{"id":10049,"date":"2015-12-22T00:00:00","date_gmt":"2015-12-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/7-de-setembro\/"},"modified":"2026-08-31T19:07:51","modified_gmt":"2026-08-31T19:07:51","slug":"7-de-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/7-de-setembro\/","title":{"rendered":"7 de Setembro"},"content":{"rendered":"\n<strong>7 de Setembro &#8211; Hist\u00f3ria do Brasil<\/strong>\n\n<strong>Depois de ser col\u00f4nia portuguesa por mais de 300 anos, o Brasil ouviu no dia 7 de setembro de 1922, \u00e0s margens do riacho Ipiranga (atual cidade de S\u00e3o Paulo), o conhecido momento protagonizado pelo Pr\u00edncipe Regente D. Pedro, que bradou perante a sua comitiva:\u00a0<\/strong>\u201cIndepend\u00eancia ou Morte!\u201d.\n\nO epis\u00f3dio ganhou o t\u00edtulo de Grito do Ipiranga.\n\nDetalhe de quadro a \u00f3leo sobre a Independ\u00eancia do Brasil, de Fran\u00e7ois-Ren\u00e9 Moreaux, que hoje \u00e9 conservado no Museu Imperial de Petr\u00f3polis.\n\nFoi executado em 1844, a pedido do Senado imperial.\n\nDenominado como invers\u00e3o metropolitana pelos historiadores brasileiros, o ano de 1808 marcou a vinda da fam\u00edlia real ao Brasil.\n\nO pa\u00eds ent\u00e3o deixava de ser col\u00f4nia e assumiu a condi\u00e7\u00e3o de metr\u00f3pole.\n\nO primeiro passo para o processo de independ\u00eancia estava dado e voltar atr\u00e1s seria imposs\u00edvel.\n\nTanto esta era a realidade estabelecida, que com a eclos\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o liberal do Porto, em 24 de agosto de 1920, D. Jo\u00e3o VI, imperador do reino de Portugal, Brasil e Algarves, teria que retornar para Portugal para reativaro Pacto Colonial. Quando a not\u00edcia chegou ao Rio de Janeiro, apenas no dia 12 de outubro, a como\u00e7\u00e3o tomou conta do povo.\n\nCom o objetivo de n\u00e3o abandonar o pa\u00eds, D. Jo\u00e3o VI deixou o filho D. Pedro de Alc\u00e2ntara como regente, nomeado mais tarde como imperador D. Pedro I.\n\nEsta era uma forma de garantir a continuidade da dinastia caso ocorresse uma separa\u00e7\u00e3o definitiva.\n\nA situa\u00e7\u00e3o do Brasil permaneceu indefinida em 1821. Em 9 de dezembro, chegaram ao Rio de Janeiro os decretos das Cortes que ordenavam a aboli\u00e7\u00e3o da reg\u00eancia e o imediato retorno de D. Pedro a Portugal.\n\nO partido brasileiro, no entanto, ficou alarmado com a recoloniza\u00e7\u00e3o e com a possibilidade de uma explos\u00e3o revolucion\u00e1ria.\n\n<strong>A nova situa\u00e7\u00e3o favoreceu a polariza\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>de um lado o partido portugu\u00eas e do outro, o partido brasileiro com os liberais radicais, que passaram a agir pela independ\u00eancia.\n\nNa disputa contra os conservadores, os radicais cometeram o erro de reduzir a quest\u00e3o \u00e0 luta pela influ\u00eancia sobre o Pr\u00edncipe Regente. Era inevit\u00e1vel que este preferisse os conservadores. Ademais, os conservadores encontraram em Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio um l\u00edder bem preparado para dar \u00e0 independ\u00eancia a forma que convinha \u00e0s camadas dominantes.\n\nNo Rio de Janeiro foi elaborada uma representa\u00e7\u00e3o (com coleta de assinaturas) em que se pedia a perman\u00eancia de D.Pedro de Alc\u00e2ntara.\n\n<strong>O documento foi entregue a D.Pedro em 9 de janeiro de 1822 por Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio de Andrade e Silva, presidente do Senado da C\u00e2mara do Rio de Janeiro. Em resposta, o Pr\u00edncipe Regente decidiu desobedecer \u00e0s ordens das Cortes e permanecer no Brasil:\u00a0<\/strong>era o Fico.\n\nA arquiduquesa da \u00c1ustria e imperatriz do Brasil, Dona Maria Leopoldina Josefa Carolina, exerce a reg\u00eancia, na aus\u00eancia de D. Pedro I, que se encontrava em S\u00e3o Paulo. A imperatriz envia-lhe uma carta, juntamente com outra de Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio, al\u00e9m de coment\u00e1rios de Portugal criticando a atua\u00e7\u00e3o do marido e de dom Jo\u00e3o VI.\n\n<strong>Ela exige que D. Pedro proclame a Independ\u00eancia do Brasil e, na carta, adverte:\u00a0<\/strong>O pomo est\u00e1 maduro, colhe-o j\u00e1, sen\u00e3o apodrece.\n\nD. Pedro ganhou forte apoio popular com a decis\u00e3o do Fico. Para resistir \u00e0s amea\u00e7as de recoloniza\u00e7\u00e3o foi decretada, em 16 de fevereiro de 1822, a convoca\u00e7\u00e3o de um Conselho de Procuradores Gerais das Prov\u00edncias do Brasil. Teoricamente, tinha por finalidade auxiliar o pr\u00edncipe, mas na pr\u00e1tica tratava-se de manobra dos conservadores, liderados por Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio, contra os radicais, representados por Joaquim Gon\u00e7alves Ledo, um funcion\u00e1rio p\u00fablico para quem a preserva\u00e7\u00e3o da unidade pol\u00edtico-territorial do Brasil deveria ser feita convocando-se uma Assembleia Constituinte eleita pelo povo.\n\n<strong>Em maio, a cis\u00e3o entre D. Pedro e as Cortes aprofundou-<\/strong>se: o regente determinou que qualquer decreto das Cortes s\u00f3 poderia ser executado mediante o Cumpra-seassinado por ele, o que equivalia a conferir plena soberania ao Brasil.\n\nAo voltar de Santos, parando \u00e0s margens do riacho Ipiranga, D. Pedro de Alc\u00e2ntara, al\u00e9m de receber as ordens de seu pai, que era para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e \u00e0s Cortes, vieram juntas duas cartas, uma de Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina, apoiando a decis\u00e3o do ministro.\n\n<strong>D. Pedro I, diante das circunst\u00e2ncias, pronunciou as famosas palavras:<\/strong>\u00a0Independ\u00eancia ou Morte!, rompendo os la\u00e7os de uni\u00e3o pol\u00edtica com Portugal, em 7 de setembro de 1822.\n\nNeste ato culminava o longo processo de emancipa\u00e7\u00e3o, iniciado em 1808 com a vinda da fam\u00edlia real. A 12 de outubro de 1822, D. Pedro foi aclamado imperador e coroado em 1 \u00b0 de dezembro.\n\n<strong>7 de Setembro &#8211; Independ\u00eancia do Brasil<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-159924 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/7-de-S2-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"165\" height=\"220\" \/><strong>7 de Setembro<\/strong><\/p>\nQuando o Brasil declarou sua independ\u00eancia em 7 de setembro de 1822, havia percorrido um caminho realmente inusitado. Antiga col\u00f4nia convencional, havia evolu\u00eddo para a sede do imp\u00e9rio portugu\u00eas em 1808, apenas para ser declarado um reino, igual em status a Portugal, em 1815. A fam\u00edlia real portuguesa, fugindo diante das tropas napole\u00f4nicas que entraram em Portugal no final 1807, foram os \u00fanicos monarcas europeus a ver sua col\u00f4nia americana e foram os \u00fanicos a governar seu imp\u00e9rio a partir das col\u00f4nias. Por \u00faltimo, mas n\u00e3o menos importante, durante grande parte do s\u00e9culo XIX, o Brasil foi a \u00fanica col\u00f4nia americana a se tornar uma monarquia independente. No entanto, a independ\u00eancia, declarada em 1822, n\u00e3o significava plenamente a soberania brasileira.\n\nA coroa portuguesa precisava de ajuda para se mudar antes do avan\u00e7o das tropas francesas e depois recuperar seu trono em Portugal, ajuda que a Gr\u00e3-Bretanha havia concordado em fornecer &#8211; em troca de generosas vantagens comerciais no Brasil. A independ\u00eancia tamb\u00e9m n\u00e3o significava liberdade para os escravos, esteio da for\u00e7a de trabalho brasileira.\n\nQuando as tropas de Napole\u00e3o se aproximaram de Lisboa no final de 1807, Jo\u00e3o VI, o rei portugu\u00eas, depois de muita hesita\u00e7\u00e3o, decidiu n\u00e3o aderir ao bloqueio continental da Fran\u00e7a \u00e0 Gr\u00e3-Bretanha e, em vez disso, aproveitou a oferta brit\u00e2nica para proteger a monarquia portuguesa. Apressadamente, toda a corte, incluindo parte do ex\u00e9rcito e da marinha, juntamente com a tesouraria real e v\u00e1rias bibliotecas, mudou-se para a mais importante col\u00f4nia portuguesa da \u00e9poca, o Brasil. Ao todo, cerca de dez a vinte mil pessoas se mudaram para o Brasil. Assim que a fam\u00edlia real chegou ao Rio de Janeiro, instalou sua corte na capital colonial e come\u00e7ou a expandir as institui\u00e7\u00f5es existentes para desenvolver um estado funcional no lugar de uma col\u00f4nia anteriormente dependente.\n\nA fam\u00edlia real e particularmente o pr\u00edncipe regente (que logo se tornaria o rei Jo\u00e3o VI) rapidamente passaram a considerar o Rio de Janeiro como mais do que um local de ex\u00edlio tempor\u00e1rio. Em 1815, Jo\u00e3o VI elevou o Brasil \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de reino em p\u00e9 de igualdade com sua antiga p\u00e1tria, que era governada na \u00e9poca pelo Conselho de Reg\u00eancia e protegida pelo ex\u00e9rcito brit\u00e2nico.\n\nO novo reino manteve cuidadosamente sua dist\u00e2ncia da turbul\u00eancia da guerra europeia. Para os brasileiros, a presen\u00e7a da corte portuguesa no Rio significou uma crescente identifica\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas r\u00e9gias com os interesses brasileiros. Ao mesmo tempo, no entanto, significou que os portugueses ocuparam alguns dos cargos pol\u00edticos anteriormente abertos aos brasileiros, enquanto dependiam quase inteiramente da economia brasileira para as receitas do governo. Assim, a realoca\u00e7\u00e3o da corte portuguesa produziu respostas mistas entre as elites brasileiras. No entanto, forneceu ao pa\u00eds um centro de poder reconhec\u00edvel e geralmente aceito que promoveu a estabilidade e, assim, ajudou o Brasil a manter sua integridade territorial enquanto outras na\u00e7\u00f5es latino-americanas se fragmentavam.\n\nA independ\u00eancia pol\u00edtica do Brasil foi acelerada pelos acontecimentos pol\u00edticos em Portugal ap\u00f3s 1820.\n\nRevoltas liberal-nacionalistas nas cidades do Porto e Lisboa levaram ao estabelecimento de uma junta provis\u00f3ria em Portugal, substituindo o Conselho de Reg\u00eancia que havia sido presidido pelo Marechal de Campo Beresford, um ingl\u00eas. A Junta exigiu o retorno do rei a Portugal e come\u00e7ou a montar uma cortes (congresso constituinte) com o objetivo de redigir uma constitui\u00e7\u00e3o. Quando Jo\u00e3o VI e a corte real retornaram a Portugal em 1821 devido \u00e0 crescente press\u00e3o das Cortes, Jo\u00e3o deixou seu filho, Pedro I, como pr\u00edncipe regente no Rio de Janeiro.\n\nInicialmente, os brasileiros aproveitaram a oportunidade de enviar delegados \u00e0s Cortes, que presumiam reconhecer o status do Brasil como igual ao de Portugal, e que esperavam incorporar os interesses brasileiros \u00e0 pol\u00edtica portuguesa em um grau sem precedentes. Em vez disso, a pol\u00edtica das Cortes em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil revelou-se como uma tentativa de devolver o pa\u00eds ao seu antigo status de col\u00f4nia.\n\nLimitou a jurisdi\u00e7\u00e3o de Pedro I ao sul do Brasil e despachou governadores para outras prov\u00edncias. Al\u00e9m disso, em 1821, as Cortes exigiram o regresso do pr\u00edncipe Pedro I a Lisboa, onde terminaria a sua forma\u00e7\u00e3o.\n\nA essa altura, os nacionalistas brasileiros haviam transferido sua fidelidade de Jo\u00e3o VI para Pedro I e exerceram press\u00e3o sobre o pr\u00edncipe para que permanecesse no Brasil. Em 9 de janeiro de 1822, o pr\u00edncipe declarou oficialmente sua inten\u00e7\u00e3o de permanecer no Brasil. A partir de maio de 1822, nenhuma decis\u00e3o das Cortes foi implementada no Brasil sem a aprova\u00e7\u00e3o expressa do pr\u00edncipe regente.\n\nAp\u00f3s o recebimento de correspond\u00eancia das Cortes reafirmando suas demandas, Pedro I, a conselho de nacionalistas brasileiros, como Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio de Andrada e Silva, e sua esposa Leopoldina, declarou a independ\u00eancia do Brasil em 7 de setembro de 1822. \u00c0s margens do rio rio Ipiranga, ele exclamou as famosas palavras &#8220;Independ\u00eancia ou Morte&#8221;, que, juntamente com a marinha brit\u00e2nica e o apoio comercial, selaram a separa\u00e7\u00e3o do Brasil de Portugal. Em 1\u00ba de dezembro do mesmo ano, Pedro I foi coroado &#8220;Imperador Constitucional e Defensor Perp\u00e9tuo do Brasil&#8221;.\n\nNem todas as prov\u00edncias reconheceram a independ\u00eancia do Brasil, e no nordeste e sul do Brasil Pedro I teve que usar a for\u00e7a militar para reprimir v\u00e1rias revoltas regionais contra seu governo ap\u00f3s a declara\u00e7\u00e3o de independ\u00eancia.\n\nA independ\u00eancia pol\u00edtica para o Brasil n\u00e3o equivalia \u00e0 independ\u00eancia econ\u00f4mica. Antes de 1822, a corte portuguesa no Brasil havia continuado a depend\u00eancia econ\u00f4mica do pa\u00eds da exporta\u00e7\u00e3o de bens prim\u00e1rios para gerar receita (e, portanto, financiar o governo real). Esse padr\u00e3o continuou depois de 1822. Al\u00e9m disso, em troca da r\u00e1pida assist\u00eancia da Gr\u00e3-Bretanha na realoca\u00e7\u00e3o da corte e na prote\u00e7\u00e3o de Portugal, o rei Jo\u00e3o VI, ao chegar ao Brasil, declarou todos os portos brasileiros abertos ao com\u00e9rcio com na\u00e7\u00f5es amigas &#8211; o que na realidade significava a Gr\u00e3-Bretanha &#8211; efetivada em 28 de janeiro de 1808.\n\nEmbora a declara\u00e7\u00e3o encerrou o monop\u00f3lio colonial de Portugal no com\u00e9rcio com o Brasil, transferiu, em vez de encerrar, a depend\u00eancia comercial da ex-col\u00f4nia.\n\nA Gr\u00e3-Bretanha rapidamente se tornou o principal destinat\u00e1rio das exporta\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias do Brasil, ao mesmo tempo em que aumentava a importa\u00e7\u00e3o brasileira de produtos manufaturados da Inglaterra.\n\nDe muitas maneiras, a declara\u00e7\u00e3o simplesmente eliminou o papel de Portugal como entreposto comercial entre fazendeiros brasileiros e fabricantes brit\u00e2nicos.\n\nEm 1810, um tratado entre o Brasil e a Gr\u00e3-Bretanha cimentou essa mudan\u00e7a na depend\u00eancia econ\u00f4mica. Os comerciantes brit\u00e2nicos recebiam privil\u00e9gios comerciais especiais, incluindo uma tarifa m\u00e1xima de 15% sobre suas mercadorias, em compara\u00e7\u00e3o com a tarifa de 24% cobrada sobre importa\u00e7\u00f5es de todas as outras na\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, o tratado concedeu \u00e0 Inglaterra jurisdi\u00e7\u00e3o sobre os comerciantes brit\u00e2nicos que moravam no Brasil.\n\nComo consequ\u00eancia do tratado econ\u00f4mico favor\u00e1vel e da exclus\u00e3o da Gr\u00e3-Bretanha do mercado europeu devido ao Bloqueio Continental, o Brasil na d\u00e9cada de 1820 tornou-se o terceiro maior destinat\u00e1rio das exporta\u00e7\u00f5es da Gr\u00e3-Bretanha. De fato, o crescimento do com\u00e9rcio entre as duas na\u00e7\u00f5es tornou-se t\u00e3o importante que a Gr\u00e3-Bretanha exerceu press\u00e3o diplom\u00e1tica sobre Portugal em 1825 para reconhecer a independ\u00eancia pol\u00edtica do Brasil, embora isso pudesse comprometer os interesses comerciais brit\u00e2nicos em Portugal. Foi somente em 1844, quando o tratado de 1810 expirou e a Tarifa Alves Branco mais que dobrou os impostos sobre as mercadorias brit\u00e2nicas, que o Brasil recuperou um grau maior de independ\u00eancia econ\u00f4mica da Gr\u00e3-Bretanha.\n\nA<strong>\u00a0independ\u00eancia pol\u00edtica<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m n\u00e3o produziu mudan\u00e7as fundamentais na estrutura da economia e da sociedade brasileiras. Embora a manufatura, antes proibida na col\u00f4nia, tenha sido incentivada com a chegada da corte r\u00e9gia ao Brasil, a base da economia brasileira continuou sendo a exporta\u00e7\u00e3o de bens prim\u00e1rios. De fato, a elite brasileira que veio para apoiar a independ\u00eancia de forma alguma endossou uma reestrutura\u00e7\u00e3o mais profunda das bases sociais e econ\u00f4micas da na\u00e7\u00e3o rec\u00e9m-independente. Assim, a escravid\u00e3o permaneceu em vigor, e grandes propriedades focadas no cultivo de culturas de exporta\u00e7\u00e3o, como a\u00e7\u00facar e cada vez mais caf\u00e9, continuaram a dominar a economia. Isso deixou o Brasil \u00e0 merc\u00ea de pre\u00e7os do mercado mundial muitas vezes inst\u00e1veis para suas exporta\u00e7\u00f5es e dependente da importa\u00e7\u00e3o de produtos manufaturados da Europa e, cada vez mais, dos Estados Unidos.\n\n<strong>7 de Setembro &#8211; O que foi<\/strong>\n\nO\u00a0<strong>7 de Setembro foi a\u00a0<\/strong>separa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica entre a col\u00f4nia do Brasil e a metr\u00f3pole portuguesa, declarada oficialmente no dia 7 de setembro de 1822.\n\nO processo de independ\u00eancia come\u00e7a com o agravamento da crise do sistema colonial e se estende at\u00e9 a ado\u00e7\u00e3o da primeira Constitui\u00e7\u00e3o brasileira, em 1824.\n\nAs revoltas do fim do s\u00e9culo XVIII e come\u00e7o do XIX, como a Inconfid\u00eancia Mineira, a Conjura\u00e7\u00e3o Baiana e a Revolu\u00e7\u00e3o Pernambucana de 1817, mostram o enfraquecimento dos Estados Unidos (1776) e a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa (1789) refor\u00e7am os argumentos dos defensores das ideias liberais e republicanas. Cresce a condena\u00e7\u00e3o internacional ao absolutismo mon\u00e1rquico e ao colonialismo.\n\nAumentam as press\u00f5es externas e internas contra o monop\u00f3lio comercial portugu\u00eas e o excesso de impostos numa \u00e9poca de livre-mercado e circula\u00e7\u00e3o de mercadorias.\n\nA\u00a0<strong>Independ\u00eancia do Brasil\u00a0<\/strong>foi um dos fatos hist\u00f3ricos mais importantes de nosso pa\u00eds, pois marca o fim do dom\u00ednio portugu\u00eas e a conquista da autonomia pol\u00edtica. Desde 1500, o Brasil foi uma col\u00f4nia Portuguesa, sendo explorada por sua metr\u00f3pole. N\u00e3o tinha liberdade econ\u00f4mica, administrativa, e muito menos pol\u00edtica. Como a explora\u00e7\u00e3o metropolitana era excessiva e os colonos n\u00e3o tinham o direito de protestar, cresceu o descontentamento da popula\u00e7\u00e3o. Iniciam-se ent\u00e3o as rebeli\u00f5es conhecidas pelo nome de Movimentos Nativistas, quando ainda n\u00e3o se cogitava na separa\u00e7\u00e3o entre Portugal e Brasil. No in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII, com o desenvolvimento econ\u00f4mico e intelectual da col\u00f4nia, alguns grupos pensaram na independ\u00eancia pol\u00edtica do Brasil.\n\n<strong>Ocorreram, v\u00e1rias revoltas, entre elas:<\/strong>\u00a0a Inconfid\u00eancia Mineira (1789); depois a Conjura\u00e7\u00e3o Baiana (1798) e a Revolu\u00e7\u00e3o Pernambucana (1817).\n\nEm 1789, ocorreu no interior da prov\u00edncia de Minas Gerais, uma das passagens mais importantes da Hist\u00f3ria do Brasil.\n\nAp\u00f3s a metade do s\u00e9culo XVIII, a coroa portuguesa aumentou ainda mais sua opress\u00e3o contra a col\u00f4nia, proibindo as atividades fabris, artesanais e aumentando os pre\u00e7os dos produtos vindos de Portugal.\n\nNas Minas Gerais, as jazidas de ouro come\u00e7avam a se esgotar, mesmo assim a coroa cobrava impostos cada vez mais elevados. Esses fatos desagravam parte da elite mineira, que inspiradas nos ideais iluministas, passaram a discutir a necessidade da independ\u00eancia brasileira. Sobre o lema LIBERDADE AINDA QUE TARDIA (Libertas Quea Sera Tamen), passaram a conspirar contra a coroa portuguesa.\n\nEm maio de 1789, ap\u00f3s serem tra\u00eddos por Joaquim Silv\u00e9rio dos Reis, participante da conspira\u00e7\u00e3o, os lideres do movimento foram presos e enviados para o Rio de Janeiro, respondendo pelo crime de INCONFID\u00caNCIA (falta de fidelidade ao rei). Entre todos os presos, apenas Tiradentes foi condenado \u00e0 morte. No dia 21 de abril de 1792, Tiradentes foi enforcado em pra\u00e7a p\u00fablica e seu corpo esquartejado. Sua morte serviria de exemplo para outros que tentassem questionar o poder da coroa.\n\nSomente anos mais tarde, ap\u00f3s a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica (1889), Tiradentes foi considerado um her\u00f3i nacional.\n\n<strong>O processo de independ\u00eancia<\/strong>\n\nOficialmente o 7 de setembro de l822 \u00e9 da data da Independ\u00eancia do Brasil, proclamada pelo Pr\u00edncipe Infante Dom Pedro, as margens do Ipiranga, ap\u00f3s mais de tr\u00eas s\u00e9culos de dom\u00ednio da coroa portuguesa.\n\nHistoricamente podemos afirmar que a Independ\u00eancia do Brasil tem suas ra\u00edzes na revolu\u00e7\u00e3o liberal do porto em Portugal, em l820 que imp\u00f4s a volta da fam\u00edlia real para aquele pa\u00eds.\n\nIn\u00edcio do s\u00e9culo XIX\u00a0 ano de 1808 D. Jo\u00e3o e toda fam\u00edlia real, refugia-se no Brasil em decorr\u00eancia da invas\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o de Portugal por tropas francesas.\n\nEste fato trouxe um not\u00e1vel progresso para a col\u00f4nia, pois esta passou a ter uma organiza\u00e7\u00e3o administrativa id\u00eantica \u00e0 de um Estado independente. D. Jo\u00e3o assina o decreto da Abertura dos Portos, que extinguia o monop\u00f3lio portugu\u00eas sobre o com\u00e9rcio brasileiro. O Brasil come\u00e7a a adquirir condi\u00e7\u00f5es para ter uma vida pol\u00edtica independente de Portugal, por\u00e9m sob o aspecto econ\u00f4mico, passa a ser cada vez mais controlado pelo capitalismo ingl\u00eas.\n\nCom receio de perder o trono e sem alternativa, devido \u00e0s exig\u00eancias da Corte (Parlamento portugu\u00eas), D.Jo\u00e3o VI volta para Lisboa (Portugal) em 26 de abril de 1821, deixando como Pr\u00edncipe Herdeiro, nomeado Regente do Brasil, o primog\u00eanito com ent\u00e3o 21 anos de idade<strong>.<\/strong>\n\n<strong>Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Por\u00e9m, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou:<\/strong>\u00a0Se \u00e9 para o bem de todos e felicidade geral da na\u00e7\u00e3o, diga ao povo que fico.\n\nEm junho de 1822, Dom Pedro recusa fidelidade \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o portuguesa e convoca a Primeira Assembleia Constituinte Brasileira. Em 1\u00ba de agosto deste mesmo ano baixa um decreto considerando inimigas tropas portuguesas que desembarquem no pa\u00eds. Cinco dias depois, assina o Manifesto \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Amigas, redigido por Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio. Nele, Dom Pedro justifica o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegura a independ\u00eancia do Brasil, mas como reino irm\u00e3o de Portugal.\n\nEm protesto, os portugueses anulam a convoca\u00e7\u00e3o da Assembleia Constituinte Brasileira, amea\u00e7am com o envio de tropas e exigem o retorno imediato do pr\u00edncipe regente. No dia 7 de setembro de 1822, numa viagem a S\u00e3o Paulo, Dom Pedro recebe as exig\u00eancias das Cortes. Irritado, reage proclamando a Independ\u00eancia do Brasil \u00e0s margens do Rio Ipiranga. Em 12 de outubro de 1822, \u00e9 aclamado imperador pelos pares do Reino e coroado pelo bispo do Rio de Janeiro em 1\u00ba de dezembro, recebendo o t\u00edtulo de Dom Pedro I.O pa\u00eds estava livre e poderia seguir dali pra frente, seu pr\u00f3prio caminho.\n\nDesde ent\u00e3o, o Brasil cresce em meio a diferentes realidades sociais e econ\u00f4micas, com a instala\u00e7\u00e3o de culturas que at\u00e9 ent\u00e3o eram determinadas pela influ\u00eancia europeia.\n\nOs primeiros pa\u00edses que reconheceram a independ\u00eancia do Brasil foram os Estados Unidos e o M\u00e9xico. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milh\u00f5es de libras esterlinas para reconhecer a independ\u00eancia de sua ex-col\u00f4nia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empr\u00e9stimo da Inglaterra.\n\nEmbora tenha sido de grande valor, este fato hist\u00f3rico n\u00e3o provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independ\u00eancia.\n\nA estrutura agr\u00e1ria continuou a mesma, a escravid\u00e3o se manteve e a distribui\u00e7\u00e3o de renda continuou desigual. A elite agr\u00e1ria, que deu suporte D. Pedro I, foi \u00e0 camada que mais se beneficiou.\n\n<strong>Corte portuguesa<\/strong>\n\nA instala\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>Corte portuguesa no Brasil<\/strong>, em 1808, contribui para a separa\u00e7\u00e3o definitiva das duas na\u00e7\u00f5es. A abertura dos portos, a eleva\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de reino e a cria\u00e7\u00e3o do Reino Unido de Portugal, e Algarve praticamente cortam os v\u00ednculos coloniais e preparam a independ\u00eancia. Com a Revolu\u00e7\u00e3o do Porto, em 1820, a burguesia portuguesa tenta fazer o Brasil retornar \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de col\u00f4nia. A partir de 1821, as Cortes Constituintes \u2013 o Parlamento lusitano \u2013 tomam decis\u00f5es contr\u00e1rias aos interesses brasileiros, como a transfer\u00eancia de importantes \u00f3rg\u00e3os administrativos para Lisboa.\n\nTamb\u00e9m obrigam Dom Jo\u00e3o VI a jurar lealdade \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o por elas elaborada e a retornar imediatamente a Portugal. O rei portugu\u00eas volta, mas deixa no Brasil o filho Dom Pedro como Regente, para conduzir a separa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, caso fosse inevit\u00e1vel. Pressionado pelas Cortes Constituintes, Dom Jo\u00e3o VI chama Dom Pedro \u00e0 Lisboa. Mas o pr\u00edncipe regente resiste \u00e0s press\u00f5es, que considera uma tentativa de esvaziar o poder da monarquia. Forma-se em torno dele um grupo de pol\u00edticos brasileiros que defende a manuten\u00e7\u00e3o do status do Brasil no Reino Unido. Em 29 de dezembro de 1821, Dom Pedro recebe um abaixo-assinado pedindo que n\u00e3o deixe o Brasil. Sua decis\u00e3o de ficar \u00e9 anunciada no dia 9 de janeiro do ano seguinte, num gesto enf\u00e1tico. O epis\u00f3dio passa \u00e0 Hist\u00f3ria como o Dia do Fico.\n\n<strong>Articula\u00e7\u00f5es pol\u00edticas<\/strong>\n\nEntre os pol\u00edticos que cercam o Regente est\u00e3o os irm\u00e3os Antonio Carlos e Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio de Andrada e Silva, e o Visconde de Cairu, Jos\u00e9 da Silva Lisboa. Principal ministro e conselheiro de Dom Pedro, Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio luta, num primeiro momento, pela manuten\u00e7\u00e3o dos v\u00ednculos com a antiga metr\u00f3pole, resguardando o m\u00ednimo de autonomia brasileira.\n\nConvencido de que a separa\u00e7\u00e3o \u00e9 irrevers\u00edvel, aceita a independ\u00eancia desde que a monarquia continue. Para ele, o regime mon\u00e1rquico \u00e9 o \u00fanico capaz de neutralizar a interven\u00e7\u00e3o portuguesa nas prov\u00edncias e preservar a unidade pol\u00edtico- territorial do pa\u00eds. Fora da Corte, outros l\u00edderes liberais, como Joaquim Gon\u00e7alves Ledo e Janu\u00e1rio da Cunha Barbosa, atuam nos jornais e nas lojas ma\u00e7\u00f4nicas. Fazem pesadas cr\u00edticas ao colonialismo portugu\u00eas e defendem total separa\u00e7\u00e3o da metr\u00f3pole.\n\nEm 3 de junho de 1822, Dom Pedro recusa fidelidade \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o portuguesa e convoca a primeira Assembleia Constituinte brasileira. Em 1\u00ba de agosto, baixa um decreto considerado inimigas tropas portuguesas que desembarquem no pa\u00eds. Cinco dias depois, assina o Manifesto \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Amigas, redigido por Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio. Nele, Dom Pedro justifica o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegura \u201ca Independ\u00eancia do Brasil, mas como reino irm\u00e3o de Portugal\u201d.\n\n<strong>Independ\u00eancia<\/strong>\n\nEm protesto, os portugueses anulam a convoca\u00e7\u00e3o da Assembleia Constituinte brasileira, amea\u00e7am com o envio de tropas e exigem o retorno imediato do pr\u00edncipe regente. No dia 7 de setembro de 1822, numa viagem a S\u00e3o Paulo, Dom Pedro recebe as exig\u00eancias das Cortes. Irritado, reage proclamando a Independ\u00eancia do Brasil.\n\nEm 12 de outubro de 1822, \u00e9 aclamado imperador pelos pares do Reino e coroado pelo bispo do Rio de Janeiro em 1\u00ba de dezembro, recebendo o t\u00edtulo de Dom Pedro I. No in\u00edcio de 1823, realizam-se elei\u00e7\u00f5es para a Assembleia Constituinte da primeira Constitui\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio Brasileiro. A Assembleia \u00e9 fechada em novembro por diverg\u00eancias com Dom Pedro I. Elaborada pelo Conselho de Estado, a Constitui\u00e7\u00e3o \u00e9 outorgada pelo imperador a 25 de mar\u00e7o de 1824.\n\nCom a Constitui\u00e7\u00e3o em vigor e vencidas as \u00faltimas resist\u00eancias portuguesas nas prov\u00edncias, o processo da separa\u00e7\u00e3o entre col\u00f4nia e metr\u00f3pole est\u00e1 conclu\u00eddo. Contra o liberalismo de setores das elites brasileiras, triunfa o esp\u00edrito conservador e centralizador de Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio. \u201cIndepend\u00eancia sem revolu\u00e7\u00e3o\u201d era a express\u00e3o usada na \u00e9poca para definir o pensamento do principal conselheiro de Dom Pedro I.\n\nEle pregava a independ\u00eancia sem mudan\u00e7a de regime, ou seja, sem a proclama\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica, e sem nenhuma mudan\u00e7a social importante, como a extin\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o.\n\n<strong>Nome completo do Imperador Dom Pedro I (1798 \u2013 1834):<\/strong>\u00a0Pedro de Alc\u00e2ntara Francisco Ant\u00f4nio Jo\u00e3o Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim Jos\u00e9 Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragan\u00e7a e Bourbon.\n\n<strong>Sua frase hist\u00f3rica:\u00a0<\/strong>\u201cViva a independ\u00eancia e a separa\u00e7\u00e3o do Brasil. Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro promover a liberdade do Brasil. Independ\u00eancia ou Morte!\u201d.\n\n<strong>Em 7 de setembro de 1822, \u00e0s 16:30hs.<\/strong>\n\n<strong>Vamos saber porque esta data \u00e9 t\u00e3o importante para n\u00f3s brasileiros?<\/strong>\n\nNo dia 7 de setembro comemora-se o Dia da Independ\u00eancia do Brasil. Este dia \u00e9 festejado com desfiles militares no Brasil.\n\nDepois da chegada dos portugueses ao Brasil, nosso pa\u00eds pertenceu a Portugal por muito tempo. O Brasil tinha de fornecer riquezas a Portugal, n\u00e3o podia ter leis pr\u00f3prias, escolher governantes ou vender mercadorias pra outros pa\u00edses. E o povo ainda pagava impostos. Cansados de tanta injusti\u00e7a, alguns grupos de Brasileiros come\u00e7aram a querer a independ\u00eancia para ficar livre de Portugal. Teve muita briga at\u00e9 que em 7 de setembro de 1822 o pr\u00edncipe D. Pedro, \u00e0s margens do riacho Ipiranga, em S\u00e3o Paulo, proclamou a independ\u00eancia do BRASIL.\n\n<strong>Voc\u00ea sabia?!<\/strong>\n\nPerto de onde foi proclamada a independ\u00eancia, fica hoje o Museu Paulista, tamb\u00e9m conhecido como Museu do Ipiranga. L\u00e1 encontram-se roupas, objetos, moveis entre outros pertences do Imperador D. Pedro I. O artista Pedro Am\u00e9rico pintou a cena da independ\u00eancia. A obra conhecida como Independ\u00eancia ou morte encontra-se no Museu Paulista.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"7 de setembro\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/7-de-setembro-001.jpg\" alt=\"7 de Setembro\" width=\"250\" height=\"183\" \/>\n<strong>Bandeira do Brasil independente<\/strong><\/p>\nEsta foi a primeira bandeira do Brasil independente.\n\n<strong>Os dois ramos simboliza mas duas riquezas do Imp\u00e9rio:<\/strong>\u00a0o fumo e o caf\u00e9.\n\nO Brasil \u00e9 a nossa p\u00e1tria, isto \u00e9, nosso pa\u00eds. Por isso \u00e9 que comemoramos o dia em que o Brasil libertou-se de Portugal.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0historia.portalmidis.com.br\/www5d.biglobe.ne.jp\/www.encyclopedia.com\/www.pngwing.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>7 Setembro, Proclama\u00e7\u00e3o, Rep\u00fablica, Independ\u00eancia, Brasil, Sete, Dom Pedro, Hist\u00f3ria, Processo, Portugal, Ipiranga, Grito, Col\u00f4nia, Crise, Dia 7 Setembro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10051,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-10049","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-do-brasil"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>7 de Setembro - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"7 de Setembro - 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