{"id":12215,"date":"2016-01-04T00:00:00","date_gmt":"2016-01-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/afrodite\/"},"modified":"2026-08-31T21:45:53","modified_gmt":"2026-08-31T21:45:53","slug":"afrodite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/afrodite\/","title":{"rendered":"Afrodite"},"content":{"rendered":"\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n   \n<p><strong>Afrodite<\/strong> era a deusa do amor, desejo e beleza. Al\u00e9m de sua      beleza natural, ela tamb\u00e9m tinha um cinto m\u00e1gico que obrigou todos a desej\u00e1-la.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 duas vers\u00f5es de seu nascimento. <\/p>\n   \n<p>Segundo uma delas, ela era a filha de Zeus e Dione, a deusa m\u00e3e adorado nos      Oracls de Dodona.<\/p>\n   \n<p>No entanto, a outra conta, o que \u00e9 mais prevalente, nos informa que ela surgiu      do mar em uma vieira gigante, depois de Cronos castrou Urano e lan\u00e7ou seus      genitais decepados para o mar. <\/p>\n   \n<p><strong>Aphrodite<\/strong>, em seguida, caminhou at\u00e9 a costa de Chipre. <\/p>\n   \n<p>Em uma vers\u00e3o diferente do mito, ela nasceu perto da ilha de Citera, da\u00ed      seu ep\u00edteto &#8220;Cytherea&#8221;.<\/p>\n   \n<p><strong>Afrodite<\/strong> foi casada com Hefesto; no entanto, ela teve um      caso com seu irm\u00e3o Ares, deus da guerra. <\/p>\n   \n<p>Quando Hefesto descobriu sobre o assunto, ele concebeu um plano e conseguiu      humilhar a mulher e seu amante para os outros atletas ol\u00edmpicos. Seu santo      \u00e1rvore era a murta, enquanto seus santos p\u00e1ssaros eram a pomba, o cisne, e      o pardal.<\/p>\n   \n<p><strong>Afrodite<\/strong> representa sexo, afei\u00e7\u00e3o, e a atra\u00e7\u00e3o que une as      pessoas.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/afrodi17.jpg\" alt=\"Afrodite\" title=\"Afrodite\" \/><strong><br \/>\n     Afrodite<\/strong><\/p>\n   \n<h4 align=\"left\"><strong>Afrodite &#8211; Mitologia Grega<\/strong><\/h4>\n   \n<p><strong>Afrodite<\/strong>, na mitologia grega, era a deusa da beleza e da      paix\u00e3o sexual. Origin\u00e1rio de Chipre, seu culto estendeu-se a Esparta, Corinto      e Atenas. <\/p>\n   \n<p>Seus s\u00edmbolos eram a pomba, a rom\u00e3, o cisne e a murta. <\/p>\n   \n<p>No pante\u00e3o romano, <strong>Afrodite<\/strong> foi identificada com V\u00eanus.<\/p>\n   \n<p><strong>A mitologia oferecia duas vers\u00f5es de seu nascimento:<\/strong> segundo      Hes\u00edodo, na Teogonia, Cronos, filho de Urano, mutilou o pai e atirou ao mar      seus \u00f3rg\u00e3os genitais, e <strong>Afrodite<\/strong> teria nascido da espuma      (em grego, aphros) assim formada; para Homero, ela seria filha de Zeus e Dione,      sua consorte em Dodona. <\/p>\n   \n<p>Por ordem de Zeus, <strong>Afrodite<\/strong> casou-se com Hefesto, o coxo      deus do fogo e o mais feio dos imortais. Foi-lhe muitas vezes infiel, sobretudo      com Ares, divindade da guerra, com quem teve, entre outros filhos, Eros e      Harmonia. <\/p>\n   \n<p>Outros de seus filhos foram Hermafrodito, com Hermes, e Pr\u00edapo, com Dioniso.      Entre seus amantes mortais, destacaram-se o pastor troiano Anquises, com quem      teve En\u00e9ias, e o jovem Ad\u00f4nis, c\u00e9lebre por sua beleza. <\/p>\n   \n<p><strong>Afrodite<\/strong> possu\u00eda um cintur\u00e3o m\u00e1gico de grande poder sedutor      e os efeitos de sua paix\u00e3o eram irresist\u00edveis. <\/p>\n   \n<p>As lendas freq\u00fcentemente a mostram ajudando os amantes a superar todos os      obst\u00e1culos.<\/p>\n   \n<p>\u00c0 medida que seu culto se estendia pelas cidades gregas, tamb\u00e9m aumentava      o n\u00famero de seus atributos, quase sempre relacionados com o erotismo e a fertilidade.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/afrodi18.jpg\" alt=\"Afrodite\" title=\"Afrodite\" \/><strong><br \/>\n     Afrodite (V\u00eanus), deusa do amor. Museu Arqueol\u00f3gico de N\u00e1poles<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.greekmythology.com\/www.nomismatike.hpg.ig.com.br<\/p>\n   \n<h6>Afrodite<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p><b>Filhos com Hermes:<\/b> Hermafrodito &#8211; Eros (em algumas vers\u00f5es) <\/p>\n   \n<p><b>Filhos com Dioniso: <\/b>Pr\u00edapo<\/p>\n   \n<p><b>Filho com Ares: <\/b>Fobos (Medo) &#8211; Deimos (Terror) &#8211; Harmonia <\/p>\n   \n<p><b>Etimologia<\/b><\/p>\n   \n<p>Em grego (Aphod\u00edte), de etimologia desconhecida. <\/p>\n   \n<p>O grego (aphr\u00f3s), &#8220;espuma&#8221;, teve evidentemente influ\u00eancia na cria\u00e7\u00e3o      do mito da deusa nascida das &#8220;espumas&#8221; do mar. <\/p>\n   \n<p>Do ponto de vista etimol\u00f3gico, no entanto, <strong>Afrodite<\/strong> nenhuma      rela\u00e7\u00e3o possui com aphr\u00f3s. Trata-se de uma divindade obviamente importada      do Oriente.<\/p>\n   \n<p><b>Afrodite <\/b>\u00e9 a forma grega da deusa sem\u00edtica da fecundidade e das \u00e1guas      fertilizantes, Astart\u00e9.<\/p>\n   \n<p>Na Il\u00edada, a deusa \u00e9 filha de Zeus e Dione, da\u00ed seu ep\u00edteto de Dion\u00e9ia. <\/p>\n   \n<p>Existe todavia, uma <strong>Afrodite<\/strong> muito mais atiga,cujo nascimento      \u00e9 descrito na Teogonia, consoantes o tema de proced\u00eancia oriental da mutila\u00e7\u00e3o      de Urano. Com o ep\u00edteto de Anadi\u00f4mene, a saber, &#8220;a que surge&#8221; das      ondas do mar, de um famoso quadro do grande pintor grego Apeles (Sec. IV a.e.c.),      t\u00e3o logo nasceu, a deusa foi levada pelas ondas ou pelo vento Z\u00e9firo para      C\u00edtera e, em seguida, para Chipre, d\u00e1i seus dois outros ep\u00edtetos de Citer\u00e9ia      e C\u00edpris. <\/p>\n   \n<p>Essa origem dupla da deusa do amor n\u00e3o \u00e9 estranha \u00e0 diferencia\u00e7\u00e3o que se      estabeleceu entre <strong>Afrodite<\/strong> Ur\u00e2nia e Pand\u00eamia, significando      esta \u00faltima, etimologicamente, &#8220;a venerada&#8221; por todo o povo&#8221;,      P\u00e1ndemos, e posteriormente, com discrimina\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica e moral, &#8220;a      popular, a vulgar&#8221;. Plat\u00e3o, no Banquete, estabelece uma distin\u00e7\u00e3o r\u00edgida      entre a Pand\u00eamia, a inspiradora dos amores comuns, vulgares, carnais e a Ur\u00e2nia,      a deusa que n\u00e3o tem m\u00e3e, (am\u00e9tor) e que, sendo Ur\u00e2nia, \u00e9 ipso fato, a Celeste,      a inspiradora de um amor et\u00e9reo, superior, imaterial, atrav\u00e9s do qual se atinge      o amor supremo, como Diotima revelou a S\u00f3crates. Este &#8220;amor ur\u00e2nico&#8221;,      desligando-se da beleza em si, que \u00e9 part\u00edcipe do eterno.<\/p>\n   \n<p><strong>Deusa importada<\/strong><\/p>\n   \n<p>Em Chipre, a deusa foi acolhida pelas Horas, vestida e ornamentada e, em      seguida conduzida \u00e0 mans\u00e3o dos Ol\u00edmpicos. <\/p>\n   \n<p>Apesar dos esfor\u00e7os dos mit\u00f3grafos, no sentido de helenizar <strong>Afrodite<\/strong>,      esta sempre traiu sua proced\u00eancia asi\u00e1tica. <\/p>\n   \n<p>Com efeito, Hes\u00edodo n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico que estampa as origens orientais da deusa.      J\u00e1 na Il\u00edada a coisa \u00e9 bem percept\u00edvel. Sua prote\u00e7\u00e3o e predile\u00e7\u00e3o pelos troianos      e particularmente por En\u00e9ias, fruto de seus amores com Anquises, denotam claramente      que <strong>Afrodite<\/strong> \u00e9 o menos grega poss\u00edvel. <\/p>\n   \n<p><strong>No Hino Hom\u00e9rico \u00e0 Afrodite o car\u00e1ter asi\u00e1tico da deusa ainda \u00e9 mais      claro:<\/strong> apaixonada pelo her\u00f3i troiano Anquises, avan\u00e7a em dire\u00e7\u00e3o      a Tr\u00f3ia, em demanda do nome Ida, acompanhada de ursos, le\u00f5es e panteras. Pois      bem, sua hierofania voluptuosa transforma at\u00e9 os animais, que se recolhem      \u00e0 sombra dos vales, para se unirem no amor que transborda de <strong>Afrodite<\/strong>.      Essa marcha amorosa da grande deusa em dire\u00e7\u00e3o a \u00eclion mostra nitidamente      que ela \u00e9 uma Grande M\u00e3e do monte Ida.<\/p>\n   \n<p>Entre os troianos, seu grande protegido \u00e9 P\u00e1ris. E os Cantos C\u00edprios reletam      como a deusa, para recompens\u00e1-lo por lhe ter ele outorgado o t\u00edtulo de a mais      bela das deusas, o auxiliou na viagem mar\u00edtima a Esparta e no rapto de Helena.<\/p>\n   \n<p>Seu amante divino Ad\u00f4nis nos leva igualmente \u00e0 Asia, uma vez que Ad\u00f4nis \u00e9      mera transposi\u00e7\u00e3o do babil\u00f4nico Tamuz, o favorito de Istar-Astart\u00e9, de que      os gregos modelaram sua <strong>Afrodite<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>Como se pode observar, desde seu nascimento at\u00e9 suas caracter\u00edsticas e mitos      mais importantes, <strong>Afrodite<\/strong> nos aponta para a Asia. Deusa      tipicamente oriental, nunca se encaixou bem no mito grego, parece uma estranha      no ninho.<\/p>\n   \n<p>Em torno da m\u00e3e de En\u00e9ias se amalgaram mitos de origens diversas e que, por      isso mesmo, n\u00e3o formam um relato coerente, mas epis\u00f3dios por vezes bem disconexos.      O grande casamento &#8220;grego&#8221; da deusa do amor doi com Hefesto, o deus      dos n\u00f3s, o deus ferreiro e coxo da ilha de Lemnos.<\/p>\n   \n<p><strong>Os Amantes de Afrodite<\/strong><\/p>\n   \n<p>Ares, nas prolongadas aus\u00eancias de Hefesto, que instalara suas forjas no      monte Etna, na Sic\u00edlia, partilhava constantemente o leito de <strong>Afrodite<\/strong>.      Fazia-o tranquilo, porque sempre deixava \u00e0 porta dos aposentos da deusa uma      sentinela, um jovem chamado Al\u00e9ctrion, que deveria avis\u00e1-lo da aproxima\u00e7\u00e3o      da luz do dia, isto \u00e9, do nascimento so Sol, conhecedor profundo de todas      as mazelas deste mundo. Um dia, o incans\u00e1vel vigia dormiu e H\u00e9lio, o sol,      que tudo v\u00ea e que n\u00e3o perde ahora, surpreendeu os amantes e avisou Hefesto.      Este, deus que sabe ater e desatari, preparou uma rede m\u00e1gica e prendeu o      casal ao leito. Convocou os deuses para testemunharem o adult\u00e9rio e estes      se divertiram tanto com a picante situa\u00e7\u00e3o, que a ab\u00f3bada celeste reboava      com as gargalhadas. Ap\u00f3s insistentes pedidos de Pos\u00eddon, o deus coxo consentiu      em retirar a rede. <\/p>\n   \n<p>Envergonhada, <strong>Afrodite<\/strong> fugiu para Chipre e Ares para a Tr\u00e1cia.      Desses amores nasceram Fobos (o medo), Deimos (o terror) e Harmonia, que foi      mais tarde mulher de Cadmo, rei de tebas.<\/p>\n   \n<p>No que tange \u00e0 prefer\u00eancia da deusa do amor pelo deus da guerra, o que trai      uma complexio appositorum, uma conjuga\u00e7\u00e3o dos opostos, Hefesto sempre a atribuiu      ao fato de ser aleijado e Ares ser belo e de membros perfeitos. Claro est\u00e1      que o deus das forjas n\u00e3o poderia compreeender que <strong>Afrodite<\/strong>      \u00e9 antes de tudo uma deusa da vegeta\u00e7\u00e3o, que precisa ser fecundada, seja qual      for a origem da semente e a identidade do fecundador. <\/p>\n   \n<p><strong>Quanto ao jovem Al\u00e9ction, sofreu exemplar puni\u00e7\u00e3o:<\/strong> por haver      permitido, com seu sono, que H\u00e9lio denunciasse a Hefesto t\u00e3o flagrante adult\u00e9rio,      foi metamorfoseado em Galo (alekty\u00f3n) em grego \u00e9 galo e obrigado a cantar      toda madrugada, antes do nascimento do sol.<\/p>\n   \n<p>Ares n\u00e3o foi, no entanto, o \u00fanico amor extraconjugal de <strong>Afrodite<\/strong>.      Sua paix\u00e3o por Ad\u00f4nis ficou famosa. O mito, todavia, come\u00e7a bem mais longe.      T\u00e9ias, Rei da S\u00edria, tinha uma filha, Mirra ou Esmirna, que, desejando competir      em belza com a deusa do amor, foi por esta terrivelmente castigada, concebendo      uma paix\u00e3o incestuosa pelo pr\u00f3prio pai. Com aux\u00edlio de sua aia, Hip\u00f3lita,      conseguiu enganar T\u00e9ias unindo-se a ele durante doze noites consecutivas.      Na derradeira noite, o rei percebeu o engodo e perseguiu a filha com a inten\u00e7\u00e3o      de mat\u00e1-la. Mirra colocou-se sob a prote\u00e7\u00e3o dos deuses, que a transformaram      na \u00e1rvore que tem seu nome. Meses depois, a casca da &#8220;mirra&#8221; come\u00e7ou      a inchar e no d\u00e9cimo m\u00eas se abriu, nascendo Ad\u00f4nis. <\/p>\n   \n<p>Tocada pela beleza da crian\u00e7a, <strong>Afrodite<\/strong> recolheu-a e confiou      secretamente a Pers\u00e9fone. Esta, encantada com o menino, negou-se a devolv\u00ea-lo      \u00e0 esposa de Hefesto. <\/p>\n   \n<p>A luta entre as duas deusas foi arbitrada por Zeus e ficou estipulado que      Ad\u00f4nis passaria um ter\u00e7o do ano com Pers\u00e9fone, outro com <strong>Afrodite<\/strong>      e os restantes quatro meses onde quisesse. Mas, na verdade, o lind\u00edssimo filho      de Mirra sempre passou oito meses do ano com a deusa do amor.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/afrodi19.jpg\" alt=\"Afrodite\" title=\"Afrodite\" \/><strong><br \/>\n     Afrodite e Ares<\/strong><\/p>\n   \n<p>Mais tarde, n\u00e3o se sabe bem o motivo, a col\u00e9rica Artemis lan\u00e7ou contra Ad\u00f4nis      adolescente a f\u00faria de um javali, que, no decurso de uma ca\u00e7ada, o matou.<\/p>\n   \n<p>A pedido de <strong>Afrodite<\/strong>, foi o seu grande amor transoformado      por Zeus em an\u00eamona, flor da primavera, e o mesmo Zeus consentiu que o belo      jovem ressurgisse quatro meses por ano e vivesse ao lado da amante. Efetivamente,      passados os quatro meses primaveris, a flor an\u00eamona fenece e morre.<\/p>\n   \n<p>O mito, evidentemente, prende-se aos ritos simb\u00f3licos da veget\u00e3o, como demonstra      a luta pela crian\u00e7a entre <strong>Afrodite<\/strong> (a &#8220;vida&#8221; da      planta) e Pers\u00e9fone (&#8220;a morte&#8221; da mesma nas entranhas da terra),      bem como o sentido ritual dos Jardins de Ad\u00f4nis, H\u00e1 uma variante do mito que      faz de Ad\u00f4nis filho n\u00e3o de T\u00e9ias, mas do rei do Chipre, o qual era de origem      fen\u00edcia, C\u00edniras, casado com Cencr\u00e9ia.<\/p>\n   \n<p>Esta ofendera gravemente <strong>afrodite<\/strong>, dizendo que sua filha      Mirra era mais bela que a deusa, que despertou na rival uma paix\u00e3o violenta      pelo pai. Apavorada com o car\u00e1ter incestuoso de sua paix\u00e3o. Mirra quis enforcar-se,      mas a aia Hip\u00f3lita interveio e facilitou a satisfa\u00e7\u00e3o do amor criminoso. <\/p>\n   \n<p>Consumado o incesto, a filha e amante de C\u00edniras refugiou-se na floresta,      mas <strong>Afrodite<\/strong>, compadecia com o sofrimento da jovem princesa,      metamorfoseou-a na \u00c1rvore de Mirra. Foi o pr\u00f3prio rei quem abriu a casca da      \u00e1rvore para de l\u00e1 retirar o filho e neto ou, segundo outros, teria sido um      javali que, com seus dents poderosos, despeda\u00e7ara a mirra, para fazer nascer      a crian\u00e7a. <\/p>\n   \n<p><strong>Nesta variante h\u00e1 duas causas para a morte de Ad\u00f4nis: <\/strong>ou      a c\u00f3lera do deus Ares, enciumado com a predile\u00e7\u00e3o de <strong>Afrodite<\/strong>      pelo jovem oriental ou a vingan\u00e7a de Apolo contra a deusa, que lhe teria cegado      o filho Erimanto, por T\u00ea-la visto nua, enquanto banhava.<\/p>\n   \n<p>De qualquer forma, a morte de Ad\u00f4nis, deus oriental da vegeta\u00e7\u00e3o, do ciclo      da semente, que morre e ressuscita, da\u00ed sua kat\u00e1basis para junto de Pers\u00e9fone      e a consequente an\u00e1basis em busca de <strong>Afrodite<\/strong>, era solenemente      comemorada no Ocidente e no Oriente. Na Gr\u00e9cia da \u00e9poca Helen\u00edstica deitava-se      Ad\u00f4nis morto num leito de prata, coberto de p\u00farpura. As oferendas sagradas      eram frutas, rosas, an\u00eamonas, perfumes e folhagens, apresentados em cestas      de prata. Gritavam, solu\u00e7avam e descabelavam-se as mulheres. No dia seguinte      atiravam-no ao mar com todas as oferendas. Ecoavam, dessa feita, cantos alegres,      uma vez ue Ad\u00f4nis, com as chuvas da pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o, deveria ressuscitar.<\/p>\n   \n<p><strong>Morte de Adonis <\/strong><\/p>\n   \n<p><b>Pintura sobre Tela <\/b><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/afrodi20.jpg\" alt=\"Afrodite\" title=\"Afrodite\" \/><strong><br \/>\n     Nascimento de Afrodite &#8211; Pintura sobre tela &#8211; Eug\u00e8ne Emmanuel 1808-1895<\/strong><\/p>\n   \n<p>Nicolas Poussin 1591-1665Foi exatamente para perpetuar a mem\u00f3ria de seu grande      amor oriental, que <strong>Afrodite<\/strong> insituiu na S\u00edria uma festa f\u00fanebre,      que as mulheres celebravam anualmente, na entrada da primavera. Para simbolizar      &#8220;o t\u00e3o pouco&#8221; que viveu Ad\u00f4nis, plantavam-se mudas de roseiras em      vasos e caixotes e regavam-nas com \u00e1gua morna, para que crescessem mais depressa.<\/p>\n   \n<p>Os amores de <strong>afrodite<\/strong> n\u00e3o terminam em Ad\u00f4nis. Disfar\u00e7ada      na filha de Otreu, rei da Fr\u00edgia, amou apaixonamente o her\u00f3i troiano Anquises,      quando este pastoreava seus rebanhos no monte Ida da Tr\u00f3ada. Desse enlace      Nasceu En\u00e9ias, que a deusa tanto protegeu durante o cerco de \u00cdlion pelos gregos,      como nos atesta a Il\u00edada. Bem mais tarde, do primeiro ao d\u00e9cimo segundo canto      da Eneida de Verg\u00edlio, En\u00e9ias a teve novamente por escudo e por b\u00fassola. \u00c9      desse En\u00e9ias, diga-se de passagem, que, atrav\u00e9s de Iulus, filho do her\u00f3i troiano,      pretendia descender a gens iulia,, a fam\u00edlia dos J\u00falios, como C\u00e9sar e Otaviano,      o futuro imperador Augusto. Falsas aproxima\u00e7\u00f5es etimol\u00f3gicas geraram muitos      deuses, her\u00f3is e imperadores.<\/p>\n   \n<p>De sua Uni\u00e3o com Hermes nasceu Hermafrodito, etimologicamente (filho) de      Hermes e <strong>Afrodite<\/strong>. Criado pelas ninfas do monte Ida, o jovem      era de extra\u00f3rdinaria beleza. T\u00e3o grande como a de Narciso.<\/p>\n   \n<p>Com sua eternamente insatisfeita &#8220;en\u00e9rgeia&#8221; er\u00f3tica, <strong>Afrodite<\/strong>      amou ainda o deus do \u00caxtase e do entusiasmo. De sua uni\u00e3o com Dioniso nasceu      a grande divindade da cidade asi\u00e1tica de L\u00e2mpsaco, Priapo. Trata-se de um      deus itif\u00e1lico, guardi\u00e3o das videiras e dos jardins. Seus atributo essencial      era &#8220;desviar&#8221; o mau-olhado e proteger as colheitas contra os sortil\u00e9gios      dos que desejavam destru\u00ed-las. Deus de poderes apotropaicos, sempre foi considerado      como um excelente exemplo de magia simp\u00e1tica, tanto &#8220;homeop\u00e1tica&#8221;,      pela lei da similaridade, quanto pela de &#8220;cont\u00e1gio, pela lei do contato,      em defesa dos vinhedos, pomares e jardins, em cuja entrada figurava sua est\u00e1tua.<\/p>\n   \n<p>Ficaram tamb\u00e9m c\u00e9lebres na mitologia as explos\u00f5es de \u00f3dio e as maldi\u00e7\u00f5es      de <strong>Afrodite<\/strong>. Quando se tratava de satisfazer a seus caprichos      ou vingar-se de uma ofensa, fazia do amor uma arma e um veneno mortal. Pelo      simples fato de Eos ter-se enamorado de Ares, a deusa f\u00ea-la apaixonar-se violentamente      pelo gigante Or\u00edon, a ponto de arrebat\u00e1-lo e escond\u00ea-lo, com grande desgosto      dos deuses, uma vez que o gigante, como H\u00e9racles, limpava os campos e as cidades      de feras e monstros. O jovem Hip\u00f3lito, que lhe desprezava o culto, por ter-se      dedicado a Artemis, foi terrivelmente castigado. Inspirou a Fedra, sua madrasta,      uma paix\u00e3o incontrol\u00e1vel pelo enteado. Repelida por este, Fedra se matou,      mas deixou uma mensagem mentirosa a Teseu, sua marido, e pai de Hip\u00f3lito,      acusando a este \u00faltimo de tentar violent\u00e1-la, o que lhe explicava o suic\u00eddio.      Desconhecendo a inoc\u00eancia do filho, Teseu expulsou-o de casa e invocou ocntra      o mesmo a c\u00f3lera de Pos\u00eddon. O deus enviou contra Hi\u00f3lito um monstro marinho      que lhe espantou os cavalos da veloz carruagem e o jovem, tendo ca\u00eddo, foi      arrastado e morreu despeda\u00e7ado.<\/p>\n   \n<p>Puniu severamente todas as mulheres da ilha de Lemnos, por que se negaram      a prestar-lhe culto. Castigou-as com um odor t\u00e3o insuport\u00e1vel, que os esposos      as abandonaram pelas escravas da Tr\u00e1cia.<\/p>\n   \n<p>A pr\u00f3pria Helena, que, por artimanhas da deusa e para premiar P\u00e1ris, fugiu      com ela para Tr\u00f3ia, deplorava como se fora uma &#8220;\u00e1te&#8221;, uma loucura,      uma cegueira da raz\u00e3o, o amor que lhe infundira <strong>Afrodite<\/strong>      e a fizera abandonar a p\u00e1tria e os deuses. <\/p>\n   \n<p>Puniu severamente todas as mulheres da ilha de Lemnos, por que se negaram      a prestar-lhe culto. Castigou-as com um odor t\u00e3o insuport\u00e1vel, que os esposos      as abandonaram pelas escravas da Tr\u00e1cia.<\/p>\n   \n<p>A pr\u00f3pria Helena, que, por artimanhas da deusa e para premiar P\u00e1ris, fugiu      com ela para Tr\u00f3ia, deplorava como se fora uma &#8220;\u00e1te&#8221;, uma loucura,      uma cegueira da raz\u00e3o, o amor que lhe infundira <strong>Afrodite<\/strong>      e a fizera abandonar a p\u00e1tria e os deuses.<\/p>\n   \n<p><strong>Prostitutas Sagradas <\/strong><\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/afrodi21.jpg\" alt=\"Afrodite\" title=\"Afrodite\" \/><strong><br \/>\n     Afrodite &#8211; Mitologia Grega<\/strong><\/p>\n   \n<p>A esta divindade do prazer pelo prazer, do amor universal que circula nas      veias de toras as criaturas, porque, antes de tudo, <strong>Afrodite<\/strong>      \u00e9 a dusa das &#8220;sementes&#8221;, da vegeta\u00e7\u00e3o, estavam ligadas, \u00e0 maneira      oriental, As c\u00e9lebres hierodulas, as impropriamente denominadas prostitutas      sagradas. Essas verdadeiras sacersotisas entregavam-se nos templos da deusa      aos visitantes, com o fito, primeiro de promover e provocar a vegeta\u00e7\u00e3o e,      depois, para arrecadar dinheiro para os pr\u00f3prios templos.<\/p>\n   \n<p>No riqu\u00edssimo (gra\u00e7as \u00e0s hierodulas) santu\u00e1rio de <strong>Afrodite<\/strong>      no monte \u00c9rix, na Sic\u00edlia, e, em Cran\u00edon, nos bosques de ciprestes de um famoso      Gin\u00e1sio, chamado Cran\u00edon, a deusa era cercada por mais de mil hierodulas,      que \u00e0 custa dos visitantes, lhe enriqueciam o santu\u00e1rio. Personagens principais      das famosas Afrod\u00edsias de Corinto, todas as noites elas sa\u00edam \u00e0s ruas em alegres      cortejos e prociss\u00f5es rituais. Embora alguns poetas c\u00f4micos, como Al\u00e9xis e      Eubulo, ambos do S\u00e9culo IV a.e.c., tivessem escrito a esse respeito alguns      versos maliciosos, nos momentos s\u00e9rios e graves, como nas invas\u00f5es persas      de Dario (490 a.e.c.) e Xerxes (480 a.e.c.), se pedia \u00e0s hierodulas que dirigissem      preces p\u00fablicas a <strong>Afrodite<\/strong>. P\u00edndaro, talvez o mais religioso      dos poetas gregos, celbrou com um (sk\u00f3lion), isto \u00e9, com uma can\u00e7\u00e3o convival,      um grande n\u00famero de jovens hierodulas que Xenofonte de Corinto ofertou a <strong>Afrodite<\/strong>,      em agradecimento por uma dupla vit\u00f3ria nos Jogos Ol\u00edmpicos.<\/p>\n   \n<p>Em Atenas, um dos ep\u00edtetos da deusa era (Heta\u00edra), hetera &#8220;companheira,      amantes, cortes\u00e3, concubina&#8221;, abstra\u00e7\u00e3o feita de qualquer conota\u00e7\u00e3o de      prostituta. Tal ep\u00edteto certamente se deve a um outro de <strong>Afrodite<\/strong>,      a Pand\u00eamia.<\/p>\n   \n<p><strong>Afrodite<\/strong> \u00e9 o s\u00edmbolo das for\u00e7as irrefre\u00e1veis da fecundidade,      n\u00e3o propriamente em seus frutos, mas em fun\u00e7\u00e3o do desejo ardente que essas      mesmas for\u00e7as irresist\u00edveis ateiam nas entranhas de todas as criaturas. Eis      a\u00ed o motivo por que a deusa \u00e9 frequentemente representada entre animais ferozes,      que a escoltam.<\/p>\n   \n<p>O mito da deusa do amor poderia, assim, permanecer por um longo tempo ainda      a imagem de uma pervers\u00e3o, a pervers\u00e3o da alegria de vivar e das for\u00e7as vitais,      n\u00e3o mais porque o desejo de transmitir a vida estivesse alijado do ato de      amor, mas porque o amor em si mesmo n\u00e3o seria humanizado. Permaneceria apenas      como satisfa\u00e7\u00e3o dos instintos, digno de animais ferozes que formavam o corteja      da deusa. Ao t\u00e9rmino de tal evolu\u00e7\u00e3o, no entanto, <strong>Afrodite<\/strong>      poderia reaparecer como a deusa que sublima o amor selvagem, integrando-o      numa vida relamente humana. <\/p>\n   \n<p><b>Bibliografia<\/b><\/p>\n   \n<p>BRAND\u00c3O, Junito de Souza. Mitologia Greva Vol I. Petr\u00f3polis,      Vozes, 2004<\/p>\n   \n<p><b>Odsson Ferreira<\/b><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.templodeapolo.net<\/p>\n   \n<h6>Afrodite<\/h6>\n   \n<p><strong>Afrodite<\/strong> foi a deusa do amor e da beleza. <\/p>\n   \n<p>Na lenda de Homero, ela \u00e9 dita como sendo a filha de Zeus e Dione, uma de      suas consortes, mas na Teogonia de Hes\u00edodo, ela \u00e9 descrita como nascida da      espuma do mar e, etimologicamente, seu nome quer dizer &#8220;erguida da espuma&#8221;.    <\/p>\n   \n<p>De acordo com Homero, <strong>Afrodite<\/strong> \u00e9 a esposa de Hefa\u00edstos,      o deus das artes manuais. <\/p>\n   \n<p>Seus amantes incluem Ares, deus da guerra, que posteriormente foi representado      como seu marido. <\/p>\n   \n<p>Era a rival de Pers\u00e9fone, rainha do mundo subterr\u00e2neo, pelo o amor do belo      jovem Ad\u00f4nis. <\/p>\n   \n<p>Talvez a lenda mais famosa sobre <strong>Afrodite<\/strong> diga respeito      \u00e0 causa da Guerra de Tr\u00f3ia. Eris, a personifica\u00e7\u00e3o da disc\u00f3rdia &#8211; a \u00fanica      deusa que n\u00e3o foi convidada ao casamento de Peleu e da ninfa T\u00e9tis &#8211; ressentida      com os deuses, arremessou uma ma\u00e7\u00e3 dourada no corredor onde se realizava o      banquete, sendo que na fruta estavam gravadas as palavras &#8220;\u00e0 mais bela&#8221;.    <\/p>\n   \n<p>Quando Zeus se recusou a julgar entre Hera, Atena, e <strong>Afrodite<\/strong>,      as tr\u00eas deusas que reivindicaram a ma\u00e7\u00e3 pediram \u00e0 P\u00e1ris, pr\u00edncipe de Tr\u00f3ia,      para fazer a premia\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p><strong>Cada deusa ofereceu \u00e0 Paris um suborno:<\/strong> Hera, prometeu-lhe      que seria um poderoso governante; Atena que ele alcan\u00e7aria grande fama militar;      e <strong>Afrodite<\/strong> que ele teria a mulher humana mais linda do mundo.    <\/p>\n   \n<p>P\u00e1ris declarou <strong>Afrodite<\/strong> como a mais bela e escolheu como      pr\u00eamio Helena, a esposa do rei grego Menelau. <\/p>\n   \n<p>O rapto de Helena por P\u00e1ris foi a causa da Guerra de Tr\u00f3ia.<\/p>\n   \n<h4>Deusa da beleza<\/h4>\n   \n<p>Deusa grega da beleza, da fertilidade e do amor, correspondente \u00e0 romana      Venus, por\u00e9m, ao contr\u00e1rio da \u00faltima, n\u00e3o representava apenas o amor sexual,      mas tamb\u00e9m a afei\u00e7\u00e3o que sustenta a vida social. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 uma deusa de origem provavelmente oriental, sendo primordialmente identificada      como Astarte (Ishtar babil\u00f4nica \/ Inanna sumeriana). O ep\u00edteto &#8220;Cipriota&#8221;      talvez indique que os gregos tomaram conhecimento da divindade em Chipre.    <\/p>\n   \n<p>\u00c9 certo que ela recebia um maior culto nessa e em outras ilhas gregas. Pode-se      inferir que seu culto chegou \u00e0 Gr\u00e9cia por mar.<\/p>\n   \n<p>De acordo com Hesiodo, ela nasceu dos genitais cortados de Urano, enquanto      Homero nos relata ser ela filha de Zeus e Dione, e esposa de Hefesto.<\/p>\n   \n<p>Era comumente separada por escritores e fil\u00f3sofos em <strong>Afrodite<\/strong>      Celestial (Urania, nascida de Urano) e <strong>Afrodite<\/strong> mundana (Aphrodite      Pandemus). <\/p>\n   \n<p>Seu car\u00e1ter celestial \u00e9 ligado \u00e0 origem descrita em Hes\u00edodo, e ressalta o      seu aspecto de divindade oriental, de fertilidade (veja abaixo a passagem      que ilustra o nascimento de grama sob seus p\u00e9s). J\u00e1 seu car\u00e1ter mundano aparece      mais ligado a Homero, que a mostra como deusa vol\u00favel do amor sexual e mesquinho.<\/p>\n   \n<p>Ainda ressaltando seu car\u00e1ter como deusa da fertilidade, ela recebia em Creta      o ep\u00edteto de Antheia, deusa das flores, o que revela sua conex\u00e3o com a m\u00e1gica      das plantas. Tamb\u00e9m era a respons\u00e1vel pelo orvalho da manh\u00e3.<\/p>\n   \n<h4><strong>Afrodite &#8211; Mitologia Grega<\/strong><\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/afrodi22.jpg\" alt=\"Afrodite\" title=\"Afrodite\" \/><strong><br \/>\n     Afrodite &#8211; Mitologia Grega<\/strong><\/p>\n   \n<p>Uma das doze divindade gregas do Olimpo, deusa da beleza e do amor correspondente      \u00e0 romana Venus, por\u00e9m, ao contr\u00e1rio da \u00faltima, n\u00e3o representava apenas o amor      sexual, mas tamb\u00e9m a afei\u00e7\u00e3o que sustenta a vida social. <\/p>\n   \n<p>De acordo com as cren\u00e7as mitol\u00f3gicas, foi nascida da espuma do mar gerada      quando o pai dos tit\u00e3s Urano foi castrado por seu filho Cronos. <\/p>\n   \n<p>Este atirou os genitais cortados do pai ao mar, que come\u00e7ou a ferver e a      espumar e promoveu a fecunda\u00e7\u00e3o em T\u00e1lassa, deusa do mar. <\/p>\n   \n<p>A mais antiga dos deuses ol\u00edmpicos ergueu-se da espuma e foi levada pelas      ondas at\u00e9 chegar a ilha de Chipre e assim Kypris (= cipriota) foi um dos v\u00e1rios      adjetivos que lhe foram atribu\u00eddos. <\/p>\n   \n<p>Em outra vers\u00e3o seria filha de Zeus com Dione, filha de Urano e T\u00e1lassa.      Criada e educada pelas ninfas do mar em suas cavernas, a deusa da beleza e      do amor foi levada pelo mar, de ilha em ilha, encantando a todos com sua beleza      e gra\u00e7a.<\/p>\n   \n<p>Era acompanhada pelas tr\u00eas C\u00e1rites, ou Gra\u00e7as como eram tamb\u00e9m conhecidas,      Aglae, T\u00e1lia e Eufrosina, que faziam grinaldas para os seus cabelos e teciam      vestidos com as mais belas cores. <\/p>\n   \n<p>Essas fatiotas enchiam o ar com as mais inebriantes fragr\u00e2ncias florais.    <\/p>\n   \n<p>Chegando ao Monte Olimpo, onde um trono a esperava e os deuses aguardavam-na,      seu enorme poder sedutor fez com que Zeus e os demais deuses disputassem o      tempo todo os encantos dela, por\u00e9m ela recusou suas propostas de casamento.    <\/p>\n   \n<p>Zeus, para recompensar Hefa\u00edstos (Vulcano), que lhe havia fabricado o trov\u00e3o,      e tamb\u00e9m ressentidos como vingan\u00e7a e puni\u00e7\u00e3o pela rejei\u00e7\u00e3o, deu-a em casamento      ao feio e deformado deus do fogo. <\/p>\n   \n<p>Entre ela e Hera, a esposa de Zeus, n\u00e3o havia muita simpatia, especialmente      pelo fato de que ela ter sido indicada mais bela do Olimpo. <\/p>\n   \n<p>Para n\u00e3o ser tra\u00eddo pela mulher, Hefesto dava-lhe as melhores j\u00f3ias do mundo,      inclusive um cinto m\u00e1gico do mais fino ouro, entrela\u00e7ado com filigranas m\u00e1gicas.    <\/p>\n   \n<p>Ent\u00e3o ela usava o cinto, para aumentar seus j\u00e1 irresist\u00edveis encantos e conquistar      mais amantes. <\/p>\n   \n<p>Amou e foi amada por muitos deuses e mortais e dentre seus amantes mortais,      os mais famosos foram Anquises e Ad\u00f4nis. <\/p>\n   \n<p>Teve filhos com v\u00e1rios deles como Hermafrodito com Hermes, Eros, o deus do      amor e da paix\u00e3o, com Zeus, Anteros com Ad\u00f4nis, Fobos, Deimos e Harmonia com      Ares, Himeneu com Apolo, Pr\u00edapo com Dion\u00edsio e En\u00e9ias com Anquises. <\/p>\n   \n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o admitia que nenhuma outra mulher mortal tivesse uma beleza compar\u00e1vel      com a sua, punindo todas que possu\u00edssem tal beleza ou mesmo que se atrevessem      em comparar a beleza com a sua, como aconteceu com Psiqu\u00ea e Andr\u00f4meda. <\/p>\n   \n<p>Foi provavelmente uma das divindades mais veneradas por parte de todos os      povos gregos e romanos, suas festas eram chamadas de afrodis\u00edacas e eram celebradas      por toda a Gr\u00e9cia, especialmente em Atenas e Corinto. <\/p>\n   \n<p>Com o passar do tempo e com o crescimento da religiosidade patriarcal, a      deusa n\u00e3o perdeu sua mensagem de sexualidade liberal e passou a ser vista      como fr\u00edvola e prom\u00edscua. <\/p>\n   \n<p>Era representada como uma mulher com uma coroa de flores, um ramo de oliva      em uma das m\u00e3os e um s\u00edmbolo da abund\u00e2ncia na outra. <\/p>\n   \n<p>Um dos mais belos e importantes templos de todo o Imp\u00e9rio Romano, situado      na V\u00eda Sacra de Roma, era consagrado a essa deusa. <\/p>\n   \n<p>Sua constru\u00e7\u00e3o foi iniciada por Agripina e terminada por Vespasiano, e l\u00e1      depositaram-se todas as riquezas saqueadas do grande templo de Jerusal\u00e9m.<\/p>\n   \n<p>Origin\u00e1rio de Chipre, o seu culto estendeu-se a Esparta, Corinto e Atenas.    <\/p>\n   \n<p>Ela tinha o poder de inspirar amor nos cora\u00e7\u00f5es humanos ou destru\u00ed-los e      encarnava a perfei\u00e7\u00e3o da beleza feminina. <\/p>\n   \n<p>A famosa est\u00e1tua, a V\u00eanus de Milo, \u00e9 a mais conhecida e apreciada pe\u00e7a da      escultura mundial, hoje, se encontra no Museu de Louvre, em Paris.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  geocities.yahoo.com.br\/www.dec.ufcg.edu.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afrodite, Mitologia Grega, Deusa, Hist\u00f3ria, Amor, Divindade, Origem, S\u00edmbolo, Beleza, Gr\u00e9cia, Caracter\u00edsticas, Afrodite<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12216,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-12215","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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