Endoscopia
Trato gastrointestinal: esôfago, estômago e duodeno (esofagogastroduodenoscopia), intestino delgado (enteroscopia), intestino grosso/cólon (colonoscopia, sigmoidoscopia), ducto biliar, reto (retoscopia) e ânus (anoscopia). Trato respiratório: nariz (rinoscopia), trato respiratório inferior (broncoscopia). Orelha: Otoscopia Trato urinário: cistoscopia Trato reprodutivo feminino (ginoscopia): Colo do útero (colposcopia), útero (histeroscopia), trompas de falópio (faloposcopia). Através de uma pequena incisão: cavidade abdominal ou pélvica (laparoscopia), interior de uma articulação (artroscopia), órgãos do tórax (toracoscopia e mediastinoscopia).O que é Endoscopia digestiva?
Endoscopia digestiva
A endoscopia é um método necessário e simples de examinar todo o seu tubo digestivo superior e inferior – isto inclui o seu esôfago, estômago duodeno e ou o seu intestino grosso. É um excelente exame complementar na investigação de pacientes com dor abdominal, vômitos e dificuldade para engolir, sendo bem mais preciso que o Raio- X na detecção de inflamação, úlceras e tumores graças a visão interna do aparelho digestivo superior, ou seja, o exame do esôfago, estômago e do duodeno. É um método de diagnóstico para detectar câncer precoce, distinguir entre condições benignas e malignas, através da retirada de pequenas amostras de tecidos suspeitos(biópsias), e a possibilidade de pesquisa da bactéria H. pliory na mucosa gástrica, agente este responsável por gastrites, úlceras e possivelmente de câncer no estômago. Além do objetivo diagnóstico, é possível tratar muitas das condições dectadas como retiradas de pólipos, dilatação de áreas estreitadas e controle de hemorragias. A endoscopia tem reduzido significativamente a necessidade de transfusões, cirurgia e hospitalização prolongada dos pacientes. 2. Como se faz Ao contrário do que se pensa, a endoscopia digestiva é um exame extremamente simples, fácil de realizar (de duração aproximada de cinco minutos), totalmente indolor e praticamente sem risco para o paciente.Primeiro se faz a anestesia da boca e da garganta com um simples spray de xelocaína, retirando o desconforto e ansiedade do paciente. A seguir, é feita uma injeção venosa de um calmante que faz com que o paciente relaxe e durma. Logo em seguida, um aparelho de fibra ótica é introduzido pela cavidade oral, deslizando sobre a língua em direção ao esôfago, passando pelo estômago e atingindo finalmente o duodeno. O aparelho é retirado, após visualização de todas as estruturas e dos procedimentos julgados necessários (biópsias, escleroses,hemostasia,etc…) pelo endoscopista.De grande valor este exame é fundamental para terapêutica e diagnóstico de patologias esofagogastroduenais. 3. Preparo do paciente para a Endoscopia Para realizar o exame, o paciente deve comparecer em jejum absoluto e acompanhado. Após o exame, devido a ação do sedativo aplicado, o paciente não pode dirigir nem sair descompanhado. 4. Quando se deve realizar a Endoscopia Digestiva? Além de ser um exame de diagnóstico, a endoscopia digestiva é, talvez, a única chance que se tem de realizar um diagnóstico preventivo de neoplasias digestivas (câncer). Da mesma forma, durante o exame, podemos realizar diversos procedimentos terapêuticos. Deverá realizar endoscopia o paciente que apresenta um ou vários dos sintomas abaixo:
Epigastralgia Náuseas Azias Queimação no abômen Plenitude Vômitos5. Outros Exames Retosigmoidoscopia/Colonoscopia A Retosigmoidoscopia é procedimento que possibilita o estudo da mucosa do reto e da parte distal do intestino grosso. A colonoscopia permite o estudo de todo o intestino grosso e da parte distal do intestino delgado. São exames realizados na investigação de sangramentos retais, pesquisa de diarréias, alterações do hábito intestinal, dores abdominais e na detecção e remoção de pólipos. A importância dos pólios intestinais é a possibilidade de transformação maligna caso não sejam removidos precocemente. Colangiopancreatolografia Retrógrada Endoscópica É o procedimento usado para diagnosticar e tratar condições que afetam os canais do fígado, vesícula biliar e pâncreas. Consiste na passagem do endoscópio pela boca, atingindo a porção inicial do duodeno. Através do esdoscópio é passado um catéter que é introduzido nos canais biliar e pancreático onde é injetado um meio de contraste para realização de radiografias. É um exame para realização de icterícias, cálculos biliares e tumores. No caso da detecção através do exame de uma obstrução consequente a um tumor, pode-se passar um catéter para facilitar a drenagem e programar uma cirurgia em melhores condições para paciente. Fonte: www.nhs.uk/reliantmedicalgroup.org/www.santalucia.com.br/www.medicalnewstoday.com