Templo de Luxor, no Egito
O mistério de um templo
Um dos lugares mais misteriosos do antigo Egito era o interior de um templo. Os templos eram as casas dos deuses e deusas e muito poucas pessoas foram autorizadas a ver o interior. A frente de um templo egípcio antigo foi construído para parecer impressionante. Era, afinal, a casa de um deus ou deusa. Havia seis partes principais templos egípcios antigos construídos durante o período do Império Novo. Essas partes são:O pilão O pátio O salão hypostyle O segundo salão O santuário O lago sagradoO pilão
O pilão
Pilão no templo de Luxor, no Egito
Pilão no templo de Edfu, Egito
O pátio
Pátio no templo de Edfu, Egito
Salão hipóstila
O segundo salão
O santuário
O lago sagrado
Templos Egípcios
HISTÓRIA DE TEMPLOS ANTIGOS
Templo (do latim: templum) é o edifício consagrado a um culto religioso e, figuradamente, significa lugar respeitável, lugar sagrado; locais onde se reúnem os obreiros em nome do Incognoscível, o Criador de todas as coisas. É também um local sagrado onde se celebram instruções e cerimônias. Um templo Martinista, por definição, é um lugar respeitável, uma vez que o Martinismo não é um culto religioso, nem uma seita religiosa, Porém todo Martinista é encorajado a ter uma Religião seja ela Cristã, Judaica, Mulçumana ou Budistas. No início de sua história mística o homem usava, para as suas orações, o alto das montanhas, ou o refúgio sob as árvores de bosques e florestas. Os templos só surgiram na época em que, nos locais tradicionalmente destinados ao culto religioso, foram murados para proteção, permanecendo descoberta a parte de cima, para que, de seu interior, fosse possível ver os céus, já que, desde os primitivos tempos, considera-se que é nos céus que residem os deuses. E isso não é estranhável, quando se considera que os primeiros deuses da humanidade eram os astros visíveis no firmamento (Sol, Lua, Mercúrio, Marte, Vênus, Júpiter e Saturno). Os primeiros templos surgiram na Mesopotâmia, “terra entre rios”, situada entre os rios Tigre e Eufrates, mais precisamente entre os sumerianos, por volta do IV milênio A .C., atingindo o seu apogeu na época dos babilônios. Os primitivos templos mesopotâmicos, feitos de tijolos secos ao sol, eram bastante simples, tendo a estátua do deus contra a parede do fundo e cercada pelas demais paredes, sem teto. Os mais importantes templos, todavia, foram os da Babilônia, que eram em forma de zigurate; o grande templo era o do deus Marduc chamado de Esaguil, “casa do teto alto”, flanqueado, ao norte, pela torre em degraus, o zigurate, chamada Etemenanqui, “templo dos fundamentos dos Céus e da Terra”, e conhecida pelo nome de “Torre de Babel”, cuja base era um Quadrado de 91 metros de lado e cuja altura também era de 91 metros, Essa torre, destruída pelo rei assírio Senaqueribe, foi refeita por Nabopolassar e seu filho Nabucodonosor. Os templos egípcios, que surgiram depois, tiveram sua expressão maior no Novo Império (a partir de 2.2 (NI A. C. aproximadamente) e obedeciam a um esquema invariável: havia uma alameda processional, cercada, de cada lado, por ume fileira de esfinges, conduzindo à porta de acesso, situada entre suas colunas e através da qual se chegava a um pátio interno e, em seguida, ao santuário. Os templos egípcios eram a representação da Terra, da qual brotavam as colunas, como gigantescos papiros, em direção ao céu estrelado (no início, o próprio céu, nos templos descobertos; depois um teto imitando a abóbada celeste). Os templos egípcios e babilônicos influenciaram, evidentemente, os templos hebraicos, inclusive o lendário grande templo de Jerusalém, ou templo de Salomão, que viria a ser o arquétipo das igrejas. Mas foi com os gregos que a construção de templos tornou-se a mais alta expressão da arquitetura antiga, desenvolvendo, nela, formas e estilos que refletem, de maneira objetiva e exemplar, a essência da antiga arte de construir. Influenciando todas as culturas posteriores, o templo grego é, essencialmente, a habitação do deus. O seu núcleo é a cela, erigida para o deus e para a sua presença em forma de imagem; com a configuração de um retângulo alongado e uma larga porta aberta num dos lados menores, a cela tem a estrutura fundamental da casa grega, o megaron. A forma básica do templo grego, determinado por um eixo longitudinal e desenvolvendo-se, equilibradamente, a partir deste eixo, adquire, mais tarde, isso de maneira secundária em relação à sua finalidade, uma orientação, segundo a qual a porta do Leste, ou Oriente, dá acesso à cela, de maneira que a imagem cultual do deus apareça, em frente a ela, a Oeste, ou Ocidente. Com equilíbrio, o recinto interior é dividido por duas filas de colunas interiores em nave central, ampla e dominante, e duas naves laterais, mais estreitas, de cada lado. O Megaron tem um vestíbulo, constituído pelo prolongamento das paredes mais compridas do quadrilátero, que são reforçadas na Parte anterior, “antas”, tendo, entre elas, duas colunas e formando o átrio. Nos Templos Martinistas observa-se diferentes configurações, uma vez que há diferenças ritualísticas entre as diferentes Ordens. As organizações mais relacionadas e identificadas com a Maçonaria, possuem uma estrutura física parecidas com estas, ou seja um direcionamento Oriente/Ocidente ladeados por pontos cardeais simbólicos ( Norte/Sul), no ritual de Teder por exemplo, a estrutura é quase uma cópia de uma Loja Maçônica. Na média os Templos ou Lojas Martinistas tem a mesma configuração, a decoração baseia-se em três cores básicas ( preto, vermelho e branco), e em geral são simples e sem nenhum tipo de ostentação material. Há uma estação dedicada aos Mestres do Passado, O Pantáculo Martinista instalado no Oriente, ou sobre uma cadeira, e ao centro uma mesa quadrada ou redonda com três velas simbolizando as colunas simbólicas do Templo. Fonte: www.hermanubis.com.brTemplos Egípcios
Templo de Hatschepsult
Tipos de colunas dos templos egípcios
Os tipos de colunas dos templos egípcios são divididas conforme seu capitel ( extremidade superior de uma coluna, de um pilar ou de uma pilastra, cuja função mecânica é transmitir os esforços para o fuste, é a parte da coluna entre o capitel e a base):Palmiforme – flores de palmeira Papiriforme – flores de papiro Lotiforme – flor de lótus

Templos Egípcios
Por milênios os egípcios, acreditaram que existiam inúmeros deuses, cada deus ocupava-se de cada necessidade do povo egípcio, Amon sempre foi visto como o mais poderoso dos deuses. Em troca desses “Tarefas que os deuses faziam para o povo egípcio, sacerdotes, bailarinos e cantores ficavam a disposição dos deuses, fazendo oferendas, e alegrando os deuses. Os deuses ganhavam também grandes propriedades e oficinas Os templos podiam ser dedicados a um único deus ou par vários. Na frente geralmente havias estatuas e esfinges, quando entrava se num templo se podia ver vários ou apenas um grande pátio aberto, já atrás dos pátios existia uma sala com colonas, bem pintada e decorada. O santuário ficava ao fundo dessa sala, onde existia um altar para os deuses.
Templos Egípcios
Uma história de amor ao longo do Nilo
Nefertiti era filha de Dushratta, rei de Mitâni. Mas, como era normal acontecer nos casamentos entre crianças, Akhenaton e a pequena princesa cresceram ternamente ligados um ao outro e, com o passar dos anos, transformaram a afeição em amor. Então, até onde a História conta, Akhenaton, em contraste com a maioria dos reis da antigüidade e de sua própria estirpe, parece ter-se contentado, durante toda a vida, com o amor de uma única mulher, dada a ele como Grande Esposa quando ainda era apenas uma crinça. Akhenaton e Nefertiti se amavam com fervor. O jovem rei não havia tomado “esposas secundárias”, seguindo o costume de seus antepassados, simplesmente porque nessa sua única rainha, “seu coração encontrava a felicidade”, tal como ele mesmo declarou em tantas inscrições. A extraordinária importância que ele atribuiu a sua amada, pode bem ser a prova de tudo quanto ele sentiu. Sendo assim, podemos deduzir que tenha compreendido, melhor do que qualquer outro homem, o valor supremo da ternura e do prazer.
Nefertiti
Templo de Philae
O templo foi desmontado e reconstruído na Ilha Agilika, a aprox. 550 m. de seu lugar original, na Ilha de Philae. O templo, que era dedicado a deusa sis, está localizado num belo cenário com características idênticas ao do anterior. Suas várias capelas e santuários, incluem o Vestíbulo de Nectanebos I que é usado como entrada da ilha, o Templo do Imperador Adriano , o Templo de Hathor, o Quiosque de Trajano (Cama do Faraó), e dois pilonos (pórtico de antigo templo egípcio com forma de duas pirâmides truncadas) que celebram todas as deidades envolvidas no mito de Ísis e Osiris. Durante a noite pode-se assistir ao maravilhoso espetáculo de luzes e sons, quando as silhuetas dos edifícios são projetadas na rocha enquanto sons musicais saem da água. Philae é inesquecível.
Os templos e santuários foram definitivamente fechados por Justiniano em 550 d. C., pondo fim a 4000 anos de adoração de deuses pagãos.
Templo de Luxor
O Templo de Luxor foi construído, na maior parte, por Amenhotep III. O recinto tem à frente uma enorme coluna e um obelisco, além de estátuas de Ramsés II. No seu interior encontram-se vários pátios com colunas, sendo o principal e o mais belo o construído por Amenhotep III. O complexo foi ampliado por Tutancâmon, Horemheb e Ramsés II. Um pouco mais adiante, ao norte, encontra-se o amplo complexo do Templo de Karnak.
Templo de Karnak
O Templo de Karnak, localizado na margem leste do Nilo, deu o nome às majestosas ruínas de templos que — juntamente com Luxor — formavam antigamente uma parte da famosa Tebas das Mil Portas, capital do Novo Império (1580-1085 a. C.). O grande Templo de Amon, o maior santuário egípcio já construído, foi a obra de muitos faraós. A maioria dos restos visíveis data das dinastias 18 e 19 (1514-1205 a. C.). O templo egípcio sempre foi a casa de deus, e somente no Egito encontramos hoje santuários conservados que datam de mais de cem gerações. Mas cada faraó tinha a ambição de ser o construtor do seu templo, e os mais poderosos não hesitavam em desmontar as construções dos seus antecessores para reutilizar os blocos de pedras lavradas, muitos esculpidos com relevos antigamente coloridos. Especialmente os pilonos, portais gigantescos, são repositórios destes testemunhos do passado.
Templo de Karnak
O Grande Templo de Ramsés II, Abu Simbel
Com exceção das pirâmides, Ramsés ergueu algumas das maiores construções feitas por alguém — sendo provavelmente a maior de todas a do Templo de Abu Simbel, onde mandou esculpir na rocha viva que se ergue próximo da margem do Nilo com a inclinação de uma pirâmide, quatro estátuas sentadas suas, como uma com dezenove metros de altura. Em seu desejo de construir e perpetuar-se na pedra, Ramsés saqueou as pirâmides, retirou pavimentos e destruiu belos monumentos para obter material para suas próprias obras.
As quatro estátuas de Ramsés II que guardam a entrada do templo.
Templo de Kom Ombo
Templo de Kom Ombo
Tutmosis III
Tutmosis III