Ditadura – O que éDitadura militar: “Árbitro” e os tipos de “régua” podem ser distinguidos; regimes árbitros são profissionais, civis e orientado, disposto a abandonar o poder, uma vez problemas foram resolvidos, e apoiar a ordem social existente; tipos “régua” ver civis como incompetentes e não têm intenção de devolver o poder a eles, são politicamente organizada, e tem uma ideologia coerente. Estado de partido único: “Fraco” e versões de “fortes” podem ser distinguidos, em fracos estados de partido único “, pelo menos um outro ator eclipsa o papel do partido (como um único indivíduo, o militar, ou o presidente)”.
Ditadura
Um ditador romano era o titular de um cargo político de legislar da República Romana. Ditadores romanos foram alocados poder absoluto durante momentos de emergência. Seu poder era originalmente arbitrária nem inexplicável, sendo sujeito a lei e exigindo justificação retrospectiva. Não houve tais ditaduras após o início do século 2 aC, e mais tarde os ditadores como Sulla e os imperadores romanos exerciam o poder muito mais pessoal e arbitrária. Um governo controlado por uma pessoa, ou um pequeno grupo de pessoas. Nesta forma de governo o poder repousa inteiramente sobre a pessoa ou grupo de pessoas, e pode ser obtido pela força ou pela herança. O ditador (s) podem também tirar muito da liberdade dos seus povos. No uso contemporâneo, a ditadura se refere a uma forma autocrática de governo absoluto pela liderança irrestrito por lei, constituições ou outros fatores sociais e políticos no interior do estado. Partido Comunista Chinês Chairman Mao Zedong se reúne com presidente dos EUA, Richard Nixon. Regime ditatorial de Mao 1949-1976 Acredita-se que tenham causado a morte de 50-70000000 pessoas.Para alguns estudiosos, uma ditadura é uma forma de governo que tem o poder de governar sem o consentimento daqueles que estão sendo governados (semelhante ao autoritarismo ), enquanto o totalitarismo descreve um estado que regula quase todos os aspectos do comportamento público e privado das pessoas. Em outras palavras, a ditadura diz respeito à fonte do poder que governa e totalitarismo diz respeito ao alcance do poder de governar. Neste sentido, a ditadura (governo sem o consentimento das pessoas) é um contraste com a democracia (governo cujo poder vem do povo) e totalitarismo (governo controla todos os aspectos da vida das pessoas) se opõe pluralismo (o governo permite que múltiplos estilos de vida e opiniões). Outros estudiosos enfatizar a onipotência do Estado (com sua consequente suspensão dos direitos) como elemento-chave de uma ditadura e argumentam que tal concentração de poder pode ser legítima ou não, dependendo das circunstâncias, os objetivos e métodos utilizados.
Ditadura – Regime Autoritário
Ditadura
Ditadura
Ditadura da família – poder herdar através de laços familiares Ditadura militar – através da força militar ou golpe de Estado. Na América Latina, as ditaduras militares foram muitas vezes governado por comitês conhecidas como juntas militares. Ditadura constitucional – poderes ditatoriais previstos por meios constitucionais (muitas vezes como uma condição em caso de emergência) Autogolpe – suspendendo mecanismos democráticos existentes após atingir escritório por meios constitucionais.A ditadura moderna Definições
Encyclopædia Britannica: “A ditadura é um sistema político autoritário, criado e mantido pela violência, excepcional e ilegitimidade. Ela surge em crises sociais muito graves, onde é usado para precipitar a tendência atual (ditaduras revolucionárias), ou a prevenir ou retardar (ditaduras conservadoras). Isso geralmente é um sistema muito pessoal, mas o exército ou o partido único pode formar a base para ditaduras institucionais. ” Dicionário de Política (Hatier): “A ditadura é definida como uma incompatível arbitrária e coercitiva com a liberdade política, o governo constitucional eo princípio da igualdade perante a lei. ” Dicionário Cultural (Oxford): a ditadura é uma “concentração de todo o poder nas mãos de um indivíduo, uma reunião, uma festa, organização política caracterizada pela concentração de poder” (ele cita como exemplo incluindo Cromwell e jacobinos ), e um ditador é “uma pessoa que tomou o poder depois do exercício sem controle”, ou uma “pessoa que exerce o poder em um sistema que pode muito bem ser chamado de ditadura. “As ditaduras hoje No entanto, ainda permanece regimes autoritários ou ditatoriais. Ditaduras são em sua maioria de regimes de partido único, às vezes fechado para o resto do mundo ( Coréia do Norte ou Burma ), ou mais aberto comercialmente ( China ). A ascensão de políticas anti-terrorismo nas democracias ocidentais também reviveu a teoria dia de ditadura constitucional, inicialmente pensado por advogados alemães na República de Weimar. Ditadura Romana Na antigüidade, quando a República Romana se deparava com situações onde o jogo político poderia sair fora de controle, era designado pelos cônsules um ditador para assumir o poder até que a situação voltasse à normalidade. Os poderes do ditador eram totais, poderia fazer a guerra ou a paz, bem como mandar executar qualquer ordem que fosse necessária ao restabelecimento do estado de direito. Ditadura e totalitarismo Todo sistema ditatorial tem fundamentos totalitários, embora o totalitarismo possa ser utilizado para conceituar alguns movimentos cujas ideologias são aquelas em que a sociedade e os cidadãos estão subordinados ao estado; exemplos seriam o socialismo stalinista, o fascismo italiano e o nacional-socialismo nazismo alemão. Ditadura e tirania As ditaduras modernas podem ser conceituadas mais para as idéias das antigas tiranias do que à ditadura romana. A ditadura romana era um estado de exceção em que, uma vez resolvida a gravidade da situação que a desencadeou, cessava, voltando o estado à normalidade; já as tiranias tendiam à se perpetuar no poder. A ditadura conceituada por Aristóteles, Platão e Maquiavel Segundo Aristóteles e Platão, a marca da tirania é a ilegalidade, ou seja, a violação das leis e regras pré-estipuladas pela quebra da legitimidade do poder; uma vez no comando, o tirano revoga a legislação em vigor, sobrepondo-a com regras estabelecidas de acordo com as conveniências para a perpetuação deste poder. Exemplo disso são as descrições de tiranias na Sicília e Grécias antiga, cujas características assemelham-se das ações tomadas pelas modernas ditaduras. Segundo Platão e Aristóteles, os tiranos são ditadores que ganham o controle social e político despótico pelo uso da força e da fraude. A intimidação, o terror e o desrespeito às liberdades civis estão entre os métodos usados para conquistar e manter o poder. A sucessão nesse estado de ilegalidade é sempre difícil. Aristóteles atribuiu a vida relativamente curta das tiranias à fraqueza inerente dos sistemas que usam a força sem o apoio do direito. Maquiavel também chegou à mesma conclusão sobre as tiranias e seu colapso, quando das sucessões dos tiranos, pois este (a tirania) é o regime que tem menor duração, e de todos, é o que tem o pior final, e, segundo suas palavras (sic) a queda das tiranias se deve às desventuras imprevisíveis da sorte. As tiranias e a religião O Império Romano, fundado por Augusto, se assemelhava e muito às modernas ditaduras, embora não seja admitido como tal. Até a Revolução Francesa, o poder emanava de Deus diretamente ao soberano, se o monarca oprimisse os súditos com violência, era uma tirania, neste caso era aceito o tiranicídio, e este perdoado pela religião. No final do século XVI, o jesuíta Juan de Mariana demonstrou a doutrina que discorria sobre o abuso da autoridade e a usurpação do poder, onde, se o tirano, após receber uma repreensão pública, não corrigisse sua conduta, era lícito declarar-lhe guerra e até, se necessário, matá-lo. Ditadura moderna O regime ditatorial moderno quase sempre resulta de convulsões sociais profundas, geralmente provocadas por revoluções ou guerras. As ditaduras são normalmente impostas por movimentos de poder, seja militares ou revolucionários, que detêm poder de fogo e o usam contra o sistema estrutural, anteriormente utilizado por uma sociedade; estas se impõem em golpes de estado. Geralmente, a imposição do movimento que resulta neste regime de exceção é em função da defesa de interesses minoritários, econômico-financeiros, étnicos, ideológicos e outros. Nem sempre as ditaduras se dão por golpe militar, podem surgir por golpe de estado político; exemplo de movimento desta ordem se deu quando ocorreu a ditadura imposta por Adolf Hitler na Alemanha nazista e a ditadura facista de Mussolini, na Itália. Foi quando o golpe se desencadeou a partir das próprias estruturas de governo; foram aproveitadas as debilidades de um sistema falho e entraram partidos cujas ideologias não eram democráticas. Portanto, uma vez intalados no poder, lá permaneceram e se impuseram à vontade popular, suprimindo os demais partidos e oposições, portanto, a democracia. O caudilhismo Sempre para achar legitimidade, as ditaduras se apóiam em teorias caudilhistas, que afirmam muitas vezes do destino divino do líder, que é encarado como um salvador, cuja missão é libertar seu povo, ou ser considerado o pai dos pobres e oprimidos, etc. A institucionalização do poder Outras ditaduras se apóiam em teorias mais elaboradas, utilizando de legislação imposta, muitas vezes admitindo uma democracia com partidos políticos, inclusive com eleições e algumas vezes até permitindo uma certa oposição, desde que controlada. Os dispositivos legais passam a ser intitucionalizados e o são de tal forma funcionais, que sempre ganhará o partido daqueles que convocaram à eleição. Métodos de manutenção do poder As ditaduras sempre se utilizam de força bruta para manterem-se no poder, sendo esta aplicada de forma sistemática e constante. Outro expediente é a propaganda institucional, propaganda política constante e de saturação, de forma a cultuar a personalidade do líder, ou líderes, ou mesmo do país, para manter o apoio da opinião pública; uma das formas mais eficientes de se impor à população um determinado sistema é a propaganda subliminar, onde as defesas mentais não estão em guarda contra a informação que está a se introduzir no inconsciente coletivo. Esta se faz por saturação em todos os meios de comunicação. A censura também tem um papel muito importante, pois não deixa chegar as informações relevantes à opinião pública que está a ser manipulada. Desta forma, ficam atados os dois extremos: primeiro satura-se o ambiente com propaganda a favor do regime, depois são censuradas todas as notícias ruins que possam vir a alterar o estado mental favorável ao sistema imposto. As ditaduras de ideologias opostas na Europa Quando da instalação no poder das classes trabalhadoras entre o final do sistema capitalista e a imposição do comunismo, Karl Marx utilizou a expressão ditadura do proletariado, onde a burguesia deveria ser suprimida do sistema socialista; deveriam ser eliminadas as relações sociais vistas pelo prisma capitalista e substituídas pelo prisma socialista; logo, não deveriam mais existir classes sociais, isto é, a sociedade deveria ser igualitária e sem classes. No final da Primeira Guerra Mundial, a democracia na Europa passou por uma série de instabilidades políticas e sociais; começaram a aparecer idéias de cunho autoritário em diversos países: Stalin, na União Soviética, Mussolini, na Itália, Miguel Primo de Rivera, Espanha, Hitler, Alemanha. As idéias ditatoriais e expansionistas do Eixo geraram o embrião da Segunda Guerra Mundial, que após o término, gerou uma série de outras ditaduras: no bloco oriental se destacou a ditadura de Josip Broz (Tito), na Iugoslávia, e no bloco ocidental a ditadura de Francisco Franco na Espanha, além de outras tantas. Portugal e a Revolução dos Cravos: Em Portugal, Antônio de Oliveira Salazar instaurou uma ditadura que começou em 1926 e só terminou em abril de 1974 com a Revolução dos cravos, feita pelo exército, que, assim, tornou possível a democratização do país. África e Ásia: Na África e Ásia muitas são as ditaduras que oprimem os povos a elas submetidos, não importando a orientação ideológica: na China, Mao Zedong tomou o poder depois de expulsar para a ilha de Formosa (Taiwan) o exército do general Chiang Kai-shek, no Irã, a ditadura do Mohamed Reza Pahlevi, derrubado em 1979 por uma revolução fundamentalista muçulmana; na Indonésia, a do general Sukarno, seguida pela do general Suharto; nas Filipinas, a de Ferdinand Marcos, obrigado a abandonar o país em 1986. Na África, se destacam Moçambique e Angola, entre tantas outras. As ditaduras da América Latina: Na América Latina, a história é recheada de ditaduras, golpes e contra golpes, revoluções e contra-revoluções. O principal é o caudilhismo, que consiste na glorificação de um líder e na construção de um partido em torno dele e não de convicções políticas, ou ideologia. Depois, com a polarização causada pela guerra fria, ficou claro que esta desculpa fora utilizada para manter os ditadores no poder. Entre tantos personagens, se destacaram Antonio López de Santa Anna e José Antonio Páez, no México; Francisco Solano López e Dr. Francia, no Paraguai. Na Venezuela, com Juan Vicente Gómez cuja ditadura foi extremente tirânica, entre outras tantas que pipocaram em todo o continente. Argentina: Na Argentina, temos Juan Manuel de Rosas, Juan Domingo Perón, além dos militares, que fizeram da ditadura um sistema extremamente controlador e tirânico, além de terem colocado o país em guerra contra a Inglaterra. Guerra fria e polarizações ditatoriais Com a guerra fria aparece o componente ideológico e a participação ativa das ditaduras militares nos governos. Em Cuba, Fidel Castro comanda uma ditadura de orientação socialista que dura desde 1959. Seguidos golpes militares de tendência de direita, financiados e apoiados pelos Estados Unidos, derrubaram governos constitucionais do Chile, Argentina, Uruguai e Brasil. Para as ditaduras, não importa a orientação ideológica, sempre ocasionaram morte e sofrimento para milhões de seres humanos. Ditaduras do Brasil Neste trecho do artigo, o Brasil é citado como exemplo para o artigo ditadura. Os diferentes argumentos e pontos de vista devem ser postos no artigo Motivos da ditadura de 1964. As ditaduras e regimes ditatoriais no Brasil foram muitos, porém se destacam duas ditaduras. Primeiro, instaurada a ditadura pela revolução de 1930, sob Getúlio Vargas, com dois períodos: no primeiro, até 1937, quando Vargas admitiu algumas formalidades democráticas; no segundo, Vargas deu um golpe institucional e caiu em 1945, quando foram convocadas eleições livres. Houve diversas tentativas de golpes militares contra Juscelino Kubitschek em 1955 e do vice-presidente João Goulart em 1961. A pressão internacional anticomunista liderada e financiada pelos Estados Unidos criou o IPES, que levou ao movimento que derrubou Goulart, a Operação Brother Sam, que garantiu a segurança da execução do golpe de 1964. Nesta ditadura houve repressão policial, expulsões do país, estabelecimento de legislação autoritária e supressão dos direitos civis, uso da máquina estatal em favor da propaganda política, manipulação da opinião pública através de institutos de propaganda governamental, censura, torturas, assassinatos de líderes opositores, revogação da constituição, intitucionalização do poder, endividamento externo do país, construção de grandes obras com licitações forçadas para grupos de grandes empreiteiros que financiaram o golpe. Do outro lado houve terrorismo de opositores ao governo militar com seqüestros, assaltos violentos, guerrilha urbana e nos sertões, patrulhamento ideológico, torturas e justiçamentos (linchamentos seguidos de morte). Liberdade Apenas 57% da população do planeta vive em liberdade democrática. Liberdade democrática é o direito que todos os cidadãos têm de escolher um ou mais representantes que governarão o país tendo em conta os interesses de todos os cidadãos. Essa liberdade é congestionada numa ditadura. Fonte: fr.wikipedia.org/www.geocities.com