\n\nOs confeccionados em tecido de algod\u00e3o s\u00e3o tratados para se tornarem hidrorepelentes, ficando apropriados para proteger o corpo dos respingos do produto formulado e n\u00e3o para conter exposi\u00e7\u00f5es extremamente acentuadas ou jatos dirigidos.\n\nEle pode receber refor\u00e7o adicional nas partes onde exista alta exposi\u00e7\u00e3o do aplicador \u00e0 calda do produto, como por exemplo nas pernas.\n\n<strong>8.3.5. Bon\u00e9 \u00e1rabe<\/strong>\n\nProtege a cabe\u00e7a e o pesco\u00e7o de respingos da pulveriza\u00e7\u00e3o e do sol. \u00c9 confeccionado em tecido de algod\u00e3o tratado para tornar-se hidro-repelente.\n\n<strong>8.3.6. Avental<\/strong>\n\nProduzido com material resistente a solventes org\u00e2nicos (PVC, bagum, tecido emborrachado aluminizado, nylon resinado ou n\u00e3otecidos).\n\nAumenta a prote\u00e7\u00e3o do aplicador contra respingos de produtos concentrados durante a prepara\u00e7\u00e3o da calda ou de eventuais vazamentos de equipamentos de aplica\u00e7\u00e3o costal.\n\n<strong>8.3.7. Botas<\/strong>\n\nDevem ser imperme\u00e1veis, preferencialmente de cano alto e resistentes aos solventes org\u00e2nicos.\n\n<strong>Exemplo:<\/strong> PVC.\n\n\u00c9 o \u00fanico EPI que n\u00e3o possui C. A.\n\n<strong>8.4. Ordem de vestir e retirar o EPI<\/strong>\n\nPara evitar a contamina\u00e7\u00e3o dos equipamentos e a exposi\u00e7\u00e3o do trabalhador, deve-se seguir uma seq\u00fc\u00eancia l\u00f3gica para retirar os EPI. Inicialmente, deve-se lavar as luvas, vestidas nas m\u00e3os, para descontamin\u00e1-las.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Destin4.jpg\" alt=\"Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos\" width=\"384\" height=\"243\" \/><\/p>\n<strong>8.5. Limpeza e manuten\u00e7\u00e3o das roupas, vestimentas e equipamentos de prote\u00e7\u00e3o pessoal.<\/strong>\n\n<strong>Procedimentos para lavar as vestimentas de prote\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>Os EPI devem ser lavados separadamente da roupa comum\nAs vestimentas de prote\u00e7\u00e3o devem ser enxaguadas com bastante \u00e1gua corrente para diluir e remover os res\u00edduos da calda de pulveriza\u00e7\u00e3o\nA pessoa, durante a lavagem das vestimentas, deve utilizar luvas\nA lavagem deve ser feita de forma cuidadosa com sab\u00e3o neutro. Em seguida, as pe\u00e7as devem ser bem enxaguadas para remover todo sab\u00e3o\nAs vestimentas n\u00e3o devem ficar de molho e nem serem esfregadas.<\/blockquote>\n<strong>Importante:<\/strong> nunca use alvejantes, pois poder\u00e1 retirar a hidro-repel\u00eancia das vestimentas\n<blockquote>As vestimentas devem ser secas \u00e0 sombra.<\/blockquote>\n<strong>Aten\u00e7\u00e3o:<\/strong> somente use m\u00e1quinas de lavar ou secar, quando houver recomenda\u00e7\u00f5es do fabricante.\n<blockquote>As botas, as luvas e a viseira devem ser enxaguadas com \u00e1gua abundante ap\u00f3s cada uso\nGuarde os EPI separados da roupa comum para evitar contamina\u00e7\u00e3o\nFa\u00e7a revis\u00e3o peri\u00f3dica e substitua os EPI danificados\nAntes de descartar a vestimenta do EPI, lave-a e rasgue-a antes de jogar no lixo, para que outras pessoas n\u00e3o a utilizem.<\/blockquote>\n<strong>9. Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong>\n\nASSOCIA\u00c7\u00c3O NACIONAL DE DEFESA VEGETAL \u0096 ANDEF. \u0093Manual de Armazenamento de Produtos Fitossanit\u00e1rios\u0094. S\u00e3o Paulo: A Associa\u00e7\u00e3o, 2005. 26p.\nASSOCIA\u00c7\u00c3O NACIONAL DE DEFESA VEGETAL \u0096 ANDEF. \u0093Manual de Transporte de Produtos Fitossanit\u00e1rios\u0094. S\u00e3o Paulo: A Associa\u00e7\u00e3o, 2005. 46p.\nASSOCIA\u00c7\u00c3O NACIONAL DE DEFESA VEGETAL \u0096 ANDEF. \u0093Manual de Uso Correto de Equipamentos de Prote\u00e7\u00e3o Individual\u0094. S\u00e3o Paulo: A Associa\u00e7\u00e3o, 2005. 28p.\nASSOCIA\u00c7\u00c3O NACIONAL DE DEFESA VEGETAL \u0096 ANDEF. \u0093Manual de Uso correto e Seguro de Produtos Fitossanit\u00e1rios\u0094. S\u00e3o Paulo: A Associa\u00e7\u00e3o, 2005. 28p.\nBASF. \u0093Manual de Tratamento Geral das Intoxica\u00e7\u00f5es\u0094. S\u00e3o Bernardo do Campo, 2001. 20p.\nBASF. \u0093Manual de Uso Correto e Seguro de Produtos Fitossanit\u00e1rios\u0094. S\u00e3o Bernardo do Campo, 2005. 30p.\nNorma Regulamentadora de Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho na Agricultura, Pecu\u00e1ria,\nSilvicultura, Explora\u00e7\u00e3o Florestal e Aq\u00fcicultura \u0096 NR 31, aprovada pela Portaria n\u00ba 86 do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego em 03.03.2005.\n\nFonte: www.andav.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos, Vazias, Brasil, Produtos, Manual, Transporte, Lei, Legisla\u00e7\u00e3o, Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":345,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-13126","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Destino das Embalagens de Agrot\u00f3xicos - 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