1. Linha das Encruzilhadas: Exu Tiriri 2. Linha dos Cruzeiros: Exu Meia Noite 3. Linha das Matas: Exu Arranca Toco 4. Linha da Calunga Pequena (cemitérios): Exu Caveira 5. Linha das Almas: Exu Tranca Ruas das Almas 6. Linha da Lira: Exu Sete Liras 7. Linha da Calunga Grande (praia): Exu do LodoÉ importante lembrar que quando o Exu, qualquer um Deles, estiver incorporado no Pai de Santo, no dirigente dos trabalhos, Ele esta trabalhando com a Coroa e por este motivo é o Chefe dos trabalhos da Gira de Quimbanda tendo liberdade de movimento entre os Reinos através do contato com os outros Exus presentes no trabalho. Trabalhar com os, “compadres”, Exus requer muito respeito e consideração por parte dos dirigentes, médiuns e consulentes pois são Entidades muito poderosas, de muito Axé. Kimbanda – História A Lei da Kimbanda vêm dos bantos, dos povos Angola-Congo. A misturança ou ainda podemos dizer sincretismo entre o Exu-iorubá e os Ngangas e Tatás (almas de chefes kimbandeiros das nações bantas) foi o que deixou esse ar de confução no povo, que muitos até mesmo sendo “feitos na kimbanda”, não entendem, ou ó que é pior tratam-no de diabo. Na verdade, o Exu da kimbanda não é o Exu-iorubá (orixá ou imalé dessa cultura). Os Espiritos que chegam na linha da kimbanda são espíritos de ngangas ou tatás, aquelos que encarnados na terra eram sacerdotes bantos adouradores de algum nkisi ou mpungu. No Brasil, o culto aos npungus e nkisis à través dos seus mensajeiros – os ngangas – foi misturado na escravidão com o culto aos Encantados e aos pajés ( da cultura tupí-guarani ) e também com o dos iorubás, surgindo os siguintes novos cultos, fruto da miscelánea: Macumba Que vêm de “ma-kiumba” (espíritos da noite). Foi assim chamado o mais primitivo culto sincretista no sul do Brasil (e o primeiro originado em Brasil), dada sua maior preponderância banto; é dela que descem os outros cultos afro-brasileiros com influência das nações Angola-Congo, Tupi-guarani, Nagô e a Igreja, nessa ordem. A ração de se chamar makiumba (logo após por deturpação da palavra ficaria makumba ou macumba) foi justamente, porque é um culto que se faz na noite, onde deberiam-se chamar necessariamente os espíritos da noite (almas de outros sacerdotes do culto – Eguns ou Ancestrais). No culto iorubano-nagô conhece-se e rende-se culto aos Ancestrais-Egun, porém elos são afastados dos rituais aos orixás, tentando ter um contato com outro tipo de energias, isto ajudou, para que os rituais onde se chamavam eguns fossem menospreçados, pejorados e mal interpretados. Por outro lado, a Igreja também condenada os cultos com influência indio-banto onde se fazia beberagem e supostamente orgias. Na verdade, as danças bantos eram no Brasil e ainda são na África bastante eróticas, e também é verdade que os Guias bebem e pitam, porém estão muito distante de ser uma orgia ou um beberagem. Depois, quando os grupos de nações começam procurar sua identidade, dividem-se os principais componentes da makumba, aparecendo: Candomblê de Angola; Candomblê de Congo; Candomblê de Caboclo ou dos Encantados; Catimbó; – todos elos em procura duma raiz cultural – y também, a finais do século XIX surgem da macumba urbana (onde tinhan muita participação os brancos pobres e os descendentes de escravos) a Umbanda e a Kimbanda com influências para o Espiritismo e com muito sincretismo. Na kimbanda, permaneceu grande parte do culto aos ngangas da nação Angola-Congo, porém misturado com o diabo (pelas influências dos mitos e tabúes dos próprios integrantes – que não tinham conhecimento das origens – ) e também embaixo do pé do orixá iorubá Exu. Na África Em terras bantas, muito antes de chegada do branco, já existia o culto aos ancestros (chamados depois no Brasil “guias”). Também era conhecida a palabra “mbanda” (umbanda) significando “a arte de curar” o “o culto pêlo qual o sacerdote curaba”, sendo que mbanda quer dizer “o Além – onde moram os espiritos”. Os sacerdotes da umbanda eram conhecidos como “kimbandas” (ki-mbanda = comunicador com o Além ). Quando chegam os portugueses e tem contatos com os reinos bantos, procuram comerciar com elos de um jeito pacifico. Mais tarde, o Rei do Kongo (manikongo) descendente do primeiro ancestro kongo divinizado o Tatá Akongo converte-se ao catolicismo, sendo que também fazem o mesmo todos os seus vasalhos. Pôde-se apreciar então que os negros bantos já na África são evangelizados por vontade própria, fazendo elos mesmos em suas terras sincretismos entre Santos e Nkisis. Porém uma parte banta não aceitou, nem adotou a evangelização, sendo que tramaram uma revolução em contra do rei do Congo, mesmo ainda, para se mostrar opostos ao branco e os Santos, adotaram dizer que eram do Diabo. Esses povos bantos eram os Bagandas, Balundas e Balubas. Ao tempo os Bagandas em revolta conquistaram a região de Angola e logo após quase todo o reino congo (que estava formado por vários reinos vasalhos). Um dos reis bagandas foi Ngola Mbandi, de onde provêm o nome de Angola. Esses revolucionários estavam apoiados pelos grandes feiticeiros e guardiões das tradições bantas, sendo também que sua bandeira estava formada pelas cores da tribo dominante: vermelho e preto (muito depois seriam as cores de Angola). Os Luba-Lunda, que ajudavam na guerra em contra do branco e os reinos congos evangelizados usavam como bandeira as cores vermelhas, pretas e brancas. Debemos também dizer que depois de muito tempo de paz entre portugueses e congos, um dos descendentes do Rei do Congo para não perder o reino decidiu se-unir ao pensamento das outras tribos, pegando novamente seu nome africano e declarando a guerra em contra dos portugueses, se aliando com o resto dos povos bantos. Por sua parte, os portugueses levaram-se milhares de escravos bantos para o Brasil, entre elos encontravam-se partidários dos dois grupos bantos: os evangelizados e os defensores das tradições. Este ultimo grupo, já no Brasil, seguiu sendo revoltoso, contrário a todo o que vinha do branco, e também em parte “inimigo” dos escravos feiticeiros que sincretizavam os nkisis com os santos. No Brasil No período da escravidão, os bantos dos dois grupos (revolucionários e evangelizados) pegam contato com os grupos tupi-guaranis, existindo também entre os índios dois grupos afins aos grupos bantos: índios bruxos que não aceitavam os santos (se-identificando com o diabo) e os índios evangelizados que gostavam da ideia do sincretismo santoral. Esses grupos juntam-se para fazer suas magias por separado, e dizer, os negros bantos contrários ao branco e os santos com os índios bruxos; e os negros bantos evangelizados com os índios evangelizados. Daí o surgimento de duas correntes paralelas e opostas que seriam conhecidas no Brasil como Umbanda – o culto dos caboclos e pretos evangelizados; e a Quimbanda – o culto dos caboclos e pretos que não aceitaram viver em baixo do pé do Deus dos brancos, se aliando ao Diabo (inimigo do branco) e com Exu (aquele que também era olhado como um demônio). Aliás, temos dizer que, com o passo do tempo, quando morrem os escravos dos dois grupos, são chamados e incorporados a través do trance por seus descendentes, ao principio na Macumba e logo na Umbanda. Porém, os espíritos chegavam todos num mesmo terreiro sem tanta diferenciação, e até se confundindo os grupos. Os descendentes de escravos o que menos queriam era de ser chamados satanistas ou macumbeiros, por isso votaram aos grupos revoltosos em baixo do pé dos grupos evangelizados e a Kimbanda ficou sendo uma sub-linha da Umbanda. Porém os próprios Espíritos se encarregaram de fazer a separação e hoje em dia podemos dizer sem lugar a dúvidas que existem duas religiões paralelas e diferentes: a Umbanda – onde chegam os Espiritos Guias dos Pretos e Caboclos evangelizados, vestidos de branco, humildes, que acreditam nos santos e os orixás, onde não se faz sacrifícios de animais, que não fazem o mal, etc. E a Kimbanda – onde chegam os Espíritos Guias dos Pretos e Caboclos que trabalham para bem ou mal, com sacrifícios de animais, lujo, orgulho, revolução e que não acreditam nos Santos da Igreja, defensores de tudo o que seja africanismo, e aceitam aos orixás e nkisis. Cabe dizer, que os seguidores das distintas ramas da umbanda, adotam e adaptam as duas linhas (umbanda-kimbanda) segundo os preceitos e as influências maioritárias da sua Casa de Religião. Por exemplo, aqueles que fazem Umbanda Branca (sem sangue) votam a kimbanda em baixo da mesma e para os Exus tampouco matam. Aquelos que fazem culto aos Orixás iorubas e também praticam Umbanda, dadas as influências iorubanas, olham na Umbanda como na Kimbanda um culto aos ancestros (ou Linha de Almas) submetidos aos Orixás, fazendo para os ancestros rituais de sacrifícios (principio fundamental dessa cultura). Hoje em dia podemos dizer que a Kimbanda se liberou da Umbanda, existindo um culto separado só prá Exu da Kimbanda e fora do contexto umbandista. 1) Reino das Encruzilhadas: Que sendo chefiado por Exu Rei das Sete Encruzilhadas e Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, governa todas as passagens dos Exu que ali trabalham. Sua função principal é abrir os caminhos para os outros Guias chegarem e também para os filhos e fregueses. 2) Reino dos Cruzeiros: Chefiado por Exu Rei dos Sete Cruzeiros e Pombagira Rainha dos Sete Cruzeiros, governa todas as passagens dos Exu que trabalham nos cruzeiros (não confundir com encruzilhada). 3) Reino das Matas: Chefiado por Exu Rei das Matas e Pombagira Rainha das Matas. Governa todos os Exu que trabalham nos verdes ou locais que tenham árvores a excepção do Cemitério, que pertence a outro reino. 4) Reino da Kalunga Pequena ( Cemitério ): Governado por Exu Rei das Sete Calungas ou Kalungas e Pombagira Rainha das Sete Kalungas. Esses Exu também são chamados pelo nome de Rei e Rainha do Cemitérios. Geralmente quando diz-se “calunga” nas giras de kimbanda é para nomear ao cemitério. Trabalham neste reino todos os Exu que moram dentro dos cemitérios exclusivamente. 5) Reino das Almas: Chefiado por Exu Rei das Almas Omulu e Pombagira Rainha das Almas. Eles também são conhecidos pêlo apelo de Rei e Rainha da Lomba, porque governam todos os exu que trabalham em locais altos. Porém, os Exu deste reino também trabalham em hospitais, morgues, etc. 6) Reino da Lira: Os chefes deste reino são muito mais conhecidos por seus nomes sincréticos: Exu Lúcifer e Maria Padilha, sendo na verdade seus nomes kimbandeiros Exu Rei das Sete Liras e Rainha do Candomblê (ou Rainha das Marias). Seus apelos kimbandeiros mostram justamente sua afinidade pêla dança, a musica e a arte ( lira e candomblê). Dentro do reino da Lira, que também as vezes é chamado “reino do candomblê” não pelo culto africanista aos orixás, sinão por ser essa palavra sinônimo de dança e música ritual. Trabalham aqui todos os Exu que tem que ver com a arte, a musica, poesia, boemia, ciganeria, malandragem, etc. 7) Reino da Praia Governado por Exu Rei da Praia e Rainha da Praia. Dentro dele encontram-se todos os Exu que trabalham nas praias, perto d’agua o ainda dentro dela, podendo ser salgada ou doce. Chamada de Pombagira, Bombogira, Exu-mulher ou ainda Bomobonjira é conhecida a Entidade feminina da kimbanda. Esta forma de chamar para Ela é sem lugar a dúvidas pela influência banta (Angola). A Entidade banta Aluvaiá-Pombagira foi então submetida à Entidade iorubana Exu, sendo colocada como sua mulher. Em kimbanda, debemos dizer que a Pombagira representa o poder feminino feiticeiro, comparável com as Iyami Oxorongá dos iorubas. Ela pôde ter muitos maridos, que tornam-se seus “escravos” ou empregados. Na conceição da kimbanda, tudas as Entidades são duplas, é dizer, cada uma delas pôde se apresentar em baixo da aparência de homem ou mulher. Por seu lado, os Exu-homens podem ter muitas mulheres, as quais passam a ser suas escravas ou empregadas. É muito comum usar o número 7 (sete) para dizer quantas mulheres ou homens pôde ter uma Entidade, isso é assim, por ser um numero cabalístico e mágico.
Pombagira Maria Mulambo (O.Waldo)
Exu Rei das Encruzilhadas/Pombagira Rainha das Encruzilhadas; Exu das Matas/Pombagiras das Matas; Exu Giramundo/Pombagira Giramundo; Exu do Cravo Vermelho/Pombagira da Rosa Vermelha; Exu Mulambo/Pombagira Maria Mulambo; Exu Sete Capas/Pombagira Sete Saias; Exu 7 Estrelas/Pombagira 7 Estrelas; etc.Cada pessoa têm pelo menos uma parelha de Exu que age e mora perto dela desde o dia do nascimento. Que um homem tenha como Guia uma Pombagira ( que incorpore nele ) não quer dizer que ele vai-se tornar homossexual, ou vai mudar seu gosto pelas mulheres, como muitos pensam; nada disso, ele vai seguir sendo o mesmo homem de sempre. O mesmo é para as mulheres que tiverem um Exu. Isso é para os casos onde puxa-se somente uma das duas Entidades da kimbanda que possui cada um como minimo, pois existem muitas casas onde são puxadas as dois (Exu-homen e Pombagira), sendo que tampouco Elos vão influir na definição sexual da pessoa. O que acontece é qui muitos se aproveitam para votar as culpas em Exu. Pode acontecer também que alguma pessoa tenha duas pombagiras e dois exus, uma parelha de exus que estava submetida aos espíritos evangelizados e que logo após foi liberada, e uma parelha de exus que se apresentou sem estar em baixo do comando da umbanda. Quando incorporada no cavalo, a pombagira mostra-se quase sempre bonita, feminina, amável, elegante, sedutora, mais também tem vidência, é certeira e sempre têm algum conselho para aqueles que estão sofrendo por um amor. Ela gosta das bebidas suaves: vinhos doces, licores, cidra, champanhe, anis, etc. E gosta dos cigarros e cigarrilhas de bôa qualidade, assim como também lhe atrai o luxo, o brilho e o destaque. Usa sempre muitos colares, anéis, brincos, pulseiras, etc. Sendo que existem muitos milhares de pombagiras, e que cada uma tem sua própria pessoalidade, torna-se muito difícil uma descrição geral. Suas oferendas levam ovos, maçãs, morangos, perfumes, pentes, espelhos, flores (especialmente rosas – nunca botões), bebidas, cigarros, etc.
Pombagira da Praia (O.Waldo)
a) Línea de kimbanda o Exu de Umbanda b) Kimbanda Angola ou “Exu de Alto Astral”a) Linha kimbanda ou Umbanda Exu – que estão sob o comando do Supremo Umbanda (Cabloclos, Pretos, etc), no processo de evolução, e não sacrifícios de animais e são parte integrante da Umbanda, sendo que não há ” taxa de prontidão “especial para essa linha, mas que é feito em conjunto (todas as linhas de Umbanda). A pessoa recebe o título de Chefe ou Cacique de Umbanda. O culto Exu aqui não está separado da Umbanda, mas é o seu “mensageiro”, o que gostaria de fazer uma sessão uma vez por mês, pelo menos, e separadamente das outras instituições “direito”. Os elementos são considerados Esquerda ou Mal (isto é baseado em sincretismo), por isso é pelo menos possível chamada. b) Kimbanda Angola ou “Exu de Alto Astral” – que não estão sob o controle das instituições da Umbanda, mas seria subordinado a Nkisis ou forças da natureza diretamente. Mix de Yoruba rituais aqui com o culto dos antigos praticados pelas nações Angola-Congo. A fusão entre a Umbanda Exu com este tipo de resultados ritual no que é conhecido principalmente no sul do Brasil, Uruguai e Argentina, como parte de “Exu de Alto Astral”, ou simplesmente Kimbanda onde você mal consegue separar um tipo de quimbanda outro olho. Os bezerros, caprinos, ovinos, aves, etc Neste tipo de obrigações Kimbanda, como sacrifícios de animais são feitos São necessários pelo menos sete (7) obrigações “quatros” para adquirir o grau de Chefe de Kimbanda Kimbanda ou Nganga, além de conhecimento deve adicionar a pessoa durante esses anos. CULT ISTO NÃO está subordinado a UMBANDA, portanto, há vários graus de iniciação e obrigações que nada a ver com isso têm (Na Umbanda tradicional animais) não são sacrificados. EXU – Rei das Sete Encruzilhadas Esta entidade é apresentada como um homem idoso com a pele escura, olhos castanhos e barba vermelha grelhada. Traga a metade do seu corpo (o lado esquerdo) queimado, com a perna esquerda não funciona bem, isso é muito comum que se baseia em uma bengala. Não deve ser confundido com Seu Sete Encruzilhadas (Exu das Encruzilhadas 7), porque tem um tipo mais novo de apresentação. Prefere bom uísque potável de qualidade e fumar charutos grossos, sua voz é rouca, forte e profunda. Quando é expressa numa forma, também como azeitonas. Seu olhar é insustentável e quando alguém parece destinada a atravessá-lo, sabendo seus segredos mais íntimos. As pessoas que o conhecem imediatamente notar alguma autoridade nele e respeitá-lo. Divide-se em passagens que enviou ao mundo para transmitir suas mensagens através de seus cavalos (médiuns), sendo que isto acontece com todas as outras entidades Kimbanda. Suas roupas são quase sempre vermelho-preto, com acabamento branco e às vezes traz tons dourados (quando fora da Encruzilhada da Lira), prefere a capa e chapéu. Gostaria de trabalhar com pequenas sessões públicas que tenham força espiritual, onde neles se concentram são os melhores para dar o melhor de si. Não importa a quantidade, mas a qualidade e o resultado da cerimônia. Em sua última encarnação foi um banto tatá Nganga, que foi trazido para o Brasil como escravos. Ele começou a chegar na Umbanda, como um “exu de baixo” e foi levantado para “alto” quando os sacrifícios apropriados foram feitas na Kimbanda. Quando perguntado por que ele chamou de “da Lira” respondeu: “Lira é uma cidade Africano, é nas fronteiras orientais do Reino Baganda, eu venho de lá …” Tem um sério, simpático e tranquilo, mas também pode ser enérgico e com raiva quando algo não gosta. Ter prazer em ensinar e doutrinar, por isso é sempre trazendo dúvida para quem faz perguntas, desde as perguntas mais incomuns, como “por que há estrelas …” até os mais comuns como “quero saber se meu marido está me traindo. .. ” Apesar das Exu Rei 7 Encruzilhadas para se colocar em um lugar privilegiado por alguns autores (que escreveu muito subjetividade), ele diz que não é o absoluto kimbanda Rei, mas é apenas um dos diretores. É rígido e severo quanto a seguir as tradições e rituais são cumpridos passo a passo como deve ser, porém, como todos “exu” está aberto a mudanças, ativado e inovações, desde que o mesmo pode ser feito por Exu possuir. Exu Rei 7 Encruzilhadas Umbanda, kimbanda trabalhando Baba disse Osvaldo Omotobàtálá. Baba Osvaldo em kimbanda si recebe Exu Rei Cigano 7 Liras. Seu objetivo é comandar o Reino de Encruzilhadas cujos membros atuam principalmente como ligantes especiais entre todos Exu. Subdivide-se enquanto em outras passagens que estão chegando nos meios, por exemplo:
Exu Rei das 7 Encruzilhadas da Lira Exu Rei das 7 Encruzilhadas da Kalunga Exu Rei das 7 Encruzilhadas da Lomba Exu Rei das 7 Encruzilhadas da Mata Exu Rei da Praia das 7 EncruzilhadasEXU Veludo Este Exu, vem da costa oriental de África, era swahili (ARABIZED preto). Use um turbante na cabeça, e rico pano de veludo trazido do Oriente, que lhe valeu o apelido de Kimbanda “Veludo” (veludo – em Português). Dada a sua forma luxuosa de se vestir, no estilo muçulmano, muitos que viram seu tipo de apresentação através da mediunidade, o confundiram com um cigano e que lhe estão associados. Isso não significa que ele não funciona com os ciganos, ao contrário, tem mesmo uma passagem ou caminho é apresentado como um. Têm muito conhecimento sobre magias que são feitas com tecidos, tesouras, agulhas e outros ingredientes pemba. Estradas abertas e trabalho negativo limpo feito em cemitérios. Como o bom whisky e grossos charutos. Algumas das formas são:
Exu da Meia Noite Veludo Exu Veludo Cigano Exu Veludo 7 Encruzilhadas Exu Veludo Menino (Veludinho) Exu Veludo 02 de julho Cruzeiros Exu das Almas Veludo Exu Veludo dos Infernos Exu Veludo da Kalunga Veludo Exu da Praia Exu Veludo do Oriente Exu Veludo Sigatana Exu Veludo do LixoEXU MEIA NOITE O Exu da Meia Noite sabemos era descendente de escravos negros que viviam em Minas Gerais. Sua especialidade é a de praticar feitiços ou trabalhos são realizados sob a influência dos planetas, as estrelas e suas posições. E ele prefere, como o nome indica, não trabalhar ou receber oferendas a meia-noite, mas não marca o relógio, mas a magia, que é calculado dividindo as horas do dia, quando não há luz solar e encontrando apenas sua metade. Gosto de beber uísque e fumar charutos. Seu vestido é de cor negra, com alguns tons de vermelho. Terno preto, chapéu e às vezes traz uma camada. Algumas das formas são:
Da Meia Noite Exu Kalunga Exu Meia Noite das Almas Exu Meia Praia da Noite Exu Meia Noite do Mar Exu Meia Noite do Oriente Exu Meia Noite das 7 Encruzilhadas Exu Meia Noite da Capela Exu Meia Noite do Cruzeiro Exu Meia Noite da MataEXU CIGANO Este, como o nome indica, se manifesta sob a forma de um cigano. Quando eu morava era um cigano árabe, que veio como escravos para o Brasil junto com um contingente vindo da África Oriental. Seu nome em vida era Hassam. Como o primeiro cigano começou na religião afro-brasileira, que se reuniu em cativeiro com os outros escravos, obteve o privilégio de ser o comandante de todos os outros ciganos começou, e é, portanto, o chefe da aldeia cigana. Então, quando ele começa a aparecer, pela primeira vez no início de Macumba, Umbanda e, finalmente, no “Exu High” é divulgado como “Cigano L’eru”, que significa “escravo cigano que foi” dar para entender que era um dos que veio primeiro. Sua roupa é feita de tecidos coloridos, turbante e bombachudo estilo árabe. Sendo um dos poucos ciganos (homens) são apresentados desta forma, já que a maioria vem com chapéu de feltro, lenço, calça, camisa e colete; pois são muitos ciganos mais recentes no tempo. O outro Exu se manifesta como ciganos, quase nunca são chamados “ciganos”, mas geralmente são Almas de Ciganos começou no culto, mas venho em nome de qualquer outro Exu do Alto Comando, por exemplo, Exu Corcunda Cigano. Algumas das estradas são ramos onde se pode obter vários Roma:
Exu Cigano do Oriente – O que vem da África Oriental, Arábia e outros países asiáticos. Cigano faz Exu Circus – O trabalhador – como o nome sugere – nos circos e em todos os locais de diversão pública são feitas. Exu Cigano do Pandeiro – O que vem com um pandeiro na mão, bom dançarino, tem um estilo turco. Exu Cigano Caló – que representa a Roma, que veio ao Brasil a partir de Portugal, Espanha e França. Exu Cigano da Praça – Aquele que se envolve a buscar oportunidades nos mercados, feiras e parques, fazendo negócios. Exu Cigano Romanó – Quando apresentado como um cigano vindo de qualquer um dos países da Europa Oriental. Exu Violino Cigano fazer – Essa é a passagem em que pode tocar violino, sendo um cigano romeno. Exu Cigano da Lira – Isso refere-se a dois conceitos: a) se trata de uma cidade Africano chamado Lira e era originalmente um ponto de encontro entre várias raças ao comércio; b) que está escrevendo músicas qualificados, cantando e tocando vários instrumentos. Exu Giramundo Cigano – Isso não deve ser confundido com “Exu Giramundo-cigano”, pois Cigano Giramundo Exu é uma passagem que mostra Cigano sob o aspecto de andarilho apontava em sua carroça viajando de cidade em cidade. No entanto, Giramundo-cigano é a representação de Exu Giramundo através de uma passagem como cigano. Exu Cigano fazer Garito – O trabalho nas casas de jogo ilegal. Devemos notar que “den” é uma palavra cigana.Ainda há muitas sub-ramos derivados de passagem precoce e outras passagens. RESUMO
Exu Angola – Pertencente ao do povo Cativeiro das Almas. Exu Cobra Preta – Uma empresa Povo das Cobras que trabalha dentro do Reino das Matas. Exu Come-Fogo – Round perto dos crematórios e pertence ao forno do povo. Exu Coquinho dos Infernos – Isso faz parte do grupo de Povo DOS Infernos (dentro do Reino da Lira) Exu da Estrada – Que trabalha nas estradas e rodovias (Cruzeiro do povo da Rua) Exu da Lama – tem a responsabilidade onde há fogo e faz parte do Povo do Forno. Exu Dalva – Ela pertence a Cruzeiro do Espaço do Povo. Gosta de trabalhar quando está amanhecendo e recebe oferendas em terrenos abertos. Exu do Ar – Funciona sob o comando de Exu dos Ventos. Formiga Exu – A empresa Povo das Campinas, se esconde perto de formigueiros, onde tenta uma de suas comidas favoritas: formigas. Exu Gato – preferem trabalhar nas encruzilhadas dos montes. Exu Gerere – O trabalho no mar, pertence ao povo dos pescadores, de fato, seu nome significa “vermelho” na língua Bantu. Exu Time-Grande – Outro nome usado para se referir a Exu Meia-Noite. Exu Kolobo – Trabalhando em cemitérios e ataques com doenças, pertence ao povo de mirongas. Exu Lalu – Trabalho em praia Encruzilhadas sob as ordens de Exu Mirim. Exu Limpa-Trilhos – caminhos de carreira em abertura de estradas trens, pertence ao povo da Encruzilhada de Trilhos e seu supervisor é Exu Marabô. Exu Mangue – vive em pântanos, por isso às vezes é chamado de Exu do Pantanal, pertence ao Povo de lama. Exu Pinga-Fogo – Pertencente a dois Fornos Povo ou do Fogo (itens Vila Fogo) Exu Relâmpago – Work in Povo da Encruzilhada do Espaço (pontos cardinais), sob as ordens de Seu Sete Gargalhadas. Exu Sete Horas – Matéria de Cruzeiro do Espaço do Povo. Exu Tira Toco – Funciona florestas de eucalipto para o mar pertence ao Povo da Praia da mata .. Tranca-Exu Gira – Trabalho em cruzeiros sob as ordens de Exu Tranca Tudo. Pombagira da Terra – Trabalhos em cemitérios. Pombagira Rosária – Trabalho em mercados e feiras. Pombagira Sete Folhas – Uma empresa Povo Das Arbores e trabalha na entrada dos montes.Fonte: br.geocities.com/www.geocities.com/api.ning.com/paiantoniodexango.ning.com/www.planetaumbanda.com.br